06 outubro 2009

"Não há Plano"


Hoje eu acordei com uma verdade terrivel incomodando a minha cabeça.

Todo mundo sabe (ou quase todo mundo sabe) que eu tenho como um dos meus grandes objetivos ser um profissional de sucesso. Não tenho ambições extremas de ser diretor de alguma compania ou algo do tipo, mas gostaria de ser uma pessoa respeitada, bem sucedida ou simplesmente independente. Ainda mais porque você sendo assim, terá mais oportunidades para ter grandes crescimentos ou simplesmente sustentar outros valores. Sabe, quando você quer levar a sua namorada pra uma viagem inesquecivel? Ou simplesmente quer ter uma idéia boa para poder fazer o que quiser, quando quiser e pra onde quiser ir? Bem, esse é um dos meus objetivos. Lógico, esse é um dos pilares, mas eu não quero passar nenhum aperto no futuro, e sim, construir meus própios valores e alcançar o sucesso com meu própio esforço.


Mas hoje eu parei pra pensar: eu tenho planejamentos de crescer pra daqui há um ano. Já que ainda tenho muita coisa pra aprender e alguma experiência pra colher. Mas como eu posso pensar pro ano que vem se as coisas exigem que você faça algo para ontem? Sem ter tempo pra planejar e sim, pra se mover, fazer alguma coisa?

O que eu poderia fazer com as ferramentas que tenho na mão atualmente?

Pouca coisa. Eu sei... E isso desanima. Desanima também você não conseguir uma coisa legal agora justamente por algum detalhe... ou por alguma necessidade específica. Penso eu que poderia melhorar mais o meu inglês, aprender um pouco mais de design, estudar mais pra concursos, correr atrás de crescimento e ter um curriculo invejado (ou ao menos ter alguma coisa destacável) mas será que eu tenho tempo pra tudo isso? Será que eu tenho algum plano?

Planos... planos... e mais planos. Tudo que fiz até agora foi planejar. Mas o dinamismo das coisas e algumas necessidades não permitem que você siga um determinado norte, e sim que você simplesmente dê uma de johnny walker: "keep walking".

Não dá pra parar e pensar, a questão é agir. Como eu devo fazer isso?

Parando de fazer planos, porque eles não existem. Isso mesmo, não há plano.


Eu hoje posso estar reclamando de como eu tenho dificuldade pra achar um estágio, emprego, ou simplesmente pra estudar em paz para um concurso público. Mas daqui há três anos eu possa estar diferente. Posso estar em um bom emprego, exercendo cargo publico, e claro, crescendo. Crescer e buscar alguma coisa nova como habilidade, posso gostar de fazer coisas que não imaginava que iria fazer e desenvolver aquele determinado papel. Eu posso ter trabalhado em várias empresas, como posso ter me estabelecido apenas em uma. Não sei o que o futuro me reserva, só sei que posso (e certamente vou) estar melhor profissionalmente mais adiante. E também sei que há pessoas torcendo pra que isso aconteça...

Eu tenho certos desejos, e tenho algumas coisas em vista. Mas sei que tudo pode mudar com o passar do tempo, ou pode seguir o curso determinado que você quis até aquele momento. Tudo depende de uma escolha, de fazer algo ou não, de querer algo ou não, de abraçar determinada causa ou não. Na vida temos escolhas, e elas não fazem parte de planejamento algum. Nunca se sabe quando elas podem aparecer. Talvez apareça amanhã, ou daqui há dois anos, ou daqui há duas horas. Mas elas sempre aparecem, não tem como isso ser evitado.

Mas pra ter uma vida que você quer, não adianta você planejar. E sim, adaptar. Você vai se adaptando e se constituindo ao longo da vida e das oportunidades. O resto também se adapta. Você pode descartá-los, como pode adaptá-los a sua escolha.

Talvez seja isso que eu tenha que fazer daqui pra frente, adaptar. Mas sem perder o foco do que eu realmente quero pra minha vida.

Sem fazer visualizações, porque elas vem conforme o tempo. Não dá pra traçar destinos, por mais que eles aconteçam porque tem que acontecer. Mas há boas escolhas.

E há sucesso. E há crescimento. E de repente há acompanhamento também.

Mas plano? Não existe plano...

03 outubro 2009

Ops!

Eu não sei se vocês perceberam, mas eu errei no post anterior. Um errinho pequeno, mas que não deixou de ser um erro.

Foi fail? Talvez tenha sido sem querer, e que se não fosse a nossa amiga Stephanie eu não teria percebido de cara. Mas assumo que errei e ponto. Muitas pessoas cometem erros de português grotescos e não assumem que erraram, não é verdade?

Ao menos eu posso criar um tópico falando que cometi um fail por causa do tipo de post que fiz anteriormente.

