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15 setembro 2010

Rewrite

"Apague e Reescreva".

Quando você comete um erro, ou pensa simplesmente que aquilo que você fez é algo completamente irreversivel, você pensa nessa frase acima.

Nem sempre é possivel apagar. Mas devemos pensar que é viável reescrevermos nossas histórias, mesmo que o passado te dê lembranças que, o que foi feito lá atrás te dê vergonha ou tenha sentimento de culpa/arrependimento por aquilo que foi feito.

Ninguém é perfeito. Todos nós erramos por algo. Há erros pequenos e erros grandes. Mas todos (eu disse TODOS) eles são passíveis de perdão. Você até pode voltar a cometê-los no futuro, mas sabe que com esforço e dedicação, você irá mudar pra melhor. Desde que haja força de vontade, hombridade e menos orgulho possivel.

Vamos citar o exemplo dos alcoolatras. Muitos dos que bebem querem mais é encher a cara até cair, chegar em casa e fazer bagunça, atrapalhar a vida da mulher e etc. Mas muitos também querem parar de beber, de causar problema e tem vontade de acabar com esse estorvo que incomoda a toda a familia e ao próprio sujeito. É fácil? Não é. Você até pode errar de novo, mas sabe que quer acertar, quer vencer, e quer se policiar. Quem tem luta, consegue vencer esse problema. Uns desistem no meio do caminho, mas quem realmente quer mudar, acaba mudando. Independentemente de "se errou uma vez, vai errar outra, e outra, outra, e etc."

Voltando ao "apagar", não é possivel sempre apagar o que foi feito. Aliás, não tem como remover isso do passado, mas o que foi feito, mostra a si que você é humano, tem falhas e que não quer fazer aquilo novamente. Mas isso faz parte da nossa evolução. Todo mundo evolui. E essas evoluções vem dos nossos erros, e deles a gente reescreve a nossa história.

No meio desse assunto, também temos o sentimento do perdão. Não é fácil obtê-lo, até porque ele significa que a pessoa viu o seu erro e aceitou suas desculpas, mas a confiança não será mais a mesma. Afora que perdoar, nada mais é do que confiar que a pessoa vai melhorar daquele tal erro (dã). Mas como disse, não é fácil. Exige paciência, bom senso, um pouco de sacrificio (de quem errou), entre muitas outras coisas. Mas é um sentimento interessante. Até porque nem todo mundo perdoa. E esse ato é uma forma de que não existe rancor nenhum, mesmo que ainda exista falta de confiança.

Acho que muitas pessoas deveriam perdoar. Assim como outras muitas pessoas deveriam reescrever suas histórias e modo de pensar a vida, além de analisar a si próprio. O mundo evolui e nós evoluimos, mesmo que a gente pise na bola de vez em quando...

04 janeiro 2010

Fake

O que leva uma pessoa a criar um fake? Qual é o propósito desse tipo de pessoa, que quer se passar por outra simplesmente para ocultar um determinado objetivo?

Eu particularmente conheço os dois lados da moeda. Conheço pessoas que, criam um fake simplesmente pra fazer ciúmes, ou pra colher alguma informação, ou simplesmente pra zombar de alguma pessoa com uma determinada alcunha. Mas também conheço gente que foi acusada de ser assim. Desconfiei também no começo, mas observando certos pontos, vi que não fazia sentido aquela determinada pessoa ser um fake, mas que algo a fazia ser assim, para que outras desconfiassem. O que é? Isso é algo que não sei responder. Só a pessoa sabe. O que outras poderiam fazer é levantar hipóteses, mas basicamente, só ela sabe. E só ela saberia responder o que significaria esse ponto de interrogação que ronda sobre ela e sobre partes da personalidade dela. Mas que ela não se encaixa no termo, isso eu tenho absoluta certeza.

Mas o que se encaixaria no termo “falso”? Pra quê chegar a esse ponto?

Na maioria das vezes, o tempo de vida de um fake é curto. Serve bastante pra criar uma personalidade X para conseguir determinadas coisas ou simplesmente assumir outra identidade, seja em jogos de RPG, ou utilizá-lo como válvula de escape da realidade. Mas em todas, é para criar um personagem capaz de descobrir coisas, ou simplesmente por diversão. Mas nunca vi uma pessoa manter um profile falso, ou um personagem falso por bastante tempo. Se leva, é por um motivo bastante específico, e pra uma pessoa só. Quando se enfoca em grupos, se baseia em comunidades, e sempre com Nicks casuais, como “tomate”, “Marilyn Monroe”, “caixa d’água”, “Patolino” entre outros.

Não, não confunda criar um personagem com criar alcunhas diferentes acerca da própria realidade. Claro que uns e outros mistificam fulano separando o eu real com o nickname, mas no fim, é sempre a mesma pessoa. Como por exemplo, não tem como traçar uma personalidade do eu Diego com o eu Koyuki. Essa é a minha “identidade” pra várias pessoas que eu conheço e que venham a me conhecer. Tanto que esse blog leva o nome de “Koytidiano”. Ou seja, casando o cotidiano em si a minha própria identidade, o que eu vejo, sinto, passei, irei passar e etc. Mas Koyuki não é um fake do Diego, e sim, uma identidade pessoal, assim como várias pessoas que eu conheço a possuem.

Mas voltando aos fakes, muito dos objetivos são entretenimento, ou pra enganar, ou pegar informação, ou participar de certas áreas e etc. Mas nunca vi um fake querer ser amigo de outras pessoas, sem revelar a identidade ou criar certa intimidade. No caso dessa pessoa, não entendi o motivo dela ter sido chamada assim. Ou talvez tenha entendido, mesmo que esse termo tenha sido injusto para ela. Mas eles existem, e sempre por um ou outro motivo. Uns bem inocentes, e outros nem tanto.

De certo modo, é sempre bom sermos nós mesmos. Mesmos que tenhamos alcunha para nos darmos uma certa identificação
.

24 dezembro 2009

Luzes de Natal

Hoje é véspera de natal. No momento que escrevo esse blog, ainda está claro e não vejo tantos piscas acesos dando um brilho pra essa noite digamos... "festiva".

Mas pra muitos, o dia de hoje representa inúmeras coisas. Tanto no lado religioso, quanto no consumista. Mas há um terceiro lado. Um lado em que por mais que você queira alguma coisa nesse dia (ou no dia de amanhã), dinheiro nenhum possa comprar, além da própria fé mesmo. É uma coisa inexplicável.

Não dá pra pedir hoje por exemplo você estar plenamente satisfeito em determinadas situações. Nem precisa ser nada muito capital, mas algo em que você sinta pelo menos um pouco da satisfação, talvez pelo ambiente, pelas pessoas, ou pela própria data mesmo.

Uma representação boa desse dia é o fato de você querer unir um monte de gente por um motivo só. Mesmo que seja pra encher a cara ou falar mal de gente alheia, é bom reunir as pessoas a sua volta, fazer amigo oculto, dentre outras coisas. Não para celebrar uma data cristã, mas apenas pra ser uma data de confraternização, ou de unir pessoas, ou sei lá o quê.

