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11 setembro 2010

The Watcher

Eu sou um Observador.

Gosto de observar cotidianos. De ver as pessoas felizes, de ver as pessoas montando a sua própria carreira, de fazerem seus momentos, de alcançarem realizações, de constituir familia. Gosto de ver como as pessoas pensam em relação a tal coisa. Em como elas reagem a tal coisa. Já observei encontros, separações, viagens, brigas, mandos e desmandos, vi erros bobos sendo cometidos por outras pessoas, assim como erros graves também. Vi lagrimas caindo, seja por raiva, por tristeza ou por felicidade, vi risadas sinceras e sarcásticas, vi sorrisos sinceros, assim como vi sorrisos amarelos, daqueles que você dá pra disfarçar uma insatisfação.

Já vi muita coisa nessa vida. E quero continuar vendo. Eu sou uma pessoa discreta e curiosa, querendo ver como as pessoas são felizes e como posso tratar isso de uma forma artística. Ainda verei muitos casamentos, filhos nascendo e gente babando por eles, verei casais felizes correndo que nem malucos na beira de uma praia querendo pegar um ao outro, assim como jantares a luz de velas, além de ver coisas diferentes que não vejo em todo lugar, como cumplicidade, amor, entrega, amizade, simplicidade e até mesmo cooperação. Porque casais diferentes cooperam um com o outro, ou simplesmente cada um dá o seu jeito para que tudo fique belo. Mas também observarei o lado contrário, como instabilidades, algumas decepções, ciúmes... E claro, verei casais repetindo o mesmo script que vejo em todo lugar. O mesmo motivo, a mesma construção, o mesmo desmanche. Tudo isso na mesma quantidade de meses. Tudo isso eu já vi, e continuarei vendo.

Já vi amizades ficarem fortes e também ruirem. Já vi amizades promissoras ruirem. E já vi coisas incomuns prosperarem. Faz parte, nunca se sabe quando uma idéia irá ligar duas pessoas completamente distintas e irá fazer com que elas curtam a companhia de um e do outro. Já vi grandes amigos brigarem feio, e também fazerem as pazes.

Já vi belas paisagens. Já vi belos momentos acontecerem com outras pessoas. Momentos que, artisticamente falando, são grandes pinturas para se admirar por anos olhando pra ela na sua sala de estar. Acho que já registrei bastante coisa. Gostaria de continuar registrando tudo isso. Conhecendo mais esses cotidianos e vendo como as pessoas são felizes. Como elas buscaram e conseguiram esse conceito de felicidade.

Mas você deve estar se perguntando: "Tá, você viu bastante coisa. Mas já sentiu? Fez tudo isso e gostaria de ser observado ao invés de observar?"

Não sei. O Pouco que senti foi profundo. Mas não sei se ainda sentirei violentamente essa sensação de estar realizando as coisas que eu mesmo vejo os outros fazendo (aqueles que admiro, não todos). Não sei se sentirei de novo.

Talvez eu seja só um observador. E o meu objetivo seja apenas olhar e apreciar. Ou talvez eu esteja aprendendo com cada caso que eu tropeço por aí. Com os erros, não errar da mesma forma, mesmo sendo criaturas imperfeitas. E com os acertos, se inspirar, trabalhar e melhorar.

Mas pra qual objetivo? Para lutar pelo quê?

Por quem?

Sempre será assim? Ou o "acontece" realmente existe?

Eu sinto saudade de coisas que nunca senti. Vejo coisas que acontecem com os outros, e sinto falta de ver aquilo acontecer comigo. Ou, de ver a sensação, e de ter saudade dela, mesmo sem que ela tenha existido de fato.

De abstrato, tenho as memórias. Mas de concreto, só tenho as minhas observações.

E por enquanto, a minha vida vai me limitando a isso. Ao menos, em relação a tudo que eu observo.

Por hora...

10 maio 2010

Changes

É. Eu deixei o blog de lado.

Tive um monte de assuntos que pensei em colocar aqui, mas no fim, nunca os colocava. Tive planos que não cheguei a executar. Prometi mundos e fundos e no fim, como sempre, fiquei só na ameaça.

"Vou colocar um post sobre mudanças" pensei. Mas já fiz isso muito lá atrás, no post "Viva la Revolución". Fazer um post com palavras diferentes mas refletindo a mesma idéia, seria um erro. Dá a idéia de que, você prometeu que ia chutar o pau da barraca e ia apresentar mudança, ia recomeçar, ia revolucionar, e agora, mais de um ano depois, você vem e diz a mesma coisa. Mesmas promessas, mesmos objetivos... enfim. Tudo de novo. Por que não mudou antes? Por que acreditaria que agora você iria mudar de fato?

Talvez fosse o medo de mudar. Medo de perder o controle. De fugir muito da pessoa que queria ser e acabar me tornando (por A ou por B) uma pessoa que eu NÃO queria ser. Hoje eu percebi que tudo isso que pensei pode ser uma bobagem. Que eu tenho que mudar SIM, e que não devo ter medo disso. Agora é saber por onde começar.

Por sinal, a minha essência sempre esteve escondida dentro de uma "caixa". Já está mais do que na hora de revelá-la ao mundo. (Antes que pensem, não estou "saindo do armário" ou coisa do tipo, só estou sintetizando que eu sempre fui muito escondido e cauteloso.)

Tá na hora de fazer barulho. E de me organizar. Acho que passou da hora.

E Claro, de deixar de enrolar pra atualizar o blog. Isso também lembra que eu deixei muita coisa de lado pra estudar e "pensar um pouco".

Hora de viver o meu "Show me how to live". E não voar em casas voadoras e descobrir cachoeiras desconhecidas como eu disse que queria fazer. É suave, mas é lento. E cauteloso.

Well, hora de mudar de nível. Jogar no "Easy" por anos é um saco.

Enfim...

04 janeiro 2010

Altas Aventuras

Antes de tudo, gostaria de exemplificar o que é uma aventura. Segundo o Aurélio:

aventura
[Do lat. adventura, ‘coisas que estão por vir’.]
Substantivo feminino.
1.Empresa, empreendimento, ou experiência arriscada, perigosa, incomum, de finalidade ou decorrência incertas:
Viajar naquelas circunstâncias é uma aventura.
2.Acontecimento imprevisto, surpreendente; peripécia:
À pobre senhora ocorreu uma desagradável aventura.
3.Acaso, sorte, fortuna.
4.Proeza de cavaleiro andante, de cavalaria.
5.Ligação amorosa, em geral passageira e inconseqüente.