E eu ainda vou voltar a errar, e vou me corrigir, ou não. Aliás, errar é humano certo?

Agora errar, errar e errar é bizarro.

E pra quem não leu: eu escrevi "Própia" ao invés de "Própria". Facepalm pra mim! xDDD

Mas não se acostumem.

Este foi um belo fail koyustico. Daqui há alguns posts ele pode voltar. Esperem e verão!

Ops. Será que eu errei de novo?

27 setembro 2009

Assaltaram a Gramática...

As vezes eu me impressiono com o nível da escrita de muitas pessoas por aí, mas muitas pessoas MESMO.

Mas antes de citar as bizarrices que vejo por aí, e o motivo dessas pessoas viverem citando essas bizarrices, olhem só o slogan que um conceituado jornal resolveu aderir para uma campanha de denuncia e de canal aberto para seus leitores:


"Nós e Você. Já são dois gritando."



Me pergunto quem foi a mula que aceitou esse slogan ser veiculado e distribuido pra todo o estado. Me pergunto quem foi a mula que teve a brilhante idéia de criar essa excelente frase pra veicular uma campanha dentro de um jornal para denunciar os problemas do bairro. Excelente sim, já quem quem sugeriu essa frase não percebeu que "Nós e você" continua sendo "nós". Além disso, "nós" dá uma reprensentatividade de ser você e mais um grupo, ou uma referência a um determinado grupo. Então, se é "nós e você", mesmo que esse "nós" represente uma equipe, então não são dois gritando. São no mínimo, três, quatro, seis, vinte, cinquenta, trezentos... menos "dois".


Agora voltando ao assunto: se em um conceituado jornal, você consegue observar um erro desse tamanho, imagina quem o lê.Sim, em qualquer lugar que observo, vejo muito erro de português esparramado, muito erro de concordância fuzilado, e principalmente, muita ignorância à mostra. As pessoas em determinados lugares, não sabem escrever ou desconhecem a própria lingua. E por que isso acontece?


Já pararam pra pensar que muitos brasileiros não gostam de ler um livro? Ou não gostam de praticar uma leitura informativa porque isso é perder tempo demais? Claro! Muitos negarão o que eu acabei de escrever, dizendo que leem o jornalzinho de esportes, revista da tv, revista de fofoca, playboy, guiness book e etc. Lógico que eu já li todo esse tipo de conteúdo, mas esse conteúdo não é uma leitura de verdade. Ao menos com ela você não fica mais culto ou mais inteligente. Você apenas busca uma cultura simples para que você esteja antenado com o resto do povo e com tudo aquilo que passa na TV.


Lógico! Na televisão, você absorve conhecimento, mas um conhecimento manipulável que apenas faz você estar inserido dentro da industria cultural que a mesma exerce. Por exemplo, quando passa uma novela, e um determinado personagem cria algum tipo de bordão, ou algum tipo de moda, dias depois as pessoas estão lá, usando esse bordão e essa moda. Ou então, quando passa uma noticia em um determinado telejornal (isso também vale para jornais e periódicos na internet), muitas coisas que são veiculadas podem não ser totalmente verdade, ou a mesma verdade pode estar completamente oculta, ou o povão pode simplesmente deturpá-la e dar uma opinião falando da sua própria verdade, ou simplesmente reclamando, ou usando bordões de novela. Claro, metralhando o português junto.Porque lógicamente, algumas pessoas não param pra analisar fatos. Só veem aquilo que está escrito e pimba! Triste, mas enfim...


Óbvio que, alguns desses erros se provem da má educação que assola o país. Mas tem pessoas que moram bem e ainda sim continuam errando vergonhosamente, seja essa pessoa um médico, advogado, historiador, psicólogo ou até mesmo um jornalista ou um publicitário (como fora citado lá no slogan mais em cima).


Inclusive, até em anúncios de emprego existe esse tipo de erro, o que pra mim é uma aberração. Explica-se: como é que uma pessoa que exige conhecimento da lingua portuguesa ou simplesmente boa digitação de uma determinada pessoa se a própria não sabe escrever EM UMA DIVULGAÇÃO DE VAGAS EM RH?!?!?!?!?!?!?!?!?!Eis aqui alguns errinhos (?) que vi durante a minha procura:


"Oportunidade Estágo téc ADM"


Provavelmente foi um erro de digitação, mas deu pra causar um estágo no anúncio.


"Os interessados devem enviar seu currículo para (...) com o assunto "1o emprego".


Eu já vi muitas oportunidades oferecendo primeiro emprego, mas nunca vi uma oferecendo para o DÉCIMO emprego. Sim, décimo. Ou o digitador não percebeu que o º fica bem distantes da tecla o e da tecla 0?