Mas o que representa o natal pra você? O que gostaria que acontecesse no dia de hoje e te faria feliz? Ou melhor... o que te faria feliz? Coisas simples? Coisas pirotécnicas? Cada um tem sua escolha, seu perfil. Mas pra todo mundo tem um pouco da felicidade. Mas sem ser uma felicidade vazia, afinal, não tem algo que me irrite do que gente alegre e vazia ao mesmo tempo.

Pra mim hoje não representa muita coisa. Ou será que representa?

Mas queria que o próximo representasse. Pelo menos um gosto a mais do que eu sinto hoje em dia.

Cada natal tem uma cor. Tem uma iluminação diferente. Um design diferente. A questão é saber arrumar eles do jeito certo. Mas qual é o jeito certo?

Depende do enfeite que você colocou na Janela. Ou na sua própria árvore... E gostar daquilo que você fez. O Natal é assim sempre.

20 dezembro 2009

Cegueira

É incrível como (as vezes) o mundo é cego.

É incrível como (as vezes) as pessoas ao meu redor são cegas.

É incrível como (as vezes) eu sou cego.

Mas de que tipo de cegueira estamos falando aqui? Da cegueira de certas autoridades em resolver uma questão tão delicada como é o aquecimento global? Da cegueira das pessoas em continuarem não compreendendo o que é realmente o conceito de felicidade ou de bom senso? Da minha própria cegueira, de tentar mostrar pra alguma pessoa o que pode ser certo, ou o que pode ser errado, bem como a cegueira do que pode estar por vir mais a frente? (Ou do que pode estar acontecendo nesse exato instante? Ou que pode ter acontecido e não me dei conta?)

De uma certa forma, de todas elas. Em um contexto geral, tudo está interligado. Poucas sabem enxergar a um palmo de sua mão qual é a melhor solução pra fazer determinadas transformações, oq pode ser certo, ou enxergar a si mesmo quais são os próprios defeitos, erros, ou até mesmo qualidades, objetivos, enfim...


Já me senti assim, e me sinto assim agora. Já entrei em crise por não saber direito pra onde eu estava indo, ou o que poderia acontecer a seguir. Já me peguei dominado pela insegurança ou pelo medo de acabar algo que de repente... estava normal, ou até estava até melhor do que imaginei. Mas me pego apavorado quando a questão é o que vem a seguir, o que pode acontecer comigo, o que pode aparecer a minha volta, pra onde eu devo ir e tal. Certas situações também podem te deixar cego ao ponto de não saber o que fazer, mesmo sabendo que a solução pode estar ali, bem debaixo do seu nariz. Ou guardado na própria cabeça, dentro de uma "caixinha de pandora" interna.

É pertubador não ter uma idéia do que possa estar vindo a sua direção. Se é uma coisa boa, se é uma coisa sombria, "a boa fortuna o espera" ou "uma mina terrestre o espera". Queria ter uma bola de cristal pra advinhar, ou simplesmente pra poder mudar o percurso que possa estar me fazendo navegar diretamente a um iceberg.

Tá, eu sei... "não há plano". E por isso a incerteza do futuro também é excitante. Mas eu não tenho o controle do futuro, e não sei ver o que pode estar vindo, por isso me sinto cego. Mas garanto que eu não sou o único a sentir esse tipo de dúvida e preocupação.

Mas também devo comentar sobre a cegueira de outras pessoas. De muitos que querem ter uma vida vazia e não verem que pra ter coisas legais, o ideal é buscar o máximo daquilo tudo. Aliás, muitas pessoas não tem muita noção do que significa essa palavra. Alguns entendem que "curtir a vida" é simplesmente ir ao boteco, beber, beijar na boca e etc. Não, não estou dizendo que isso é ruim, mas SÓ isso. Muitos não entendem o conceito real do que é curtir realmente a vida, mas muitos traduzem isso de maneiras diferentes. Mas se você olha direitinho, a maioria fala essas três frases pra sintetizar as mesmas coisas. O que pra mim, é sinônimo de cegueira.

Mas também vejo cegueira alheia em resolver situações. Muitos não usam a cabeça pra enxergar a melhor solução possivel pra resolver determinado problema, ou não consegue mudar acerca de um determinado erro. Por mais que queira mudar e acertar, você continua errando como errou em outras oportunidades, não muda vícios, não muda manias que podem ser ruins. Pra mudar tem que ter muita força de vontade pra poder reverter determinada situação. Mas muitos são cegos, ou não procuram um óculos ou um colírio pra enxergar o que pode ser bom, como no caso lá da cúpula de copenhagen acerca do clima.

Existem diversos tipos de cegueira por aí. E praticamente muitos sofrem de "treva branca" (quem já viu Ensaio sobre a Cegueira, sabe do que eu tô falando). Muitos não enxergam boas situações, ou as próprias situações, ou a si mesmo. E pior, muitos não sabem enxergar oq é melhor, e oq não é. Por mais que exista a intensidade e a impulsão, também existe o controle, ou simplesmente a ambição. Mas infelizmente no meio, também existe a cegueira. E ela afeta muita gente, mesmo que ela não seja uma doença letal e caótica, mas que nos pode fazer pessoas vazias, perdidas, inseguras, preocupadas ou até mesmo agressivas de certa forma.

Mas ainda há espaço para abrir os olhos. Sem dar (tanto) espaço pro orgulho e pra outros fatores que ajudam a nos manter de olhos fechados. Se é que as pessoas querem mantê-los abertos, é claro.

19 dezembro 2009

Um Post Extremamente Cabeça.


Bla bla bla. Bla bla bla.

Bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla. Bla bla bla bla bla bla! Bla bla bla bla bla bla bla bla, bla bla bla bla bla. Bla bla bla...

Bla bla bla bla bla bla bla bla, bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla, bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla, bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla: bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla! Bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla.


"Bla bla bla!"

Bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla, bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla, bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla, bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla.


Bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla, bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla, bla bla bla bla bla bla bla bla, bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla, bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla! Bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla.

Bla bla bla bla bla, Bla bla bla bla!

Bla bla? Bla bla bla bla bla, bla bla BLA BLA BLAAAAAA!

Bla bla bla... Bla bla bla bla?


(...)

E então, entendeu o que eu quis dizer?

22 outubro 2009

Sorte / Revés

Em determinadas coisas da nossa dificil vida, damos sorte de conseguirmos algo.

Em outras determinadas coisas da nossa dificil vida, damos azar e não conseguimos algo que queremos muito.

Eu sei que ambas as coisas fazem parte do jogo. Mas é terrivel você invejar a sorte de alguém e viver tendo revés na mesma situação.

Algumas pessoas tem a sorte de ter amigos legais, uma pessoa que ame de verdade, ter estabilidade profissional, poder fazer o que quer sempre. Mas mesmo que as vezes essa mesma pessoa também pode ter revés em determinadas coisas da vida, tende a ter muito, e reclamar significaria "falar de pança cheia".

Não, esse não é o meu caso, mas é o caso de várias pessoas que vejo por aí. Mas bem que eu gostaria de ser assim...