Aventura tem inúmeros significados. Pode ser uma coisa arriscada, passageira, ou até mesmo divertida. Muitas pessoas exemplificam esse tipo de situação por diversas formas. Eu tenho a minha, você tem a sua, seu vizinho outra, aquela pessoa que você detesta outra (que talvez seja o mesmo que o seu), aquele que você mais ama, outra (que pode ser bem diferente do seu)... Cada um tem um contexto de aventura.

Bem, nesse primeiro post de 2010, eu espero começar a viver as minhas esse ano. Ou retomar algumas que parei, ou ir atrás de novas, ou diferentes aventuras. Esse ano é o ano de concursos, de copa, de eleição (espero que eu não vire mesário outra vez), de viagens (espero viajar mais esse ano, do que em outros), dentre outras coisas que não fazem parte do plano no momento. Mas espero ter mais histórias pra contar do que tive em 2009, mas em outros anos também. Até mesmo porque, faltam algumas histórias a serem contadas. Mas isso só irá surgir conforme os anos (e não só nesse).

Vocês querem saber a minha definição de aventura? Esperem até o último post do ano e irão descobrir, junto com tudo que por algum modo vivi nesse ano. Quem sabe vocês não se surpreendem com as coisas que poderei dizer ao final do ano? Ou não...

Bom, o ano só está começando, e a aventura está lá fora. Espero que coisas boas aconteçam pra mim esse ano.

ESPEREM E VERÃO!!!

(Continua...)

20 dezembro 2009

Cegueira

É incrível como (as vezes) o mundo é cego.

É incrível como (as vezes) as pessoas ao meu redor são cegas.

É incrível como (as vezes) eu sou cego.

Mas de que tipo de cegueira estamos falando aqui? Da cegueira de certas autoridades em resolver uma questão tão delicada como é o aquecimento global? Da cegueira das pessoas em continuarem não compreendendo o que é realmente o conceito de felicidade ou de bom senso? Da minha própria cegueira, de tentar mostrar pra alguma pessoa o que pode ser certo, ou o que pode ser errado, bem como a cegueira do que pode estar por vir mais a frente? (Ou do que pode estar acontecendo nesse exato instante? Ou que pode ter acontecido e não me dei conta?)

De uma certa forma, de todas elas. Em um contexto geral, tudo está interligado. Poucas sabem enxergar a um palmo de sua mão qual é a melhor solução pra fazer determinadas transformações, oq pode ser certo, ou enxergar a si mesmo quais são os próprios defeitos, erros, ou até mesmo qualidades, objetivos, enfim...


Já me senti assim, e me sinto assim agora. Já entrei em crise por não saber direito pra onde eu estava indo, ou o que poderia acontecer a seguir. Já me peguei dominado pela insegurança ou pelo medo de acabar algo que de repente... estava normal, ou até estava até melhor do que imaginei. Mas me pego apavorado quando a questão é o que vem a seguir, o que pode acontecer comigo, o que pode aparecer a minha volta, pra onde eu devo ir e tal. Certas situações também podem te deixar cego ao ponto de não saber o que fazer, mesmo sabendo que a solução pode estar ali, bem debaixo do seu nariz. Ou guardado na própria cabeça, dentro de uma "caixinha de pandora" interna.

É pertubador não ter uma idéia do que possa estar vindo a sua direção. Se é uma coisa boa, se é uma coisa sombria, "a boa fortuna o espera" ou "uma mina terrestre o espera". Queria ter uma bola de cristal pra advinhar, ou simplesmente pra poder mudar o percurso que possa estar me fazendo navegar diretamente a um iceberg.

Tá, eu sei... "não há plano". E por isso a incerteza do futuro também é excitante. Mas eu não tenho o controle do futuro, e não sei ver o que pode estar vindo, por isso me sinto cego. Mas garanto que eu não sou o único a sentir esse tipo de dúvida e preocupação.

Mas também devo comentar sobre a cegueira de outras pessoas. De muitos que querem ter uma vida vazia e não verem que pra ter coisas legais, o ideal é buscar o máximo daquilo tudo. Aliás, muitas pessoas não tem muita noção do que significa essa palavra. Alguns entendem que "curtir a vida" é simplesmente ir ao boteco, beber, beijar na boca e etc. Não, não estou dizendo que isso é ruim, mas SÓ isso. Muitos não entendem o conceito real do que é curtir realmente a vida, mas muitos traduzem isso de maneiras diferentes. Mas se você olha direitinho, a maioria fala essas três frases pra sintetizar as mesmas coisas. O que pra mim, é sinônimo de cegueira.

Mas também vejo cegueira alheia em resolver situações. Muitos não usam a cabeça pra enxergar a melhor solução possivel pra resolver determinado problema, ou não consegue mudar acerca de um determinado erro. Por mais que queira mudar e acertar, você continua errando como errou em outras oportunidades, não muda vícios, não muda manias que podem ser ruins. Pra mudar tem que ter muita força de vontade pra poder reverter determinada situação. Mas muitos são cegos, ou não procuram um óculos ou um colírio pra enxergar o que pode ser bom, como no caso lá da cúpula de copenhagen acerca do clima.

Existem diversos tipos de cegueira por aí. E praticamente muitos sofrem de "treva branca" (quem já viu Ensaio sobre a Cegueira, sabe do que eu tô falando). Muitos não enxergam boas situações, ou as próprias situações, ou a si mesmo. E pior, muitos não sabem enxergar oq é melhor, e oq não é. Por mais que exista a intensidade e a impulsão, também existe o controle, ou simplesmente a ambição. Mas infelizmente no meio, também existe a cegueira. E ela afeta muita gente, mesmo que ela não seja uma doença letal e caótica, mas que nos pode fazer pessoas vazias, perdidas, inseguras, preocupadas ou até mesmo agressivas de certa forma.

Mas ainda há espaço para abrir os olhos. Sem dar (tanto) espaço pro orgulho e pra outros fatores que ajudam a nos manter de olhos fechados. Se é que as pessoas querem mantê-los abertos, é claro.

10 dezembro 2009

Uma Perspectiva do Futuro (ao menos o próximo ano...)

O Próximo ano ainda nem começou. Ainda faltam 22 dias pra isso.

Mas ao menos posso pensar no que irei fazer ano que vem. Ao menos a base dela...

2010 será o ano das Viagens. E ao mesmo tempo, o ano das batalhas. Se ano que vem não pode ser o ano das concretizações, ao menos eu posso pensar nele como o ano do "princípio" delas. Se elas acontecerem nesse ano, ótimo. Mas enxergo ela como um projeto, e não como objetivo. Ao menos não ainda...