"Candidatos mandem CURRICULO COM PRETENÇÃO SALARIAL!!!!"


Ué? Não seria "Pretensão Salarial"?


"Empresa Contrata para início imedito estágiário de Jornalismo."


Será que ele quis dizer inédito?


"ESTÁGIO EM ADINSTRAÇÃO"


Não sabia que existia estágio para adinstração. Talvez ele tenha dito uma oportunidade para adestração, que é uma oportunidade para estágiários adestrarem mulas felizes que cometem erros em anúncios de RH.


"VAGAS PARA CORREOTRES DE IMÓVEIS"


Deve ser cansativo fazer o três correr... Imagina fazer o quatro correr, o cinco, o seis...


"OPERADOR DE TEMARKETING ATIVO"


Já ouviram falar de Marketing Temático? Mais conhecido como "Temarketing"? Não? Pois então esta é uma vaga inédita no mercado de trabalho brasileiro, já que deve ser bem famosa lá fora e aqui não tem cargos suficientes para isso...


Entre outros "errinhos" que vi de português aqui nos emails de vaga que me deixou completamente abismado, mas bem, isso é assunto pros próximos posts...


Mas o que me deixa ainda mais perplexo é como muitas pessoas hoje em dia ainda não entendem a própia lingua. Isso é de deixar qualquer culto na lingua portuguesa perplexo e, envergonhado.


Um conselho: Leiam e busquem informação! Mas BOA informação. Assim vocês conseguiram ser bem sucedidos e serem mais felizes. Bom português é o que há!

12 setembro 2009

Red Pill, Blue Pill



A Mágica visão da fantasia e a entediante visão da realidade. A Pilula azul e a Pilula vermelha.

Eu conheço muitas pessoas que tomariam a pilula azul. Preferem imaginar e viver aquilo que está a sua mente e ignorar o que está na sua frente do que fazer justamente o caminho inverso. Preferem sentir do que buscar, e isso é algo muito perigoso.

Por várias vezes eu já me peguei tomando desse veneno. Imaginando coisas irreais e sem sentido, do que buscar aquilo que eu sonhava pra minha realidade. Decepção com o dia-a-dia? Pode até ser por alguns momentos, mas em determinadas horas não dá pra simplesmente sonhar e assistir tudo quietinho da platéia. Você quer estar ali, atuando, vivendo aquilo que você sonha, não vendo seus amigos fazendo sucesso e você aplaudindo de pé feito um abestalhado. Você quer sempre mais. Mas não dá pra ser "sempre mais" tomando da pilula azul e vivendo uma realidade falsa onde sonhos e coisinhas sem sentido movem a sua vida do que simplesmente a busca e a persistência. Vejo muita gente se contentando com amostras e com a passividade do que buscar o completo e tomar determinadas atitudes, por mais que a realidade seja complicada e dificil como ela é hoje.

Além da questão buscar o real, temos a questão de vive-lo. É engraçado pois olhamos para os lados e vemos mais pessoas preocupadas com futebol do que com coisas mais sociais. Ou com alguma coisa familiar, profissional. Muitas pessoas não tem noção do que está a sua volta e só pensa na própia sensibilidade, e ainda sim temporária. Muitas pessoas preferem pensar em "como vou levar uma pessoa x para a cama" do que necessáriamente em cuidar do própio jardim para coisas mais importantes. Muitas pessoas não gostam de ler, porque é cansativo. Preferem ver novela, porque a trama é legal e quer ver a FDP da vilã morrendo, ou assistindo cópias de Oprah Winfrey e claro, ver futebol na TV. Isso é cultura certo? Muitas pessoas não gostam de se informar, a não ser que seja pra saber de quem vai jogar o clássico de amanhã, quem é o árbitro ou quem vai sair na próxima playboy. Isso é informação, certo?

Isso tudo é a Pilula Azul. Das pessoas que não enxergam e nem buscam a realidade boa e certa. E sim a temporária e com gosto de chocolate com marshimellow. Mas a outra pilula, essa poucas pessoas tomam...

Mas seria importante se as pessoas tivessem um minimo de essência e vissem a verdadeira realidade, ou a buscassem. Cada um tem a sua verdade, mas muitas verdades são plásticas.



Mas aí é questão de cada um tomar a pilula que bem entende. Uns conseguem ser felizes com pouco, outros com a essência completa.

Tudo é uma questão de escolha~~~

Keep Walking...

"Keep Walking".

Continue andando. Basicamente um "siga em frente", e veja no que pode dar.

Se você possui inúmeras perguntas de "Pra onde vou?", "O que eu devo fazer?", "Será que fiz a escolha certa?", "Será que estou fazendo a coisa certa?", "Se eu me ferrar, o que eu faço?" e etc, pra todas elas, tem uma única resposta: "keep walking".