Não posso reclamar, já que possuo sorte em determinadas coisas. Todo mundo tem competência em conseguir algo mais rápido ou ter mais sucesso do que outras pessoas, isso é comum. Mas é comum também você reclamar daquilo que não acontece com você. Daquilo que você queria que acontecesse contigo. É inevitável você cantar a pedra de que "queria ter mais sorte em algo". E todas as pessoas fazem isso, até eu. Até você que está lendo essas linhas.

Mas cuidado pra não transformar essa lamentação em inveja. Invejas acontecem, mas quando bem dosadas podem ser controladas. Ciúme excessivo e descontrolado gera desequilibrio e pode corroer a si mesmo. Tanto a estragar uma relação quanto a tornar um crápula maldito de pisar na cabeça das pessoas pra conseguir aquilo que quer. Ou até chegar aquele passo, já que quem almeja coisas do tipo sempre quer mais e mais, e o descontrole aumenta, e a personalidade vai ficando cada vez mais fria e rude, tendo tendencias ao psicopatismo.

Eu confesso: eu sinto inveja. Sinto inveja de amigos meus, sinto um pouco de inveja de ter um pouco daquilo que eles possuem. Mas todos sentem, a questão é não chegar no exagero.

Mas gostaria de ter a mesma sorte. Quando a essência é boa, vale a pena você obter aquilo. Desde que seja a sua maneira, já que cada pessoa luta pela sua própia essência, e é ela que pode nos dar a certeza que demos a sorte naquela coisa. Ou azar... Depende dos capitulos a se desenrolar...

Pois é. A Vida é um tremendo perde e ganha. E ambas as coisas fazem sentido, ambas as coisas fazem você pensar, ambas fazem você evoluir... Mas no meio do processo você pode ter sorte, ou pode sempre esperar por ela e não vir. A questão é viver mesmo.

Quem sabe as coisas não acontecem? Talvez com competência você chegue lá. Ou não...

16 outubro 2009

No Mundo da Lua

Quem lê meu blog sempre percebe quanto eu viajo em meus posts. Até podem ser coisas simples, mas eu costumo filosofar bastante por aqui, mas até que eu gosto disso. Escrever meia duzia de palavras sobre um assunto abrangente ou por algum desabafo é bem chato.

Mas as vezes você sonhar ou se estender bastante sobre determinada coisa é bom. Desde que você não exagere nos sonhos e dê passos maiores que a própia perna.

Já fiz isso em determinados momentos e me arrependi. Não do que eu fiz, mas de ter feito muito apressadamente, muito em cima, muito guiado pelo sonho, ou pelo modo de você querer se dar bem em determinada coisa e mostrar que pode fazer algo em pouco tempo e ser elogiado por isso. Como disse, TODO sonho pode dar certo, desde que você esteja dando os passos certos.

Há loucuras que também vem para o bem, desde que essas te levem a algum objetivo. Um objetivo promissor e que vai te dar alguns frutos lá pra frente. Mas que você planeje desde o começo.

Outras são completamente dispensáveis e sem objetivo algum. Mas não estou aqui pra discutir se o sonho de uma pessoa X é valida ou não. Estou aqui pra discutir que todos os sonhos são válidos, desde que você tenha os alicerces certos para torná-lo realidade, e que ele são seja algo muito... utópico.

Já vi muitas pessoas "chegarem a lua". Já vi outras "vivendo no mundo da lua" e nunca sairem do chão. A diferença é que uns buscam crescimento, outros preferem ficar no chão e continuar deslumbrando o céu. Acho que já fiz um pouco dos dois. E as duas coisas são boas.

O que não é bom, é idealizar muito o próprio sonho. Quando idealizamos, podemos sonhar com o final do arco-iris e acordar vendo apenas flocos de milho. Por isso, é sempre bom ter pés no chão mesmo quando sonhamos, caso contrário teremos que chamar houston...

Bem, eu sei que não fiz um bom post. Acho que eu estava perdido no mundo da lua. Mas acho que deu pra dizer oq eu tinha pra dizer...

Ou não. Enfim...

15 outubro 2009

Perfeitas Imperfeições

No post anterior eu disse que "alguma coisa faltava" pra tudo estar perfeito. Eu só me esqueci de um pequeno detalhe: existe atitudes perfeitas, pessoas perfeitas, fatos perfeitos? Existe perfeição? Existe Satisfação por completo?

Pra mim, não. E digo mais: eu nunca vou estar satisfeito, porque eu sempre vou querer mais, vou querer deixar uma situação ainda melhor, ficar ainda mais feliz, evoluir mais... Perfeições existem, mas há algumas coisas que ainda podem ficar melhores...

E isso não provém só de mim. Muita gente que conheço também quer mais, quer fazer uma determinada situação ficar mais animadora, mais estreita. Me considero um pouco perfeccionista também, mas de deixar todas as coisas certas. Mas sei que algum erro pode ocorrer, afinal, ninguém é perfeito.

E isso também faz parte do equilibrio natural da vida. Você aprende com tudo que aconteceu no passado, com erros pra não comete-los novamente. Uns batem a cabeça mais de dez vezes até acertar, outros acertam de primeira. Talvez por ver erros alheios, ou por algo conhecido dentro da própria casa. Muitos se culpam por cometer falhas que normalmente não cometeria, mas sempre seguem em frente, não importa quanto tempo essa culpa dure.

Uma vez discutindo com um amigo, ele me disse que em um relacionamento por exemplo, brigas são necessárias. No inicio eu achei isso pesado, porque quando há briga, há desgaste. Além disso, muitas não tem capacidade de perdoar, e avaliam a pessoa por um determinado erro, e não pelo conjunto da obra. Mas ele tinha razão: brigas realmente são necessárias, desde que seja para aparar coisas pequenas, e que ambas as pessoas a utilizem como uma forma de entender a outra pessoa, ou simplesmente estreitar, valorizar a relação. Já que todas as pessoas são passiveis de falha, e em uma delas, pode haver uma briguinha. Mas claro, uma discussão normal, nada de tiroteios ou sentenças de morte.

O que eu quero dizer com isso? Quem em qualquer coisa, seja relacionamentos, carreira profissional, ou no próprio dia-a-dia, erros são fundamentais. Nos ajuda a valorizar a nós mesmos e mostrarmos que erramos tentando acertar. Isso é uma coisa perfeita.

Mas voltando ao começo do post, alguma coisa sempre vai faltar pra mim. Quando alcançarmos um ponto X na nossa vida, vamos querer buscar o X². Mas não penso em trocas, e sim em somas, porque tudo que é bom pode ficar melhor. Que o ponto que ainda não foi alcançado e que você quer alcançar, incomoda sim. Porque você quer estar bem. Mas quer ficar ainda melhor, e pra isso, erros podem acontecer. Isso é algo normal. Mas errar faz parte, desde que esses erros sejam buscando acertos ou sendo "espetaculares".

Mas que algo falta, ah falta...

06 outubro 2009

"Não há Plano"


Hoje eu acordei com uma verdade terrivel incomodando a minha cabeça.