Ainda tenho dúvidas no que irei investir em termos profissionais. Se eu busco um estágio, ou se corro atrás de um cursinho pra um concurso público.

Mas esses são apenas os "planos-base". Nunca saberemos oq poderá vir a seguir, ou conforme tomamos certas decisões.

Confesso a você que eu tenho medo do futuro. Motivo? Tudo que é desconhecido causa medo. E do jeito que as coisas ruins acontecem mais do que as boas por aqui, eu desconfio do que pode vir. Em todo lugar parado e calmo demais, pode ser sinal de pasmaceira, mas também pode ser sinal de uma ventania vindo por aí... Deixando tudo de pernas pro ar.

Mas isso pode ser sinal de uma revolução. Algo que te faça ficar diferente, faceiro, ativo ou simplesmente que faça você se olhar com outros olhos em relação a anos anteriores. Ou de uma destruição total a ponto de levar anos pra se reconstruir. Depressões, crises, morte... Mas isso são outros quinhentos...

Mas há coisas boas também. Futuro significa oportunidades, seja de deslanchar na vida pessoal ou na profissional. Significa fazer coisas que nunca fez, evoluir, buscar parâmetros novos, "continuar andando". Mas é uma estrada desconhecida.

Bom, espero que pelo menos no ano que vem, eu consiga me ver completamente diferente do que eu me vejo esse ano. Ao menos com um bom caminho andado em relação ao que eu quero e procuro. E claro, que as coisas mudem nesse ano "excitante" e duro que vai começar daqui há alguns dias.

Mas volto a me perguntar: será que as coisas REALMENTE vão mudar?

Eu gostaria de saber, sinceramente...

Uma Perspectiva do Passado (ao menos desse ano...)

O Ano ainda não acabou, ainda faltam 21 dias pra isso.

Mas há coisas que gostaria de dizer sobre esse ano que passou. Confesso que eu evolui bastante nesse ano.

Confesso que também consegui "superar" algumas coisas que conflitavam na minha cabeça por anos, ou até meses. Apesar de certas coisas eu ainda não tenha conseguido superar, seja situações ou até mesmo pessoas.

Mas posso dizer até que foi um ano bom. Aprendi a valorizar um pouco mais o meu lado profissional, fiquei amigo (ou muito amigo) de pessoas com quem eu conhecia mas nunca falava, passei a escrever mais aqui, passei a pensar um pouco mais no meu futuro, bem como na minha saúde, revi alguns pequenos defeitinhos que tinha antes e dei uma pequena consertada... Enfim, eu acho que realizei um monte de "pequenas coisas" na minha vida. Como ainda não pude realizar as grandes, ao menos eu pude me contentar (?) um pouco com as pequenas. Apesar de tudo, cada uma delas tem seu próprio valor. E serviu bastante pra minha vida nesse ano. E como lição pros próximos...

Claro, também cometi alguns erros. Eu confesso que continuo enrolado em certos detalhes, seja pessoais ou profissionais. Troquei de Habilitação na Faculdade, troquei de foco, vi meus sonhos desenvolverem N formas diferentes desde o começo de 2009, desisti e insisti em coisas que não deram certo anteriormente, enfim... dificil descrever tudo oq eu fiz de errado esse ano. Claro, todo mundo comete erros, a mesma proporção em que todo mundo evolui dentro de um ano.

Também penso que deveria ter tomado certas atitudes. Penso que não deveria ter "exagerado muito na dose" em certas coisas. Deveria ter insistido mais, ou desistido na hora que era pra desistir. Que deveria ter aprendido mais, devia ter passado batido e não ter ligado pra outras coisas. Mas também deveria pensar nas coisas certas também, como oq eu FIZ, as atitudes que eu TOMEI, as coisas que fiz certo em IGNORAR. Enfim, não dá só pra lamentar oq eu não fiz, mas devo me orgulhar daquilo que eu fiz. E isso deveria ser feito todo ano. Auto-Criticas são sempre bem vindas, desde que ela não venha sempre com exagero.

E o sentimento de "falta alguma coisa" continua. Mesmo que eu não saiba o que exatamente está faltando. Eu SEI que algo falta. Não sei descrever com palavras, é uma coisa que eu sinto e não consigo por isso em texto. E não foi esse ano que isso se preencheu. Mas continuamos aguardando...

Talvez isso não seja uma coisa especifica, mas um sentimento. Propiciado sei lá pelo quê. Talvez não tenha que acontecer um grande fator, mas uma série de pequenos fatores que levem a um grande fator.

Droga. NÃO SEI EXPLICAR!

Melhor parar por aqui. O que eu sei é que muita coisa legal aconteceu comigo esse ano. E muita coisa chata também. Senti falta de certas coisas e não senti de outras. Isso faz parte na metodologia de cada ano que passa. Mas como sempre digo: sempre dá pra melhorar aquilo que está bom (ou o que "não está ruim apesar de tudo...")

Se eu estou feliz ou triste com o ano que passou? A minha resposta é "estou normal".

Mas poderia ter sido melhor. Ou não...

Termino o Post com as quatro frases que marcaram o ano aqui. Além de ter o seu própio destaque.

"Você vai acertar de Primeira."

E alguém acerta de primeira alguma vez? Não sou eu, um mero mortal que irei acertar... (apesar de palavras serem uma bela forma de desarmar alguém...)

"Você pensa demais."

Realmente, isso que dá estudar CS. Você formula teorias e teorias sobre determinada coisa. Acho que isso vai dar um belo post lá pra frente...

"Não há Plano"

Li isso em um livro. E essa frase marcou muito aqui. É bem similar ao "Keep Walking" do velho Johnny (como diria um certo amigo meu). É uma base pra eu enxergar o futuro. Mas não é a única... qualquer coisa, leiam o post acima e irão entender. Ou o "Keep Walking" já postado por mim anteriormente...

E Claro, a frase que é a cereja do bolo de 2009:

"Nós e Você. Já são dois gritando."

Ainda não me conformo como um jornal de grande expressão cria uma campanha com esse slogan. Além de ser lastimável, chega a ser engraçado! E eles ainda continuam com a campanha!

Por causa disso, fica como a frase nº1 do ano! Isso prova como nego tem uma criatividade brilhante!

Vai entender...

20 novembro 2009

Novidade?

Sim, faz tempo que não atualizo o blog.