Todas as pessoas possuem dúvidas acerca da própia posição na sociedade, ou do que ela está fazendo lá, no que ela está sendo útil. Além de quando você resolve investir em certas coisas ou em certos investimentos, você para um pouco pra pensar se tudo aquilo que você está fazendo vale a pena. E sinceramente? QUALQUER coisa vale a pena. Sim, por incrivel que pareça é verdade. Por mais que você tenha feito um determinado investimento em determinada coisa e não tenha dado certo, ou tomou um caminho errado, desde que seja algo reversível, é algo natural. É importante. Valeu a pena. E Você está coçando a cabeça lendo essas palavras e se pergunta: no que vale a pena uma escolha mal sucedida ou um caminho traçado de maneira errada?

Tudo na vida é uma auto-crítica válida, desde que você saiba admitir que errou a topar por aquele caminho, e queira seguir em frente. Tudo na vida é uma auto-avaliação, seja ter namorado uma pessoa que não tenha nada a ver, seja ter entrado em um curso errado, ou ter errado em uma entrevista em que você queria tanto passar, ou um planejamento seu que você tenha se equivocado em algum ponto e todo o investimento foi pelas cucuias. TUDO, absolutamente tudo, é avaliável. Além de termos a capacidade de cometer erros espetaculares. Claro, você errou, mas foi um erro querendo chegar no acerto. Ou a pró-atividade de você ter tentado chegar a aquela solução e não conseguiu convencer. Pior, foi absolutamente desastroso. Mas o que conta é a tentativa do acerto, e não o erro. Muitas pessoas reconhecem isso.

Você pode parar pra pensar e ver os porquês. E desses porquês continuar a traçar um outro planejamento. Algo que possa dar certo, ou uma nova experiencia para trilhar uma nova idéia posterior. Você seguiu em frente, segue. Na busca de um determinado acerto, felicidade, satisfação. Lógico que há o desânimo. Mas nada é perfeito... Mas levantar e continuar andando é uma atitude legal. Persistências, insistências, determinações pra chegar até uma coisa que você queira. Isso é uma coisa satisfatória.

Não são pessoas perfeitas e atitudes perfeitas que movem o mundo. E sim, a imperfeição.

Sim, a imperfeição e os defeitos são uma arte. O deformado e/ou o complexo é mais interessante do que o plástico e o simples. Porque o simples todo mundo entende, o complexo só você pode entender.

E a insistencia de entender o complexo, ou se-lo, é uma coisa boa. É a busca.

Por isso, não desista de persistir, lutar, entender ou SE entender. Ou Parar pra se perguntar sobre certas coisas. Todo mundo se pergunta, e isso é bom pra o própio entendimento de si-mesmo. O Que vale é a persistência.

Siga em Frente. Keep Walking. Quem sabe o velho johnny não te leva a algum lugar?

03 setembro 2009

Páginas em Branco...

São 2h da manhã de sexta-feira. E eu estou aqui, de novo, pensando em que eu vou escrever pra hoje.

Eu poderia escrever várias coisas, aliás, hoje passaram várias idéias na minha cabeça acerca do que eu iria colocar hoje, e no fim, só saia a mesma coisa: posts superficiais, reclamações, posts querendo convencer a alguém sentir pena, opiniões plásticas e etc. E no fim, a mesma página em branco.

Olho pra posts de alguns amigos meus e vejos coisas com conteúdo. Mesmo que em alguns sejam um conteudo sei lá... fanático ou codificado demais, mas é um conteudo. E o que vejo aqui? Reclamações, posts vazios, e um monte de baboseira junta.

As vezes sinto vontade de fazer posts diferentes, coisas mais cultas, habituais ou algo pessoal meu mais "feliz". Ou simplesmente postar como postei no mês de Abril e Maio, que foi a época da "farta inspiração". Mas na hora de montar ou pensar em uma idéia legal, sai sempre a mesma coisa.

E pra piorar, a idéia das tirinhas saiu pela culatra, já que as imagens saem pequenas e fica dificil dar realidade ao post. Então né...

Bom, agora são 2:30 da manhã, e fiquei meia hora pra escrever cerca de três paragrafos. E nenhuma coisa útil. É melhor eu ir dormir porque o dia já foi bem melancólico (?) por hoje.,.

E Torcer pra amanhã eu escrever no bloquinho, já que viver em um eterno "bloqueio" pra idéias é algo bastante tenso...

Anyway~

29 agosto 2009

Indicando...

Well povo, mais uma vez estou aqui. E mais uma vez estou sem assunto (com idéias bem formadas) pra contar.