Todo mundo sabe (ou quase todo mundo sabe) que eu tenho como um dos meus grandes objetivos ser um profissional de sucesso. Não tenho ambições extremas de ser diretor de alguma compania ou algo do tipo, mas gostaria de ser uma pessoa respeitada, bem sucedida ou simplesmente independente. Ainda mais porque você sendo assim, terá mais oportunidades para ter grandes crescimentos ou simplesmente sustentar outros valores. Sabe, quando você quer levar a sua namorada pra uma viagem inesquecivel? Ou simplesmente quer ter uma idéia boa para poder fazer o que quiser, quando quiser e pra onde quiser ir? Bem, esse é um dos meus objetivos. Lógico, esse é um dos pilares, mas eu não quero passar nenhum aperto no futuro, e sim, construir meus própios valores e alcançar o sucesso com meu própio esforço.


Mas hoje eu parei pra pensar: eu tenho planejamentos de crescer pra daqui há um ano. Já que ainda tenho muita coisa pra aprender e alguma experiência pra colher. Mas como eu posso pensar pro ano que vem se as coisas exigem que você faça algo para ontem? Sem ter tempo pra planejar e sim, pra se mover, fazer alguma coisa?

O que eu poderia fazer com as ferramentas que tenho na mão atualmente?

Pouca coisa. Eu sei... E isso desanima. Desanima também você não conseguir uma coisa legal agora justamente por algum detalhe... ou por alguma necessidade específica. Penso eu que poderia melhorar mais o meu inglês, aprender um pouco mais de design, estudar mais pra concursos, correr atrás de crescimento e ter um curriculo invejado (ou ao menos ter alguma coisa destacável) mas será que eu tenho tempo pra tudo isso? Será que eu tenho algum plano?

Planos... planos... e mais planos. Tudo que fiz até agora foi planejar. Mas o dinamismo das coisas e algumas necessidades não permitem que você siga um determinado norte, e sim que você simplesmente dê uma de johnny walker: "keep walking".

Não dá pra parar e pensar, a questão é agir. Como eu devo fazer isso?

Parando de fazer planos, porque eles não existem. Isso mesmo, não há plano.


Eu hoje posso estar reclamando de como eu tenho dificuldade pra achar um estágio, emprego, ou simplesmente pra estudar em paz para um concurso público. Mas daqui há três anos eu possa estar diferente. Posso estar em um bom emprego, exercendo cargo publico, e claro, crescendo. Crescer e buscar alguma coisa nova como habilidade, posso gostar de fazer coisas que não imaginava que iria fazer e desenvolver aquele determinado papel. Eu posso ter trabalhado em várias empresas, como posso ter me estabelecido apenas em uma. Não sei o que o futuro me reserva, só sei que posso (e certamente vou) estar melhor profissionalmente mais adiante. E também sei que há pessoas torcendo pra que isso aconteça...

Eu tenho certos desejos, e tenho algumas coisas em vista. Mas sei que tudo pode mudar com o passar do tempo, ou pode seguir o curso determinado que você quis até aquele momento. Tudo depende de uma escolha, de fazer algo ou não, de querer algo ou não, de abraçar determinada causa ou não. Na vida temos escolhas, e elas não fazem parte de planejamento algum. Nunca se sabe quando elas podem aparecer. Talvez apareça amanhã, ou daqui há dois anos, ou daqui há duas horas. Mas elas sempre aparecem, não tem como isso ser evitado.

Mas pra ter uma vida que você quer, não adianta você planejar. E sim, adaptar. Você vai se adaptando e se constituindo ao longo da vida e das oportunidades. O resto também se adapta. Você pode descartá-los, como pode adaptá-los a sua escolha.

Talvez seja isso que eu tenha que fazer daqui pra frente, adaptar. Mas sem perder o foco do que eu realmente quero pra minha vida.

Sem fazer visualizações, porque elas vem conforme o tempo. Não dá pra traçar destinos, por mais que eles aconteçam porque tem que acontecer. Mas há boas escolhas.

E há sucesso. E há crescimento. E de repente há acompanhamento também.

Mas plano? Não existe plano...

12 setembro 2009

Red Pill, Blue Pill



A Mágica visão da fantasia e a entediante visão da realidade. A Pilula azul e a Pilula vermelha.

Eu conheço muitas pessoas que tomariam a pilula azul. Preferem imaginar e viver aquilo que está a sua mente e ignorar o que está na sua frente do que fazer justamente o caminho inverso. Preferem sentir do que buscar, e isso é algo muito perigoso.

Por várias vezes eu já me peguei tomando desse veneno. Imaginando coisas irreais e sem sentido, do que buscar aquilo que eu sonhava pra minha realidade. Decepção com o dia-a-dia? Pode até ser por alguns momentos, mas em determinadas horas não dá pra simplesmente sonhar e assistir tudo quietinho da platéia. Você quer estar ali, atuando, vivendo aquilo que você sonha, não vendo seus amigos fazendo sucesso e você aplaudindo de pé feito um abestalhado. Você quer sempre mais. Mas não dá pra ser "sempre mais" tomando da pilula azul e vivendo uma realidade falsa onde sonhos e coisinhas sem sentido movem a sua vida do que simplesmente a busca e a persistência. Vejo muita gente se contentando com amostras e com a passividade do que buscar o completo e tomar determinadas atitudes, por mais que a realidade seja complicada e dificil como ela é hoje.

Além da questão buscar o real, temos a questão de vive-lo. É engraçado pois olhamos para os lados e vemos mais pessoas preocupadas com futebol do que com coisas mais sociais. Ou com alguma coisa familiar, profissional. Muitas pessoas não tem noção do que está a sua volta e só pensa na própia sensibilidade, e ainda sim temporária. Muitas pessoas preferem pensar em "como vou levar uma pessoa x para a cama" do que necessáriamente em cuidar do própio jardim para coisas mais importantes. Muitas pessoas não gostam de ler, porque é cansativo. Preferem ver novela, porque a trama é legal e quer ver a FDP da vilã morrendo, ou assistindo cópias de Oprah Winfrey e claro, ver futebol na TV. Isso é cultura certo? Muitas pessoas não gostam de se informar, a não ser que seja pra saber de quem vai jogar o clássico de amanhã, quem é o árbitro ou quem vai sair na próxima playboy. Isso é informação, certo?

Isso tudo é a Pilula Azul. Das pessoas que não enxergam e nem buscam a realidade boa e certa. E sim a temporária e com gosto de chocolate com marshimellow. Mas a outra pilula, essa poucas pessoas tomam...

Mas seria importante se as pessoas tivessem um minimo de essência e vissem a verdadeira realidade, ou a buscassem. Cada um tem a sua verdade, mas muitas verdades são plásticas.



Mas aí é questão de cada um tomar a pilula que bem entende. Uns conseguem ser felizes com pouco, outros com a essência completa.

Tudo é uma questão de escolha~~~

Keep Walking...

"Keep Walking".

Continue andando. Basicamente um "siga em frente", e veja no que pode dar.

Se você possui inúmeras perguntas de "Pra onde vou?", "O que eu devo fazer?", "Será que fiz a escolha certa?", "Será que estou fazendo a coisa certa?", "Se eu me ferrar, o que eu faço?" e etc, pra todas elas, tem uma única resposta: "keep walking".