E sim, eu tive várias idéias para poder atualizá-lo anteriormente, mas como sempre, falta um texto decente pra sair. Apesar da faculdade também ter consumido meu tempo, eu não encontrei uma idéia decente por colocar aqui.

Claro, não há nada de novo pra se contar... Só as mesmas coisas de sempre.

A mesma faculdade, a mesma luta por um bom trampo/concurso, as mesmas nóias, as mesmas reclamações, lamentações, a mesma coisa. Apesar de nem tudo estar tão igual quanto se imagina.

Eu queria que algo diferente acontecesse, pra poder (ou não) relatá-lo aqui. Mas nunca se sabe o que pode acontecer amanhã. Ou daqui há uma semana, ou daqui há um mês, daqui há um ano...

Mas tudo que posso dizer é que hoje não existem novidades. Mas isso não significa dizer que eu esteja péssimo com isso, já que coisa "nova" não é necessáriamente coisa boa. Então, tudo está normal. Normal até demais...

Mas nem toda calmaria dura por muito tempo. Se durar, é porque tem algo errado aí...

E Você, tem alguma novidade na sua vida? '-'

13 outubro 2009

Essência Vazia


"Deixe uma Marca".

Uma regrinha de um livro sobre crescimento profissional que eu li uma vez. Uma regra que não serve simplesmente pra você ser uma pessoa de talento e se destacar no mercado de trabalho, mas vale pra qualquer coisa na vida.

É engraçado. Eu olho pros lados e vejo amigos meus deixando a sua marca de alguma forma. Uns por algum pensamento, outros pelo relacionamento que tem, outros simplesmente pela própia inteligência. Acho que o simples fato de você fazer a diferença o faz se sentir leve, de bem consigo mesmo e com pessoas o elogiando, de alguma forma...

E o que eu vejo em mim? Sou apenas um fantasma.

Do tipo que observa, e sonha em que aquilo aconteça com você também. Ou simplesmente quer fazer igual, quer sentir a mesma coisa, beber do mesmo suco da vitória que outra pessoa bebeu pra saber qual é a formula para chegar lá... Mas será que seria a mesma coisa? Ou faria de mim uma pessoa sem essencia alguma? Não uma essencia própia, mas um punhado de fragmentos alheios que você juntou pedaço por pedaço e quer transformar aquilo em uma essência própia. Não, isto não está certo...

Eu tenho meus própios pensamentos e sonhos. Gostaria que certas coisas acontecessem comigo ou dessem certo. Gostaria de estar FELIZ. Não um feliz aleatório, mas algo de verdade, algo importante, algo que eu saiba fazer bem e consiga algo porque eu realmente era daquele jeito. Ou evolui e cheguei até isso. Mas não... minhas felicidades são afrodisiacos, vem em determinadas horas, mas logo vai embora. E porque? Porque sempre vem aquela sensação de que "tem algo faltando". Mas o que exatamente? O que ainda falta? O que eu tenho...?

Uma essência vazia? Fragmentada e recortada de outras essencias?

Não. Não quero ser um "Ctrl C / Ctrl V" de outros. Eu quero ser EU. Pode haver alguma inspiração em alguém, mas quero que aquele sentimentozinho seja meu. E não uma coisa que quero copiar e ter igual...

Mas um dos piores sentimentos é o de ter alguma coisa faltando, de que não adianta acontecer só "A". Que "A" só vai ter sentido se existir o "B", por mais que conseguindo o "A" seja uma grande conquista e vice-versa.

Eu não quero ser um fantasma. Quero ser o meu própio eu. E quero que gostem de mim pelo meu próprio eu e por aquilo que posso ser ou pelo que conquistei. Quero viver coisas minhas, que podem até ser parecido com a história de outros, mas que seja a MINHA história.

Mas o que eu posso fazer se as coisas não funcionam? De repente o que eu quero não seja pra mim... Ou talvez seja.

Mas infelizmente eu não prevejo o futuro. E não posso me livrar dessa terrivel conclusão de que algo ainda tá em falta, mas que não sei exatamente oq é.

Well, vou parar por aqui. Não gosto de desabafar via blog mas as vezes é inevitável.

Perdoem-me.

06 outubro 2009

"Não há Plano"


Hoje eu acordei com uma verdade terrivel incomodando a minha cabeça.

Todo mundo sabe (ou quase todo mundo sabe) que eu tenho como um dos meus grandes objetivos ser um profissional de sucesso. Não tenho ambições extremas de ser diretor de alguma compania ou algo do tipo, mas gostaria de ser uma pessoa respeitada, bem sucedida ou simplesmente independente. Ainda mais porque você sendo assim, terá mais oportunidades para ter grandes crescimentos ou simplesmente sustentar outros valores. Sabe, quando você quer levar a sua namorada pra uma viagem inesquecivel? Ou simplesmente quer ter uma idéia boa para poder fazer o que quiser, quando quiser e pra onde quiser ir? Bem, esse é um dos meus objetivos. Lógico, esse é um dos pilares, mas eu não quero passar nenhum aperto no futuro, e sim, construir meus própios valores e alcançar o sucesso com meu própio esforço.


Mas hoje eu parei pra pensar: eu tenho planejamentos de crescer pra daqui há um ano. Já que ainda tenho muita coisa pra aprender e alguma experiência pra colher. Mas como eu posso pensar pro ano que vem se as coisas exigem que você faça algo para ontem? Sem ter tempo pra planejar e sim, pra se mover, fazer alguma coisa?

O que eu poderia fazer com as ferramentas que tenho na mão atualmente?

Pouca coisa. Eu sei... E isso desanima. Desanima também você não conseguir uma coisa legal agora justamente por algum detalhe... ou por alguma necessidade específica. Penso eu que poderia melhorar mais o meu inglês, aprender um pouco mais de design, estudar mais pra concursos, correr atrás de crescimento e ter um curriculo invejado (ou ao menos ter alguma coisa destacável) mas será que eu tenho tempo pra tudo isso? Será que eu tenho algum plano?

Planos... planos... e mais planos. Tudo que fiz até agora foi planejar. Mas o dinamismo das coisas e algumas necessidades não permitem que você siga um determinado norte, e sim que você simplesmente dê uma de johnny walker: "keep walking".

Não dá pra parar e pensar, a questão é agir. Como eu devo fazer isso?

Parando de fazer planos, porque eles não existem. Isso mesmo, não há plano.