Enquanto as boas idéias não surgem, como prometido vou colocar umas tirinhas aqui. E em breve colocarei um layout novo aqui no blog, ou farei algum revezamento... bom isso eu vou pensar com mais calma amanhã ou depois.

Mas como este maledeto blog só salva as tirinhas PEQUENAS e dificeis de serem visualizadas, indico a vocês que leem este blog para acessar este site: http://www.brainstorm9.com.br/category/as-aventuras-de-mario-o-publicitario/
Mas caso queira ver um desespero de quem trabalha nesta área de uma forma mais legal, só você entrar nesse link: http://deathsign.cafeinado.com e terá diversão garantida.

Eu sei que os posts estão cada vez mais "estranhos". Mas graças a esse "defeitinho" do blog, não consigo colocar as tirinhas no tamanho normal. Além do Blogger.com ter resolvido me sacanear hoje com alguns problemas estranhos. Mas anyway...

Em breve, estes dos links estarão na categoria "Links" para visitação. E Espero que o blog não me passe a perna outra vez...

Bom, divirtam-se e compartilhem e aproveitem. JA MATA! (E desculpem o post "qualquer jeito", de repente amanhã eu dou uma editada nisso aqui e pronto...)

24 agosto 2009

Momentos FUU Time!

Pra eu dar mais movimento ao blog, esse fim de semana devo por uns off-topics aqui para dar um pouco mais de entretenimento aqui. Já que aqui tem muito texto e pouca coisa engraçada, vou começar a colocar coisas insanas aqui. Além das tirinhas do Mário, o Publicitário também.

Bom, só pra deixar um aperitivo, essa é uma imagem que uma grande amiga minha me mostrou. Inclusive está nos linkáveis ali do lado (Primeiro link a sua direita .D)

Amanhã eu volto com mais baboseira, e é claro, com um tópico novo.

JA MATA!

17 agosto 2009

Robots, we are Robots!

As vezes em uma das minhas observadas de cotidiano eu acabo chegando a conclusões um tanto... bizarras.

Uma delas é que eu olho para os lados e vejo um monte de pessoas agindo exatamente igual, querendo exatamente as mesmas coisas, falando as mesmas palavras quando sentem saudade (?) de um amigo (as vezes por sentir, as vezes por falsidade), além da própia mente humana funcionar exatamente da mesma maneira quando o assunto é modismos, histerias, crenças ou coisas do tipo. É como se fossemos robôs.

Porque a comparação? Porque muitas pessoas não são nem um pouco autênticas, ou possui mente independente das demais. A maioria segue um padrão definido e segue uma vertente adotada pela maioria. Ficou vago demais? Eu explico...

Muitas pessoas se atem a detalhes. Detalhes esses na maioria das vezes, um tanto banais. Como você vestir certa marca de roupa pra se dar bem com a mulherada. No caso das mulheres, muitas pensam em coisas falsamente sexy pra simplesmente inflar o própio ego e deixar os homens babando. Daí, a mesma se mostra como uma mercadoria e veem os homens como "produtos iguais a serem consumidos", assim como acontece o inverso. Não descrimino pessoas assim, mas se ater a pequenas coisas e não dar valor ao que realmente importa é pertubador.

Afora você se ver envolvido em joguinhos sem sentido, em regras que não levam a lugar algum. Pra você adquirir respeito por exemplo, não precisa necessáriamente ser uma pessoa inteligente, mas você precisa de detalhezinhos para evoluir. Regras pra respeito, conquista, "pegação"... entende o que quero dizer?

É Raro você ver pessoas imprevisiveis por aí. Pessoas diferentes e que querem fazer diferente. Ser um "Sonny" da vida (quem viu Eu, Robô sabe do que estou falando) e sair da fabricação de robôs pra se dizer que é uma pessoa única no meio de um monte de pessoas iguais. Diferenciar. Mas alguém liga pra isso?

Muitos se acham diferentes, mas é só você olhar a forma de expressar da pessoa e você nota que elas são iguais. Na real, todos são diferentes, mas nem todos são REALMENTE diferenciais. São coisas que um ou outro conseguem, simplesmente fugir do sistema e não seguir correntes puxadas por avatares que movem o mundo a base do dinheiro, poder, teorias verdadeiras ou falsas ou simplesmente espalhar um factoide no meio da multidão pra que o povo se inflame e acabe entrando na causa. É só você olhar a guerra da Globo contra o SBT, e muita gente querer comprar a briga. Robôs programados pela mídia fazem isso o tempo inteiro. E quem são esses robôs? Nós! Que fazemos exatamente o que eles querem, inflacionar o ego e mostrar retorno ao propio veiculo que eles tem o poder! E sobre nós mesmos! E nem é preciso haver guerras de emissoras, não. É só você espalhar qualquer coisa que nós nos programamos automaticamente a seguir determinada coisa, "are baba"!