Todas as pessoas possuem dúvidas acerca da própia posição na sociedade, ou do que ela está fazendo lá, no que ela está sendo útil. Além de quando você resolve investir em certas coisas ou em certos investimentos, você para um pouco pra pensar se tudo aquilo que você está fazendo vale a pena. E sinceramente? QUALQUER coisa vale a pena. Sim, por incrivel que pareça é verdade. Por mais que você tenha feito um determinado investimento em determinada coisa e não tenha dado certo, ou tomou um caminho errado, desde que seja algo reversível, é algo natural. É importante. Valeu a pena. E Você está coçando a cabeça lendo essas palavras e se pergunta: no que vale a pena uma escolha mal sucedida ou um caminho traçado de maneira errada?

Tudo na vida é uma auto-crítica válida, desde que você saiba admitir que errou a topar por aquele caminho, e queira seguir em frente. Tudo na vida é uma auto-avaliação, seja ter namorado uma pessoa que não tenha nada a ver, seja ter entrado em um curso errado, ou ter errado em uma entrevista em que você queria tanto passar, ou um planejamento seu que você tenha se equivocado em algum ponto e todo o investimento foi pelas cucuias. TUDO, absolutamente tudo, é avaliável. Além de termos a capacidade de cometer erros espetaculares. Claro, você errou, mas foi um erro querendo chegar no acerto. Ou a pró-atividade de você ter tentado chegar a aquela solução e não conseguiu convencer. Pior, foi absolutamente desastroso. Mas o que conta é a tentativa do acerto, e não o erro. Muitas pessoas reconhecem isso.

Você pode parar pra pensar e ver os porquês. E desses porquês continuar a traçar um outro planejamento. Algo que possa dar certo, ou uma nova experiencia para trilhar uma nova idéia posterior. Você seguiu em frente, segue. Na busca de um determinado acerto, felicidade, satisfação. Lógico que há o desânimo. Mas nada é perfeito... Mas levantar e continuar andando é uma atitude legal. Persistências, insistências, determinações pra chegar até uma coisa que você queira. Isso é uma coisa satisfatória.

Não são pessoas perfeitas e atitudes perfeitas que movem o mundo. E sim, a imperfeição.

Sim, a imperfeição e os defeitos são uma arte. O deformado e/ou o complexo é mais interessante do que o plástico e o simples. Porque o simples todo mundo entende, o complexo só você pode entender.

E a insistencia de entender o complexo, ou se-lo, é uma coisa boa. É a busca.

Por isso, não desista de persistir, lutar, entender ou SE entender. Ou Parar pra se perguntar sobre certas coisas. Todo mundo se pergunta, e isso é bom pra o própio entendimento de si-mesmo. O Que vale é a persistência.

Siga em Frente. Keep Walking. Quem sabe o velho johnny não te leva a algum lugar?

03 setembro 2009

Páginas em Branco...

São 2h da manhã de sexta-feira. E eu estou aqui, de novo, pensando em que eu vou escrever pra hoje.

Eu poderia escrever várias coisas, aliás, hoje passaram várias idéias na minha cabeça acerca do que eu iria colocar hoje, e no fim, só saia a mesma coisa: posts superficiais, reclamações, posts querendo convencer a alguém sentir pena, opiniões plásticas e etc. E no fim, a mesma página em branco.

Olho pra posts de alguns amigos meus e vejos coisas com conteúdo. Mesmo que em alguns sejam um conteudo sei lá... fanático ou codificado demais, mas é um conteudo. E o que vejo aqui? Reclamações, posts vazios, e um monte de baboseira junta.

As vezes sinto vontade de fazer posts diferentes, coisas mais cultas, habituais ou algo pessoal meu mais "feliz". Ou simplesmente postar como postei no mês de Abril e Maio, que foi a época da "farta inspiração". Mas na hora de montar ou pensar em uma idéia legal, sai sempre a mesma coisa.

E pra piorar, a idéia das tirinhas saiu pela culatra, já que as imagens saem pequenas e fica dificil dar realidade ao post. Então né...

Bom, agora são 2:30 da manhã, e fiquei meia hora pra escrever cerca de três paragrafos. E nenhuma coisa útil. É melhor eu ir dormir porque o dia já foi bem melancólico (?) por hoje.,.

E Torcer pra amanhã eu escrever no bloquinho, já que viver em um eterno "bloqueio" pra idéias é algo bastante tenso...

Anyway~

17 agosto 2009

Robots, we are Robots!

As vezes em uma das minhas observadas de cotidiano eu acabo chegando a conclusões um tanto... bizarras.

Uma delas é que eu olho para os lados e vejo um monte de pessoas agindo exatamente igual, querendo exatamente as mesmas coisas, falando as mesmas palavras quando sentem saudade (?) de um amigo (as vezes por sentir, as vezes por falsidade), além da própia mente humana funcionar exatamente da mesma maneira quando o assunto é modismos, histerias, crenças ou coisas do tipo. É como se fossemos robôs.

Porque a comparação? Porque muitas pessoas não são nem um pouco autênticas, ou possui mente independente das demais. A maioria segue um padrão definido e segue uma vertente adotada pela maioria. Ficou vago demais? Eu explico...

Muitas pessoas se atem a detalhes. Detalhes esses na maioria das vezes, um tanto banais. Como você vestir certa marca de roupa pra se dar bem com a mulherada. No caso das mulheres, muitas pensam em coisas falsamente sexy pra simplesmente inflar o própio ego e deixar os homens babando. Daí, a mesma se mostra como uma mercadoria e veem os homens como "produtos iguais a serem consumidos", assim como acontece o inverso. Não descrimino pessoas assim, mas se ater a pequenas coisas e não dar valor ao que realmente importa é pertubador.

Afora você se ver envolvido em joguinhos sem sentido, em regras que não levam a lugar algum. Pra você adquirir respeito por exemplo, não precisa necessáriamente ser uma pessoa inteligente, mas você precisa de detalhezinhos para evoluir. Regras pra respeito, conquista, "pegação"... entende o que quero dizer?

É Raro você ver pessoas imprevisiveis por aí. Pessoas diferentes e que querem fazer diferente. Ser um "Sonny" da vida (quem viu Eu, Robô sabe do que estou falando) e sair da fabricação de robôs pra se dizer que é uma pessoa única no meio de um monte de pessoas iguais. Diferenciar. Mas alguém liga pra isso?

Muitos se acham diferentes, mas é só você olhar a forma de expressar da pessoa e você nota que elas são iguais. Na real, todos são diferentes, mas nem todos são REALMENTE diferenciais. São coisas que um ou outro conseguem, simplesmente fugir do sistema e não seguir correntes puxadas por avatares que movem o mundo a base do dinheiro, poder, teorias verdadeiras ou falsas ou simplesmente espalhar um factoide no meio da multidão pra que o povo se inflame e acabe entrando na causa. É só você olhar a guerra da Globo contra o SBT, e muita gente querer comprar a briga. Robôs programados pela mídia fazem isso o tempo inteiro. E quem são esses robôs? Nós! Que fazemos exatamente o que eles querem, inflacionar o ego e mostrar retorno ao propio veiculo que eles tem o poder! E sobre nós mesmos! E nem é preciso haver guerras de emissoras, não. É só você espalhar qualquer coisa que nós nos programamos automaticamente a seguir determinada coisa, "are baba"!