Eu hoje posso estar reclamando de como eu tenho dificuldade pra achar um estágio, emprego, ou simplesmente pra estudar em paz para um concurso público. Mas daqui há três anos eu possa estar diferente. Posso estar em um bom emprego, exercendo cargo publico, e claro, crescendo. Crescer e buscar alguma coisa nova como habilidade, posso gostar de fazer coisas que não imaginava que iria fazer e desenvolver aquele determinado papel. Eu posso ter trabalhado em várias empresas, como posso ter me estabelecido apenas em uma. Não sei o que o futuro me reserva, só sei que posso (e certamente vou) estar melhor profissionalmente mais adiante. E também sei que há pessoas torcendo pra que isso aconteça...

Eu tenho certos desejos, e tenho algumas coisas em vista. Mas sei que tudo pode mudar com o passar do tempo, ou pode seguir o curso determinado que você quis até aquele momento. Tudo depende de uma escolha, de fazer algo ou não, de querer algo ou não, de abraçar determinada causa ou não. Na vida temos escolhas, e elas não fazem parte de planejamento algum. Nunca se sabe quando elas podem aparecer. Talvez apareça amanhã, ou daqui há dois anos, ou daqui há duas horas. Mas elas sempre aparecem, não tem como isso ser evitado.

Mas pra ter uma vida que você quer, não adianta você planejar. E sim, adaptar. Você vai se adaptando e se constituindo ao longo da vida e das oportunidades. O resto também se adapta. Você pode descartá-los, como pode adaptá-los a sua escolha.

Talvez seja isso que eu tenha que fazer daqui pra frente, adaptar. Mas sem perder o foco do que eu realmente quero pra minha vida.

Sem fazer visualizações, porque elas vem conforme o tempo. Não dá pra traçar destinos, por mais que eles aconteçam porque tem que acontecer. Mas há boas escolhas.

E há sucesso. E há crescimento. E de repente há acompanhamento também.

Mas plano? Não existe plano...

03 setembro 2009

Páginas em Branco...

São 2h da manhã de sexta-feira. E eu estou aqui, de novo, pensando em que eu vou escrever pra hoje.

Eu poderia escrever várias coisas, aliás, hoje passaram várias idéias na minha cabeça acerca do que eu iria colocar hoje, e no fim, só saia a mesma coisa: posts superficiais, reclamações, posts querendo convencer a alguém sentir pena, opiniões plásticas e etc. E no fim, a mesma página em branco.

Olho pra posts de alguns amigos meus e vejos coisas com conteúdo. Mesmo que em alguns sejam um conteudo sei lá... fanático ou codificado demais, mas é um conteudo. E o que vejo aqui? Reclamações, posts vazios, e um monte de baboseira junta.

As vezes sinto vontade de fazer posts diferentes, coisas mais cultas, habituais ou algo pessoal meu mais "feliz". Ou simplesmente postar como postei no mês de Abril e Maio, que foi a época da "farta inspiração". Mas na hora de montar ou pensar em uma idéia legal, sai sempre a mesma coisa.

E pra piorar, a idéia das tirinhas saiu pela culatra, já que as imagens saem pequenas e fica dificil dar realidade ao post. Então né...

Bom, agora são 2:30 da manhã, e fiquei meia hora pra escrever cerca de três paragrafos. E nenhuma coisa útil. É melhor eu ir dormir porque o dia já foi bem melancólico (?) por hoje.,.

E Torcer pra amanhã eu escrever no bloquinho, já que viver em um eterno "bloqueio" pra idéias é algo bastante tenso...

Anyway~

10 agosto 2009

Inútil


Certa vez uma grande amiga minha disse uma frase: "Se você não pode mudar o mundo, mude o mundo de alguém".

Hoje eu percebi que sou fraco demais pra causar alguma mudança. Pior ainda, minhas palavras não servem de nada pra ao menos causar algum efeito e ao menos, ajudar a pessoa a enxergar alguns determinados pontos que ela mesma não via. Tenho amigos que são especialistas no assunto, mas eu não... Sou um completo inútil nesse contexto.

Eu até tento bravamente. Conheci várias e várias pessoas ao longo da minha nada mole vida e algumas tinham dúvidas, eram complicadas, umas até bestas e não olhavam o que realmente importavam. Eu ao menos as compreendia. Mas não tenho muita força de persuasão, confiança, tento ser amigo e ofereço o ombro pra pessoa, pra ao menos ver no que posso ajudar, mas vejo que a forma que eu faço isso é insuficiente. Não basta simplesmente "oferecer o ombro", mas dizer as verdades que ela tem que ouvir, mas verdades ÚTEIS, que façam a pessoa refletir. Tudo que fiz até agora foi a fraca técnica de amigo atencioso pra ouvir em todas as horas. Fraca sim, porque ouvir é bom, mas só ouvir e não ter as palavras certas na hora certa pra ajudar, é o mesmo que absolutamente nada. Não se sai do lugar. Você ouve o desabafo da pessoa (ou não), você dá o seu ponto de vista, mas não ajuda em absolutamente nada. A pessoa continua mal, e você fica do mesmo jeito porque não soube ajudá-la.

Confesso também que tenho um pouco de inveja de quem consegue. Sim, eu tenho.

Essas pessoas, mesmo que se sintam mal de vez em quando, elas costumam ser úteis a quem precisa. Mesmo que estas pessoas não queiram, mas quando você ajuda alguém, o melhor é quando você o faz sem aquela pessoa pedir nada em troca. Claro, o bom das coisas é quando você se propoe a ajudar um pouco a vida daquela pessoa e, de um certo modo, "mudar" um pouco o mundo dela. Obviamente que a pessoa também precisa se propor a querer a ajuda e fazê-lo, mas o simples fato de dizer o certo, já faz chacoalhar do lado de lá. E como diria um certo profeta conhecido por aqui "gentilezas geram gentilezas".
Mas aí você se prepara pra fazer a seguinte pergunta: "Antes de mudar o mundo de alguém, porque não muda o seu própio mundo"?

Você pode mudar o seu mundo de inúmeras formas, seja pro bem, seja pro mal. Antigamente em um dos meus acessos de depressão eu achava que suicidio resolveria, mas não resolve. Você não pode acabar com a sua própia vida, mas pode acabar consigo mesmo vivendo. Também percebi que isso também não resolve, ao menos não é esse tipo de "mudar o meu mundo" que eu pretendo. Não quero mudar o meu mundo acabando com ele ou simplesmente aceitando certas coisas que eu normalmente não aceitaria. Eu quero mudar o meu mundo sendo ÚTIL a alguma pessoa. Mas não a qualquer pessoa, e sim a quem vale a pena ser assim. Não só na questão utilidade, mas na questão de você estar participando de um processo importante, de algo importante. Eu sempre me vejo como uma pessoa observadora de processos importantes, vejo alguns surgirem e acontecerem, e outros já pegar o curso em andamento, mas nunca me vi inserido em um. Talvez eu me sinta velho demais pra fazer parte de um. Talvez não... Mas não é uma coisa fácil de ser feita. Ao menos não quando você está olhando esse texto e já querer se candidatar a tal posto. Coisas importantes surgem do nada, são imprevisiveis, começam de coisas imprevisiveis... É uma sistemática. Pra ser um processo importante ele precisa ser único, ou começar de forma incomum, ou inesperada...