Mas há cabeças diferenciais por aí, que jogam tudo isso pro espaço e dão atenção ao que realmente importa por aí. Mas em algum momento acabamos agindo automaticamente em prol da sociedade em algum momento, não tem como fugirmos disso sempre. Mas dá pra evitar o padronismo sociológico que nos é imposto. Basta pensar diferente. E não sermos controlados como robôs pela midia, sistema ou por alguma verdade. Precisamos de pessoas únicas por aí.

E claro, destruirmos o controle remoto ou viver a revolução. Yes, we can!

Basta simplesmente sermos nós mesmos. E não seres controláveis... '-'

10 agosto 2009

Inútil


Certa vez uma grande amiga minha disse uma frase: "Se você não pode mudar o mundo, mude o mundo de alguém".

Hoje eu percebi que sou fraco demais pra causar alguma mudança. Pior ainda, minhas palavras não servem de nada pra ao menos causar algum efeito e ao menos, ajudar a pessoa a enxergar alguns determinados pontos que ela mesma não via. Tenho amigos que são especialistas no assunto, mas eu não... Sou um completo inútil nesse contexto.

Eu até tento bravamente. Conheci várias e várias pessoas ao longo da minha nada mole vida e algumas tinham dúvidas, eram complicadas, umas até bestas e não olhavam o que realmente importavam. Eu ao menos as compreendia. Mas não tenho muita força de persuasão, confiança, tento ser amigo e ofereço o ombro pra pessoa, pra ao menos ver no que posso ajudar, mas vejo que a forma que eu faço isso é insuficiente. Não basta simplesmente "oferecer o ombro", mas dizer as verdades que ela tem que ouvir, mas verdades ÚTEIS, que façam a pessoa refletir. Tudo que fiz até agora foi a fraca técnica de amigo atencioso pra ouvir em todas as horas. Fraca sim, porque ouvir é bom, mas só ouvir e não ter as palavras certas na hora certa pra ajudar, é o mesmo que absolutamente nada. Não se sai do lugar. Você ouve o desabafo da pessoa (ou não), você dá o seu ponto de vista, mas não ajuda em absolutamente nada. A pessoa continua mal, e você fica do mesmo jeito porque não soube ajudá-la.

Confesso também que tenho um pouco de inveja de quem consegue. Sim, eu tenho.

Essas pessoas, mesmo que se sintam mal de vez em quando, elas costumam ser úteis a quem precisa. Mesmo que estas pessoas não queiram, mas quando você ajuda alguém, o melhor é quando você o faz sem aquela pessoa pedir nada em troca. Claro, o bom das coisas é quando você se propoe a ajudar um pouco a vida daquela pessoa e, de um certo modo, "mudar" um pouco o mundo dela. Obviamente que a pessoa também precisa se propor a querer a ajuda e fazê-lo, mas o simples fato de dizer o certo, já faz chacoalhar do lado de lá. E como diria um certo profeta conhecido por aqui "gentilezas geram gentilezas".
Mas aí você se prepara pra fazer a seguinte pergunta: "Antes de mudar o mundo de alguém, porque não muda o seu própio mundo"?

Você pode mudar o seu mundo de inúmeras formas, seja pro bem, seja pro mal. Antigamente em um dos meus acessos de depressão eu achava que suicidio resolveria, mas não resolve. Você não pode acabar com a sua própia vida, mas pode acabar consigo mesmo vivendo. Também percebi que isso também não resolve, ao menos não é esse tipo de "mudar o meu mundo" que eu pretendo. Não quero mudar o meu mundo acabando com ele ou simplesmente aceitando certas coisas que eu normalmente não aceitaria. Eu quero mudar o meu mundo sendo ÚTIL a alguma pessoa. Mas não a qualquer pessoa, e sim a quem vale a pena ser assim. Não só na questão utilidade, mas na questão de você estar participando de um processo importante, de algo importante. Eu sempre me vejo como uma pessoa observadora de processos importantes, vejo alguns surgirem e acontecerem, e outros já pegar o curso em andamento, mas nunca me vi inserido em um. Talvez eu me sinta velho demais pra fazer parte de um. Talvez não... Mas não é uma coisa fácil de ser feita. Ao menos não quando você está olhando esse texto e já querer se candidatar a tal posto. Coisas importantes surgem do nada, são imprevisiveis, começam de coisas imprevisiveis... É uma sistemática. Pra ser um processo importante ele precisa ser único, ou começar de forma incomum, ou inesperada...