Mas há cabeças diferenciais por aí, que jogam tudo isso pro espaço e dão atenção ao que realmente importa por aí. Mas em algum momento acabamos agindo automaticamente em prol da sociedade em algum momento, não tem como fugirmos disso sempre. Mas dá pra evitar o padronismo sociológico que nos é imposto. Basta pensar diferente. E não sermos controlados como robôs pela midia, sistema ou por alguma verdade. Precisamos de pessoas únicas por aí.

E claro, destruirmos o controle remoto ou viver a revolução. Yes, we can!

Basta simplesmente sermos nós mesmos. E não seres controláveis... '-'

31 julho 2009

Sua Resposta Vale Um Bilhão!

Indecisão.

Já reparou que muitas pessoas por aí não sabem bem o que querem? Além de outras dizerem que querem algo, mas não saber as consequencias daquela determinada coisa?

Sempre vem a pergunta: "Você sabe REALMENTE o que você quer?"

Não vou me privar do assunto, também sou indeciso em determinados pontos, e sei o que quero em outros. Mas muitos se deixam levar pela indecisão, ou pela busca pelo plástico, sem saber se aquilo é realmente o que busca, ou o que realmente quer.

Isso acontece bastante em relacionamentos ou quando você sai pra procurar um emprego, ou pra escolher uma carreira a seguir. São fatores onde uma atitude é bem determinante pra você ter um cotidiano mais saudável, ou mais terrivel e complexo. Não falo só de decisões erradas, mas de você desconhecer o que realmente aquilo significa. Como muitas pessoas que vejo por aí que procuram um namorado por exemplo, mas não sabem qual é a consequencia de um relacionamento. Como sofrer, se preocupar, discutir... não é simplesmente sair de mão dada, estar juntinho sempre, beijar na boca, sexo e etc. Sempre tem um outro lado que muitos desconhecem. Muitos só procuram o bom e acabam descobrindo o lado ruim no meio de tudo, daí, as pessoas tem inumeros "ex" namorados que juraram de morte por algum determinado motivo.

Outra, é quando você investe na sua vida profissional, quando você está pra escolher a carreira e tudo mais... Muitas pessoas escolhem caminhos errados ou por uma falsa impressão, acabam parando em cursos que não tem nada a ver com você. Ou a falta de alguma determinada atitude, faz com que você cresça uma pessoa má sucedida naquela determinada profissão. Alías, falta de algum tipo de atitude e de risco faz com que você não seja uma pessoa bem sucedida em vários campos. Culpa ou da indecisão, ou da imprecisão.

Situações como essa, nos faz levar a um leque de opções. Opções pela qual uma você vai chegar a lugar nenhum, e outra vai chegar a algum lugar, seja acertando em cheio, ou indo pra uma outra questão para chegar ao lugar certo. Muitas pessoas pensam demais na hora de escolher uma determinada opção (como eu as vezes) por exemplo. Refletir demais sobre as escolhas, consequencias e ver o caminho melhor para se seguir. Outra simplesmente chuta, porque o que importa não é a reflexão, e sim a impulsão. "Se não der, vou tentando até onde der".

São duas tentativas válidas, porém arriscadas. Em uma delas, você pode acabar bilionário e ser uma pessoa feliz com as decisões que você teve. Em outra, você pode perder tudo e simplesmente não ser tão feliz em determinadas escolhas. Muita gente arrisca no "tudo ou nada", outras pensam e jogam, outras fazem as duas coisas...

Mas toda tentativa de se chegar ao caminho certo é valido. Desde que você saiba como é esse caminho. Muitos não sabem nem onde estão pisando.

E você, sabe? Sabe o que quer?

Sua resposta vale um bilhão!

Novas Perspectivas...

Sempre que vou a São Paulo, sempre reflito sobre uma questão que me acompanha já há algum tempo: mudar de cidade e ir atrás de uma nova perspectiva de vida.

Sabe quando você já viu muita coisa na cidade onde mora e gostaria de conhecer ainda mais coisas, mais culturas, andar por lugares diferentes, ir a um ponto que você nunca foi, conviver com pessoas que tem visões DIFERENTES das pessoas que você vive no meio urbano atual? Além de uma experiencia de ter pisado em uma terra diferente? E de poder experimentar uma LIBERDADE que você não experimenta onde você mora atualmente? Pois é, eu me sinto assim as vezes.

Não, isso não significa que eu deteste a minha cidade. Eu gosto do lugar onde vivo. Mas as vezes vem o tédio de voce sempre ver a mesma coisa ou observar uma mesma holística sempre. Ou de você estar ligado a uma verdade que, de repente, não é a sua verdade. Ou de dar rolés pelo mesmo lugar sempre, não ter sempre um lugar diferente pra ir... Não sei se é por querer conhecer um ambiente totalmente novo, ou é por não querer estar em um ambiente de turismo/praia, ou é por questões de liberdade, já que familia não te dá tanta liberdade pra você fazer tudo o que gosta, mas em uma cidade diferente você pode ter essa oportunidade.

Além daquelas questões: "Vou viver sempre aqui?" "Nunca conhecerei outro universo?" "Como são as pessoas de lá?" "Por que as daqui são tão iguais?" entre outras coisas do tipo...

Porém, sempre tem uma consequencia. Uma coisa é você viajar e ir pra tal lugar pra quatro dias. Outra, é você morar naquele lugar e conviver com pessoas diferentes 24h, sentir aquela holistica sem o entretenimento, mas com o trabalho, com o cotidiano. Isso pode mudar quando chegar lá e sentir nos três primeiros meses, pra onde quer que eu vá. Para isso, existem as adaptações. Umas são bem sucedidas, outras...

Queria experimentar uma coisa nova, um cotidiano novo. Faria bem pra minha mente, pra minha vida, pros meus pensamentos... Você pode amadurecer e se tornar uma pessoa diferente em outro lugar, já que está mais livre. Posso arriscar e errar, me deprimir, mas eu quero arriscar! Sempre é bom conhecer coisas novas, e ficaria meio deprimido se vivesse sempre no mesmo lugar e só conhecesse as mesmas coisas, e estivesse em um lugar em que a verdade não é muito a sua. Mas isso vai de pessoa a pessoa. Eu por exemplo gosto de experiencias novas em lugares que nunca fui, além de morar em uma cidade diferente, coisa que nunca experimentei e gostaria de experimentar em breve...

Tudo graças a liberdade. E a uma Nova perspectiva... '-'


15 julho 2009

O Rock Morreu?

Era pra ter postado isso no dia internacional do rock. Mas como o tempo e o cansaço (e a preguiça) não permitiram postar isso anteontem, vai hoje mesmo.

Certo dia eu estava conversando com um grande amigo meu sobre gostos musicais. Ele me contava que agora seu gosto musical mudou, que escuta mais forró e MPB e veio com uma frase pela qual quero discutir aqui no blog: "O Verdadeiro Rock morreu. Hoje o gênero não existe mais."