Parece que eu meio que fugi do assunto, mas pare pra perceber que tudo isso está interligado. Ao menos poderia ser o começo de um processo importante, talvez coisa que eu nunca veja na vida pela minha fraqueza com as idéias, ajudas, até mesmo por ser quem eu sou. Sinceramente não vejo muito futuro em me ver do jeito que eu gostaria de ver. Mas não gosto de coisas muito "iguais".
É. Eu tenho que parar de ser besta e um pouco irrealista. Não posso buscar uma coisa que talvez nem possa ter. Umas pessoas são merecedoras disso, outras não.

Mas eu queria um pouco de utilidade. Hoje eu percebi que não tenho nenhuma na vida de ninguém. Apenas sei observar, ouvir... Mas é muito pouco pra quem quer fazer parte de processos...

E sim, não costumos escrever textos assim. Ao menos não desse jeito, eu costumo escrever mais pra mim, mas dessa vez não quero escrever simplesmente pra mim. E sim pra algum lugar. Se quiser xingar, xingue. Se quiser me chamar de emo ou de coisa parecida, chame. Isso aí que escrevi é parte da minha essencia (não as lamentações, mas os objetivos) e se isso te incomoda, vai cuidar da sua vida. Mas cada um tem a sua própia essencia, não é mesmo?

E isso pode ser útil pra outras pessoas também, eu não sou o único a fazer autocriticas dessa forma. E nem serei o último.
E acho que escrevi demais, mas sempre acho que nunca escrevi o suficiente. Sempre há novas coisas para ser escritas, novos medos ou situações, ou simplesmente medos velhos e sem solução. Cada pessoa tem uma verdade, uma história... mas isso fica pro próximo post.

E é só. Ao menos por enquanto sim...

31 julho 2009

Novas Perspectivas...

Sempre que vou a São Paulo, sempre reflito sobre uma questão que me acompanha já há algum tempo: mudar de cidade e ir atrás de uma nova perspectiva de vida.

Sabe quando você já viu muita coisa na cidade onde mora e gostaria de conhecer ainda mais coisas, mais culturas, andar por lugares diferentes, ir a um ponto que você nunca foi, conviver com pessoas que tem visões DIFERENTES das pessoas que você vive no meio urbano atual? Além de uma experiencia de ter pisado em uma terra diferente? E de poder experimentar uma LIBERDADE que você não experimenta onde você mora atualmente? Pois é, eu me sinto assim as vezes.

Não, isso não significa que eu deteste a minha cidade. Eu gosto do lugar onde vivo. Mas as vezes vem o tédio de voce sempre ver a mesma coisa ou observar uma mesma holística sempre. Ou de você estar ligado a uma verdade que, de repente, não é a sua verdade. Ou de dar rolés pelo mesmo lugar sempre, não ter sempre um lugar diferente pra ir... Não sei se é por querer conhecer um ambiente totalmente novo, ou é por não querer estar em um ambiente de turismo/praia, ou é por questões de liberdade, já que familia não te dá tanta liberdade pra você fazer tudo o que gosta, mas em uma cidade diferente você pode ter essa oportunidade.

Além daquelas questões: "Vou viver sempre aqui?" "Nunca conhecerei outro universo?" "Como são as pessoas de lá?" "Por que as daqui são tão iguais?" entre outras coisas do tipo...

Porém, sempre tem uma consequencia. Uma coisa é você viajar e ir pra tal lugar pra quatro dias. Outra, é você morar naquele lugar e conviver com pessoas diferentes 24h, sentir aquela holistica sem o entretenimento, mas com o trabalho, com o cotidiano. Isso pode mudar quando chegar lá e sentir nos três primeiros meses, pra onde quer que eu vá. Para isso, existem as adaptações. Umas são bem sucedidas, outras...

Queria experimentar uma coisa nova, um cotidiano novo. Faria bem pra minha mente, pra minha vida, pros meus pensamentos... Você pode amadurecer e se tornar uma pessoa diferente em outro lugar, já que está mais livre. Posso arriscar e errar, me deprimir, mas eu quero arriscar! Sempre é bom conhecer coisas novas, e ficaria meio deprimido se vivesse sempre no mesmo lugar e só conhecesse as mesmas coisas, e estivesse em um lugar em que a verdade não é muito a sua. Mas isso vai de pessoa a pessoa. Eu por exemplo gosto de experiencias novas em lugares que nunca fui, além de morar em uma cidade diferente, coisa que nunca experimentei e gostaria de experimentar em breve...

Tudo graças a liberdade. E a uma Nova perspectiva... '-'


15 junho 2009

Devaneios

Hoje, fazendo a minha prova de Fotojornalismo, me deparo com essa imagem ao lado. Um fotógrafo de política chamado Lula Marques, num congresso onde estava o presidente da Venezuela, Hugo Chaves, resolveu focar o rosto do presidente com dois dutos de ar-condicionado e resolveu fazer uma piadinha. Fizeram essa graça que vocês podem ver ao lado.

Isso me remete pensar que alguns fotógrafos da área são tão entediados de sempre fotografar a mesma rotina que as vezes apelam para o humor. E está certo! Deve ser terrivel você sempre fotografar as mesmas coisas, pessoas e jeitos do mesmo jeito. Como as imagens também são instrumentos de arte, assim como a escrita, tem que haver mesclagem. E convenhamos, na politica é uma coisa técnicamente dificil. Só perde pros fotógrafos de guerra, que só fotografam desgraça, corpos multilados e ainda correm o risco de sua imagem não parar na imprensa. Eu detestaria ser fotógrafo de guerra. Prefiro fotografar ambientes e coisas "urbanas". Ao menos você tem sempre a mesclagem e opções pra retratar tal fato.