Parece que eu meio que fugi do assunto, mas pare pra perceber que tudo isso está interligado. Ao menos poderia ser o começo de um processo importante, talvez coisa que eu nunca veja na vida pela minha fraqueza com as idéias, ajudas, até mesmo por ser quem eu sou. Sinceramente não vejo muito futuro em me ver do jeito que eu gostaria de ver. Mas não gosto de coisas muito "iguais".
É. Eu tenho que parar de ser besta e um pouco irrealista. Não posso buscar uma coisa que talvez nem possa ter. Umas pessoas são merecedoras disso, outras não.

Mas eu queria um pouco de utilidade. Hoje eu percebi que não tenho nenhuma na vida de ninguém. Apenas sei observar, ouvir... Mas é muito pouco pra quem quer fazer parte de processos...

E sim, não costumos escrever textos assim. Ao menos não desse jeito, eu costumo escrever mais pra mim, mas dessa vez não quero escrever simplesmente pra mim. E sim pra algum lugar. Se quiser xingar, xingue. Se quiser me chamar de emo ou de coisa parecida, chame. Isso aí que escrevi é parte da minha essencia (não as lamentações, mas os objetivos) e se isso te incomoda, vai cuidar da sua vida. Mas cada um tem a sua própia essencia, não é mesmo?

E isso pode ser útil pra outras pessoas também, eu não sou o único a fazer autocriticas dessa forma. E nem serei o último.
E acho que escrevi demais, mas sempre acho que nunca escrevi o suficiente. Sempre há novas coisas para ser escritas, novos medos ou situações, ou simplesmente medos velhos e sem solução. Cada pessoa tem uma verdade, uma história... mas isso fica pro próximo post.

E é só. Ao menos por enquanto sim...

31 julho 2009

Sua Resposta Vale Um Bilhão!

Indecisão.

Já reparou que muitas pessoas por aí não sabem bem o que querem? Além de outras dizerem que querem algo, mas não saber as consequencias daquela determinada coisa?

Sempre vem a pergunta: "Você sabe REALMENTE o que você quer?"

Não vou me privar do assunto, também sou indeciso em determinados pontos, e sei o que quero em outros. Mas muitos se deixam levar pela indecisão, ou pela busca pelo plástico, sem saber se aquilo é realmente o que busca, ou o que realmente quer.

Isso acontece bastante em relacionamentos ou quando você sai pra procurar um emprego, ou pra escolher uma carreira a seguir. São fatores onde uma atitude é bem determinante pra você ter um cotidiano mais saudável, ou mais terrivel e complexo. Não falo só de decisões erradas, mas de você desconhecer o que realmente aquilo significa. Como muitas pessoas que vejo por aí que procuram um namorado por exemplo, mas não sabem qual é a consequencia de um relacionamento. Como sofrer, se preocupar, discutir... não é simplesmente sair de mão dada, estar juntinho sempre, beijar na boca, sexo e etc. Sempre tem um outro lado que muitos desconhecem. Muitos só procuram o bom e acabam descobrindo o lado ruim no meio de tudo, daí, as pessoas tem inumeros "ex" namorados que juraram de morte por algum determinado motivo.

Outra, é quando você investe na sua vida profissional, quando você está pra escolher a carreira e tudo mais... Muitas pessoas escolhem caminhos errados ou por uma falsa impressão, acabam parando em cursos que não tem nada a ver com você. Ou a falta de alguma determinada atitude, faz com que você cresça uma pessoa má sucedida naquela determinada profissão. Alías, falta de algum tipo de atitude e de risco faz com que você não seja uma pessoa bem sucedida em vários campos. Culpa ou da indecisão, ou da imprecisão.

Situações como essa, nos faz levar a um leque de opções. Opções pela qual uma você vai chegar a lugar nenhum, e outra vai chegar a algum lugar, seja acertando em cheio, ou indo pra uma outra questão para chegar ao lugar certo. Muitas pessoas pensam demais na hora de escolher uma determinada opção (como eu as vezes) por exemplo. Refletir demais sobre as escolhas, consequencias e ver o caminho melhor para se seguir. Outra simplesmente chuta, porque o que importa não é a reflexão, e sim a impulsão. "Se não der, vou tentando até onde der".

São duas tentativas válidas, porém arriscadas. Em uma delas, você pode acabar bilionário e ser uma pessoa feliz com as decisões que você teve. Em outra, você pode perder tudo e simplesmente não ser tão feliz em determinadas escolhas. Muita gente arrisca no "tudo ou nada", outras pensam e jogam, outras fazem as duas coisas...

Mas toda tentativa de se chegar ao caminho certo é valido. Desde que você saiba como é esse caminho. Muitos não sabem nem onde estão pisando.

E você, sabe? Sabe o que quer?

Sua resposta vale um bilhão!

Novas Perspectivas...

Sempre que vou a São Paulo, sempre reflito sobre uma questão que me acompanha já há algum tempo: mudar de cidade e ir atrás de uma nova perspectiva de vida.