Lembro que na época do colégio, esse meu amigo era viciado em Heavy Metal. Bandas como Slayer, Sepultura, Megadeth, Metallica, entre outras faziam parte da sua lista musical. Com o tempo, o gosto da criatura foi mudando, mudando e hoje ele praticamente não ouve mais rock. Se houve, é rock nacional mais direcionado pro MPB e pro Pop/Rock, como Skank, Ana Carolina, entre outras bandas que tocam na rádio. O Motivo pra ele ter largado os sons pesados e ido pros mais amenos? Comportamento e Mulheres. O Primeiro eu até entendo, mas o segundo é muito bizarro na minha opinião. Porque? Porque gosto musical não é termômetro pra conquista de pessoas do sexo oposto. Ou é. Vide as Marias Baquetas...

Mas voltando ao assunto: o rock realmente morreu? Ou ele é eterno dependendo do ponto de vista de quem escuta determinada vertente?

Pra quem curte rock mais antigo, progressivo, mais influente do "rock n' roll", certamente vai odiar as musicas que tocam hoje em dia. Quem curte um genero mais anos 90, talvez seja mais receptivo aos anos 80, mas vai ser reticente aos dias de hoje. Afora que nessa época, já ocorriam experimentações de combinar o rock com outros generos, como o techno, o hip hop, o rap (vide a combinação de RUM DMC e do Aerosmith com "Walk This Way") , entre outras inovações. Claro, há várias inovações boas, mas algumas evoluiram tanto que chegaram ao ponto de ofuscar o brilho do rock com determinados valores.

Como alguns sons que ouvimos hoje em dia: o emocore, o hard rock e até um rock "mais techno do que rock". Bandas que foram feitas mais "por puro marketing" do que pra atrair mais fãs de certo modo. Atualmente ainda tem um genero que PRA MIM vale a pena: O Alternative Rock, que não deixa de ser uma vertente do New Metal, mas tem boas musicas pra ouvir. É uma laranja madura no meio de tantas laranjas podres...

Mas analisemos: O Metallica é uma das bandas mais conceituadas do Rock Internacional. Se pegarmos a Banda antes do Black Album, do mesmo até a trilha de M:I2 e da trilha até o recente disco "Death Magnetic" vemos três bandas diferentes pra quem curte Metallica. Um som mais agressivo, melódico, mais voltado pro heavy metal, com músicas bastante envolventes pra uma adaptação completamente cara de pau para o "new metal" que conhecemos hoje. Vale uma banda como o Metallica, do peso e da tradição que tem, se adaptar aos tempos de hoje? Sinceramente, acho que não. Mas há fãs que curtem a banda justamente por ser quem é. Ou então interilgam ao passado e ouvem o que era no passado, como é o meu caso por exemplo.

Pra mim, o rock não morreu. Porque cada um tem um conceito do genero. Pra quem escuta aquela banda que fez sucesso há muitos e muitos anos, ela vai servir de influencia, vai ter bandas seguindo tal estilo e cada um vai plantando sua determinada vertente. Seja ela hard-rock, heavy metal, punk, death metal, metalcore, New metal, emocore, alternative rock, rock progressivo entre outras que esqueci de citar...

Mas cada um tem o conceito sobre o rock. Pra mim ele não só não morreu, como ele conquista fãs de várias idades por várias virtudes. E pra você, o rock deixou de existir?

Ou ele é imortal?

12 junho 2009

Perguntas Inconvenientes. Verdades mais ainda~

Por que as pessoas pra seguir um determinado gosto tem que ser "de tal jeito" pra ser reconhecida?

Por que as pessoas só procuram aquilo que é comodo pra elas? Nunca tentam seguir migalhas?

Por que as pessoas desistem de falar com você de uma hora pra outra? Em um dia, ela adora conversar com você, e depois... puf!

Ou então ela muda radicalmente de idéia e diz que você é um chato, melancólico entre outras coisas. Por que isso?

Por que somos subjetivos demais? Porque queremos ser subjetivos e não somos diretos ao ponto?

Por que escrevemos complicado pra esclarecer algo tão simples?

Por que só as coisas ruins acontecem rápido, e as boas quase nunca acontecem?

E quando elas acontecem, por que elas demoram muito a se formalizar?

Por que os kamikazes usavam capacetes?

Por que o Garotinho ainda quer se candidatar a governador do Rio, mesmo sabendo que a época das "molecagens" dele já passou?

Por que, uma pessoa mesmo sendo um tipo de pessoa legal, ou simplesmente atencioso, amigo e tudo mais sofre mais do que um tipo de pessoa FDP, aproveitador e que simplesmente só quer inflar o própio ego?

Por que estou fazendo tantas perguntas?

Por que o povo sempre arrum motivo, besta que seja, pra arrumar uma briguinha, pra hostilizar? pra matar?

Por que sei que, mesmo escrevendo deste jeito, as pessoas não entenderão o que eu realmente quero dizer?

Por que não vemos equilibrio? Só tendemos a ver muita emoção ou muita razão em determinadas coisas...

Por que a maioria das músicas que ouço por aí, só possui UM tema?

Por que só vemos problemas? Se a solução possa estar (ou não) na nossa frente?

Ou então no nosso subconsciente? Mesmo que não sabemos esclarecer com palavras o que queremos REALMENTE...

Por que algumas pessoa, são "maria-vai-com-as-outras"?

Por que em vinte temporadas, os simpsons sempre continuam com a mesma idade?

Por que algumas pessoas são tão egoístas ao ponto de não parar pra alguém e perguntar se precisa de algo?

Por que envenenamos pessoas com frases vazias de amor como "quero viver com você pra sempre" e "você é a mulher da minha vida" sabendo que nada disso pode ser verdade...

E por que em seis meses, tendo essa convicção (?) já pensam em casamento?

Por que pessoas quietas tendem a ser pessoas "retardadas" ao invés de apenas observadores?

Por que algumas pessoas desistem de outras assim, tão facilmente?

Por que surpresas não acontecem?

Porque boas aventuras não surgem?

Por que por mais que os dias mudem, tudo continua igual?

Alguém lê esse blog?

Por que só buscamos só os fragmentos, ao invés do frasco completo?

Por que as pessoas não são aceitas da forma como elas são, ao invés de sempre exigir esteriotipos e conceitos pré-definidos de alguém?

Por que em determinados momentos, somos tão bestas e não pensamos no racional?

Por que em determinados momentos, somos tão bestas e não pensamos um pouco no emocional?
Por que?

06 junho 2009

Watch the System...

Tá vendo essa imagem aí do lado? Pois é. Eu poderia dizer que sou exatamente assim. Observando o mundo na tela de uma TV, a vida das pessoas, como elas são felizes (ou não) além de observar outras formas de vida por ali. Garantindo certo conhecimento.

Mas em contra-partida, estou sozinho dentro de um quarto, isolado, sem nenhum outro cômodo, sem nenhum acesso ao mundo externo. Talvez por querer ficar dentro dele e querer mais segurança. O Mundo viver melhor sem a minha presença no meio das pessoas que vivem nele. Ou estar preso pela não-aceitação, seja pessoal, profissional ou qualquer outra coisa. Ou Simplesmente coisas metafóricas. Bloqueio de idéias. Observar as idéias alheias e fazer balanços internamente. Mas não colocá-las para fora simplesmente porque não serão aceitas ou entendidas pelo mundo "padrão" que é.