Mas aí eu vejo pessoas dizendo que adoram fotografia. É uma arte e tanto. Mas quando você for ver, é simplesmente tirar 374823748293749238 fotos de si mesmo no banheiro contra o espelho e mais 749853495734857 fotos dos amigos na balada ou sei lá aonde. Tá certo que cada um tem seu modo de observar a fotografia, mas essa certamente não seria a minha opinião. Há gente por aí que é realmente bom nas fotos, fazem isso por hobby e por trabalho mesmo. Mas uns só tiram as mesmas fotos, o que é fútil e repetitivo, mas não deixa de ser fotografia...

Daí você se pergunta: Porque o nome do tópico é "Devaneios", se ele não falou de devaneio nenhum até agora? Calma, agora vem a melhor parte.

Assim como a imagem do nosso amigo Mickey Chaves, podemos criar qualquer tipo de pensamento com a foto. Ou com pessoas, ou com coisas, ou simplesmente com ambiente. Deixar no subjetivo e as pessoas criarem inúmeras sugestões sobre aquela foto que você tirou. Além de viajar nela e criar inúmeras teorias. Isso faz da fotografia ser legal. Seja do modo artistico, ou humoristico, ou cotidianal, são artes que valem a pena. Apesar do fato de ter certas vertentes que são fotos plasticamente iguais e desanimadoras. A não ser que você crie uma nova ideologia, ou apele pra criatividade como nosso amigo Lula Marques fez.

Ah sim, o Mickey Venezuelano adorou a imagem. Tanto que proibiu a entrada do mesmo na Venezuela. Mas ao menos não deu pra perder a piada! Hehe.

12 junho 2009

Perguntas Inconvenientes. Verdades mais ainda~

Por que as pessoas pra seguir um determinado gosto tem que ser "de tal jeito" pra ser reconhecida?

Por que as pessoas só procuram aquilo que é comodo pra elas? Nunca tentam seguir migalhas?

Por que as pessoas desistem de falar com você de uma hora pra outra? Em um dia, ela adora conversar com você, e depois... puf!

Ou então ela muda radicalmente de idéia e diz que você é um chato, melancólico entre outras coisas. Por que isso?

Por que somos subjetivos demais? Porque queremos ser subjetivos e não somos diretos ao ponto?

Por que escrevemos complicado pra esclarecer algo tão simples?

Por que só as coisas ruins acontecem rápido, e as boas quase nunca acontecem?

E quando elas acontecem, por que elas demoram muito a se formalizar?

Por que os kamikazes usavam capacetes?

Por que o Garotinho ainda quer se candidatar a governador do Rio, mesmo sabendo que a época das "molecagens" dele já passou?

Por que, uma pessoa mesmo sendo um tipo de pessoa legal, ou simplesmente atencioso, amigo e tudo mais sofre mais do que um tipo de pessoa FDP, aproveitador e que simplesmente só quer inflar o própio ego?

Por que estou fazendo tantas perguntas?

Por que o povo sempre arrum motivo, besta que seja, pra arrumar uma briguinha, pra hostilizar? pra matar?

Por que sei que, mesmo escrevendo deste jeito, as pessoas não entenderão o que eu realmente quero dizer?

Por que não vemos equilibrio? Só tendemos a ver muita emoção ou muita razão em determinadas coisas...

Por que a maioria das músicas que ouço por aí, só possui UM tema?

Por que só vemos problemas? Se a solução possa estar (ou não) na nossa frente?

Ou então no nosso subconsciente? Mesmo que não sabemos esclarecer com palavras o que queremos REALMENTE...

Por que algumas pessoa, são "maria-vai-com-as-outras"?

Por que em vinte temporadas, os simpsons sempre continuam com a mesma idade?

Por que algumas pessoas são tão egoístas ao ponto de não parar pra alguém e perguntar se precisa de algo?

Por que envenenamos pessoas com frases vazias de amor como "quero viver com você pra sempre" e "você é a mulher da minha vida" sabendo que nada disso pode ser verdade...

E por que em seis meses, tendo essa convicção (?) já pensam em casamento?

Por que pessoas quietas tendem a ser pessoas "retardadas" ao invés de apenas observadores?

Por que algumas pessoas desistem de outras assim, tão facilmente?

Por que surpresas não acontecem?

Porque boas aventuras não surgem?

Por que por mais que os dias mudem, tudo continua igual?

Alguém lê esse blog?

Por que só buscamos só os fragmentos, ao invés do frasco completo?

Por que as pessoas não são aceitas da forma como elas são, ao invés de sempre exigir esteriotipos e conceitos pré-definidos de alguém?

Por que em determinados momentos, somos tão bestas e não pensamos no racional?

Por que em determinados momentos, somos tão bestas e não pensamos um pouco no emocional?
Por que?

05 junho 2009

Well...

Bem, como vocês podem perceber, fiquei uns dias sem escrever absolutamente nada. Não por falta de conteúdo, formulei uns três, quatro posts que poderiam aparecer no blog. Mas por achar todos eles superficiais demais e repetitivos, eu decidi por não postá-los. Se for pra fazer posts mal-feitos ou mal-pensados, prefiro não postá-los e esperar ter uma ótima idéia pra colocar o que penso/sinto/vejo por aqui de forma coerente e interessante. E bem, isso pode levar algum tempo, ou pode acontecer seguidamente.

Afora que, tive dias desanimadores. Dias que não senti vontade de fazer nada. Dias que falar com alguém era inútil, porque até pra isso estava sem ânimo, mesmo querendo conversar com alguém. Dias que parei pra questionar todas as minhas vontades e planos pro futuro, mas logo voltei ao normal. É bom fazer auto-críticas sobre o que fez ou deixou de fazer, pois assim você reflete no que deve fazer a seguir. Mas as vezes o desânimo atrapalha...

Voltando ao blog, penso agora em escrever mais sobre mim. Não só visões minhas sobre outras coisas em geral, mas meu cotidiano mesmo. Fazendo jus ao nome do blog, é sempre bom relatar um pouco do seu dia-a-dia, e de como vejo o ambiente e os pensamentos que as pessoas compartilham por aí... Tô precisando mesclar. Além de temas mais jornalísticos, já escrevi alguns aqui e de repente, escrevo coisas novas sobre o assunto. Um bom conteúdo se baseia bem pela variedade, e nem tanto pela repetição... (até porque tudo aquilo que é repetido cansa...)

Bem, por enquanto é isso. Depois, eu volto com alguma coisa mais legal. Espero que a preguiça não volte a me consumir como antes sobre o blog...

Até! o/

03 maio 2009

Palavras. Onde Vocês estão?

Estranho. Há dias atrás você tem inúmeras coisas pra escrever, inúmeras ideias pra expor, um monte de coisa que poderia ser dita por aqui. Só que todas essas ideias... desapareceram.

Talvez seja o fato de estar repetitivo com as palavras. Ou de não ter verbos melhores pra colocar no blog. Vem a melancólica sensação de você querer dizer sobre tudo. Mas no fim, acabar não dizendo nada. É triste.

Tem dias que é melhor pensar e fazer balanços. Rever os acontecimentos ou olhar um pouco a sua volta. As vezes é ruim ficar pensando muito, ou voltar no passado e resgatar mágoas antigas, ou experiências antigas pra colocar aqui, pra debater, refletir, ou tentar entender. Mas até pra isso, faltam palavras a serem ditas. Algumas coisas, prefiro deixar na minha cabeça. Talvez algum dia eu as coloque aqui ou em outro lugar, só pra eu ler. Ou caso queira desabafar um pouquinho. Mas hoje não. Não consigo...

Enquanto isso. Vou pensando ou viajando nos complexos da minha nada mole vida. Talvez algum dia, alguma hora, saia um coelho da cartola e consiga colocar aqui algo que vale a pena.

Em certos momentos, palavras não adiantam pra você se expressar. Meia dúzia de gestos ou sinais nas entrelinhas podem ser melhores do que simplesmente ser direto. Anyway...

(...)

Well, como puderam perceber, eu mudei a cor do blog. Queria dar uma inovada e tirar aquele verde-azulado-degradê por uma cor mais bonita. Acho que ficou bom.

Também adicionei links ali do lado. Caso queiram conferi-los, é só clicar ali, e have fun.

E não achei cor decente pro meu last fm. Vinho com preto fica tão... estranho... =O

18 abril 2009

Queimando o Jardim.

Todas as pessoas do mundo, tem belos jardins no quintal para cultivar. Jardins estes que servem para atrair borboletas e alguns apreciadores da própia arte de se plantar belas coisas, afora realçar as cores e a harmonia das plantas.

Algumas pessoas possuem jardins belíssimos. Mas ao mesmo tempo, eles são completamente abandonados e não criam interesse algum de fora, mesmo que eles estejam com a mesma harmonia de uma pessoa que tem certa popularidade. Nesses momentos, a vontade que dá é de colocar fogo na própia arte, já que, como não há interesse externo, não presta. É algo extremamente enérgico, eu sei. Mas a unica forma de você as vezes mudar ou simplesmente correr atrás de novos aromas e de apreciadores, é simplesmente queimando a arte anterior, caso ela não tenha tido efeito algum sobre ninguém, e fazendo uma nova. Uma completamente diferente.

Em certos momentos, você acha que sua decoração é completamente agradável. Mas no fim voce vê como estava enganado ao saber que ele só agrada apenas a si, e não as outras pessoas. Como montar jardins com flores de plástico, com aromas artificiais. Contextualizando: você tem coisas que parecem ser verdadeiras, mas na verdade, tudo é tão falso quando uma nota de R$3.

Me pergunto a quem eu quero enganar com jardins bonitos e coisas pirotécnicas. Ou até mesmo do falso conhecimento das flores. Me pergunto a quem eu quero enganar achando que minhas artes são boas e promissoras. Tem horas que não engano nem a minha própia sombra de tão terrivel é a mentira que passo pras pessoas.

Não adianta simplesmente montar o jardim pra ninguém entender o real significado dele. Como disse no tópico anterior, as vezes todo mundo vê apenas um monte de coisas floridas. Não observam o real significado das flores.

É triste, mas as vezes coisas falsas e sem valor, merecem ser queimadas. Para que possa ter a chance de mostrar algo novo. Algo mais simples pra que saibam traduzir melhor.

01 abril 2009

Adió!

É isso pessoas. Tô encerrando os trabalhos!

Acabou as idéias, ando meio desanimado pra postar, já que ninguém lê. Eu também to de saco cheio e me preocupando com coisas externas cutucando a minha cabeça. Daí, eu tô encerrando!

Agradeço quem leu e quem comentou, mas esse é o fim galera!

Qualquer dia a gente se esbarra por aí ,D/

28 dezembro 2008

Moving Times~

Definitivamente eu odeio me mudar. Ainda mais em época de fim de ano, onde todo mundo costuma enfeitar a casa com adereços natalinos e preparer-se para as festas e se ver literalmente carregando caixas e tendo que resolver pequenas pendências domiciliares.

Sei que esta não será a última mudança que irei viver, pois ainda neste ano ou no próximo, irei morar numa casa própia (moro de aluguel infelizmente), mas sair de um local para outro completamente novo é desanimador. Chega até a ser brochante.

Ainda mais quando você guarda memórias da residência anterior. Dos bons e dos maus momentos. Acostumar-se com um novo endereço é sempre complicado. No meu caso, eu até já estou acostumado, porque cresci em ambientes diferentes. Já morei na Zona sul, Zona norte, suburbio e provavelmente devo morar em breve na Zona Oeste. Já percorri quase todo o Rio de Janeiro inteiro em um caminhão de mudança, e espero que a próxima casa, seja pra ficar uns dez anos no mínimo.

Com a mudança consumada, agora é hora de tantar restabilizar as coisas e descansar, e essperar a NET religar o meu sinal e a minha internet, já que escrever em uma Lan house, é algo completamente bizarro. . . Muito Bizarro.

26 dezembro 2008

Natal tr00zão~

De todos os natais, acho que esse foi um dos mais inusitados que eu já tive. Ainda mais quando você curte a data de uma maneira um tanto. . . diferente.

Pra começar, ao invés de ver uma árvore de natal montada, vi caixas espalhadas pela casa. Normal pra quem se mudou a pouco menos de dez dias antes do feriado. Fora alguns contratempos, mas isso ficará pra depois~

No natal, pra não ver filme da prostixuxa, acabei vendo DVD. Bons filmes por sinal. Até vir a grande ceia. . .

. . . simplesmente Lasanha de quatro queijos feito no Microondas \o/

Sim, eu adoro lasanha. Só não estou acostumado a come-la no natal. E ainda mais feito no microondas!

Fora o fato de ter ficado sem net esses dias todos. Mas isso não vem ao caso.

O Que posso dizer é que eu tive um natal diferente, um natal bem tr00~

Não reclamo. Pois tem gente que nem natal teve. Mas foi um natal interessante. Mais pelos fatos acontecidos.

E Também por ser um natal bom de se contar. O resto foram todos "normais" perto desse~

De fato, um Natal atrasadão pra todos \o/

E o post da virada vem depois, apressadinho. (Ui)~

o/