Mas aí eu me pergunto: quem se importa?

A Sociedade padrão nunca vai parar pra olhar alguém que está quieto ou que simplesmente não é como todos. Em alguns casos, se aproveitam da situação, e a maioria ignora. Mas todos não se importam com o que você está sentindo ou pensando. Não importa. O Que importa é a a falsa felicidade e que devem ser feliz o tempo inteiro. Coisa que, como já disse, eu admiro, mas sinceramente acho pertubador. Ninguém é feliz o tempo inteiro.

Quem se importa se somos quietos? Alguém tentaria se aproximar só por seguirmos vertentes diferentes? Ou porque simplesmente somos complicados e ninguém tem coragem de entender o porquê e estar perto ou conversar pra "descomplicar" um pouco? Quem se importa?

O Fácil não atrai. Mas muita gente já quer coisas práticas. Relacionamentos práticos, dia-a-dia práticos, empregos práticos, tudo prático, sem dor. Coisas que precisamos da dor e do suor pra conseguir. Se temos coisas práticas, quem se importa com o complicado? Com o difícil?

São coisas que paro pra me questionar. E também me questiono se alguém notaria o porque de eu mesmo ser misterioso e complicado. Afinal, quem se importa? Coisas práticas existem aos montes por aí...

Enquanto isso, eu observo. É a única coisa que posso fazer de bom no momento. Melhor do que esperar o "nada".

Ninguém se importa mesmo....

19 maio 2009

Disco Riscado

Olhando os posts antigos do meu blog, as vezes me sinto como um disco riscado. Por mais que eu tenha alguma idéia útil pra alguém e queira expressar o meu ponto de vista sobre aquilo que eu vejo e observo, acho que a essência não muda. Ou eu não diversifico os assuntos que escrevo por aqui.

Até em outros contextos gerais eu me sinto assim. Ouvindo meu mp4, ou discutindo assuntos aleatórios, ou até mesmo conversando com amigos, tenho a sensação de que repito as mesmas informações toda hora, e isso incomoda bastante.

Quanto a música, ao menos eu consigo diversificar os meus gostos. Não aponto eles pra uma determinada vertente, e sim, pra várias vertentes. Ao menos, nisso eu posso dizer que "ouço (quase) tudo". Claro, não gosto de coisas fuleiras, e sim, de música boa. Sons que façam bem ao meu ouvido, e ao meu cotidiano quando estiver nas minhas andanças básicas na rua. É legal, ao menos em um momento de stress, você pode tacar um foda-se e ouvir uma musiquinha pra descontrair. Ou até mesmo em momentos de felicidade, tristeza, ou em momentos aleatórios mesmo. Música faz um bem danado pra mente...

Já idéias são mais complicadas. Emoções idem. As vezes me pego reclamando da mesma coisa, me vejo indignado com a mesma coisa. Afora o fato de você querer debater sempre sobre um assunto ou sobre uma determinada vertente por exemplo. Como um grande amigo meu que vive falando de história e é uma coisa legal pra se debater. Mas SÓ falar de história passa a ser pertubador. É como se você não tivesse variedade alguma.

Não é ruim discutir o que gosta, é bom pra alma e pra mente. Mas discutir SEMPRE só aquilo que gosta soa cansativo, previsivel... Sempre é bom uma inovação, uma mudança, ou ao menos um desvio de foco de tudo aquilo que você já disse antes. Ou então você estará repetindo uma coisa que todo mundo já sabe, ou que já descobriram que você é aficçionado por aquilo. Mas que você não sabe discutir outro assunto...

Ao menos, vou começar a variar aqui no blog. Talvez esse seja o motivo de algumas vezes não conseguir por nada aqui. Ontem mesmo pensei em incluir dois posts, mas desisti por achar que estou "mudando o assunto na mesma essência".

Ao menos mesclar é bom. Ou então fica um disco riscado. E todo mundo enjoa do seu trabalho...

Enfim~

08 maio 2009

As (Três) Palavrinhas da Discórdia.

"Eu te amo".

Qual é o significado dessas três palavrinhas atualmente?

Qual é o peso dessas palavras mágicas para uma pessoa? Nenhuma? Pouco e irrelevante? Bastante considerável?

Pra muitos, que dizem "te amo" para os amigos, até significa. Representa carinho, representa apreço por aquela pessoa. Mas pra alguns, elas não tem mais sentido nenhum. Geralmente, essas palavras é um passaporte de entrada pra algum determinado sentimento. Pras pessoas que acham isso atualmente, podem ficar confusas, porque essas três palavras que antes causavam impacto, hoje deixam as pessoas intrigadas. Afinal, se aquela pessoa está dizendo isso, é porque ela sente bastante apreço (ou não) por você. Mas que apreço é? Um carinho exclusivo de sentimento? Um apreço compartilhado de amizade? Você é a unica pessoa que está causando esse tipo de conclusão naquela pessoa? Ou é simplesmente uma palavra em que você é importante, mas que ao mesmo tempo, você é só "mais um"? Porque não um simples "eu te adoro" do que essas palavras?

Como disse em outro post, essas palavras também tem o dom de envenenar a pessoa. De espalhar uma verdade boa e absoluta, pra qualquer um. E no fim, ser traído por elas. Afora o fato de que essas pessoas "amam" um monte de gente. Se você tem um pensamento parecido, até pode entender o recado, mas se você é uma pessoa romantica, e ainda acredita nos valores antigos do "eu te amo", pode ficar bastante confuso, e até chateado. Até porque, como saberemos que determinado alguém gosta da gente de uma forma além de uma simples amizade? Que palavras usariamos, já que essas três já são utilizadas pra qualquer pessoa que você tenha um pouco de apreço? É uma coisa realmente intrigante...

E piora ainda mais quando alguém disfarça certas atitudes. Vira-se uma agulha no palheiro. Mas também, depende de quem diz. E pode confundir também.

Exemplo: Se um grande amigo seu, que nutre um sentimento interno maior, diz pra você que "te ama", e você pensa que aquilo é um determinado carinho apenas, e que não sente nada por ele, você irá retribuir, mas provavelmente ele irá confundir as estações. Porém uma pessoa que você goste muito, mas muito mesmo, diz que te ama, mas que ele só te vê simplesmente como uma amiga, te diz essas mesmas palavras, você irá se empolgar. Mas depois, irá se decepcionar e se deprimir, já que aquilo que você ouviu, não era aquilo que você pensava que fosse... Viu como as palavras envenenam?

Mas cada um tem a sua verdade sobre elas. Eu tenho as minhas, você que está lendo provavelmente deve ter as suas e por aí vai. Mas elas sempre deixam qualquer um pirado, mesmo que signifique alguma coisa, podendo ser intenso, ou compartilhado.

Varia...

(...)

Ah, e antes que perguntem, essa mão e esse papel não são meus xD
É uma figura ilustrativa pra dar um tempero no tópico.~