Sabe quando você já viu muita coisa na cidade onde mora e gostaria de conhecer ainda mais coisas, mais culturas, andar por lugares diferentes, ir a um ponto que você nunca foi, conviver com pessoas que tem visões DIFERENTES das pessoas que você vive no meio urbano atual? Além de uma experiencia de ter pisado em uma terra diferente? E de poder experimentar uma LIBERDADE que você não experimenta onde você mora atualmente? Pois é, eu me sinto assim as vezes.

Não, isso não significa que eu deteste a minha cidade. Eu gosto do lugar onde vivo. Mas as vezes vem o tédio de voce sempre ver a mesma coisa ou observar uma mesma holística sempre. Ou de você estar ligado a uma verdade que, de repente, não é a sua verdade. Ou de dar rolés pelo mesmo lugar sempre, não ter sempre um lugar diferente pra ir... Não sei se é por querer conhecer um ambiente totalmente novo, ou é por não querer estar em um ambiente de turismo/praia, ou é por questões de liberdade, já que familia não te dá tanta liberdade pra você fazer tudo o que gosta, mas em uma cidade diferente você pode ter essa oportunidade.

Além daquelas questões: "Vou viver sempre aqui?" "Nunca conhecerei outro universo?" "Como são as pessoas de lá?" "Por que as daqui são tão iguais?" entre outras coisas do tipo...

Porém, sempre tem uma consequencia. Uma coisa é você viajar e ir pra tal lugar pra quatro dias. Outra, é você morar naquele lugar e conviver com pessoas diferentes 24h, sentir aquela holistica sem o entretenimento, mas com o trabalho, com o cotidiano. Isso pode mudar quando chegar lá e sentir nos três primeiros meses, pra onde quer que eu vá. Para isso, existem as adaptações. Umas são bem sucedidas, outras...

Queria experimentar uma coisa nova, um cotidiano novo. Faria bem pra minha mente, pra minha vida, pros meus pensamentos... Você pode amadurecer e se tornar uma pessoa diferente em outro lugar, já que está mais livre. Posso arriscar e errar, me deprimir, mas eu quero arriscar! Sempre é bom conhecer coisas novas, e ficaria meio deprimido se vivesse sempre no mesmo lugar e só conhecesse as mesmas coisas, e estivesse em um lugar em que a verdade não é muito a sua. Mas isso vai de pessoa a pessoa. Eu por exemplo gosto de experiencias novas em lugares que nunca fui, além de morar em uma cidade diferente, coisa que nunca experimentei e gostaria de experimentar em breve...

Tudo graças a liberdade. E a uma Nova perspectiva... '-'


15 julho 2009

O Rock Morreu?

Era pra ter postado isso no dia internacional do rock. Mas como o tempo e o cansaço (e a preguiça) não permitiram postar isso anteontem, vai hoje mesmo.

Certo dia eu estava conversando com um grande amigo meu sobre gostos musicais. Ele me contava que agora seu gosto musical mudou, que escuta mais forró e MPB e veio com uma frase pela qual quero discutir aqui no blog: "O Verdadeiro Rock morreu. Hoje o gênero não existe mais."

Lembro que na época do colégio, esse meu amigo era viciado em Heavy Metal. Bandas como Slayer, Sepultura, Megadeth, Metallica, entre outras faziam parte da sua lista musical. Com o tempo, o gosto da criatura foi mudando, mudando e hoje ele praticamente não ouve mais rock. Se houve, é rock nacional mais direcionado pro MPB e pro Pop/Rock, como Skank, Ana Carolina, entre outras bandas que tocam na rádio. O Motivo pra ele ter largado os sons pesados e ido pros mais amenos? Comportamento e Mulheres. O Primeiro eu até entendo, mas o segundo é muito bizarro na minha opinião. Porque? Porque gosto musical não é termômetro pra conquista de pessoas do sexo oposto. Ou é. Vide as Marias Baquetas...

Mas voltando ao assunto: o rock realmente morreu? Ou ele é eterno dependendo do ponto de vista de quem escuta determinada vertente?

Pra quem curte rock mais antigo, progressivo, mais influente do "rock n' roll", certamente vai odiar as musicas que tocam hoje em dia. Quem curte um genero mais anos 90, talvez seja mais receptivo aos anos 80, mas vai ser reticente aos dias de hoje. Afora que nessa época, já ocorriam experimentações de combinar o rock com outros generos, como o techno, o hip hop, o rap (vide a combinação de RUM DMC e do Aerosmith com "Walk This Way") , entre outras inovações. Claro, há várias inovações boas, mas algumas evoluiram tanto que chegaram ao ponto de ofuscar o brilho do rock com determinados valores.

Como alguns sons que ouvimos hoje em dia: o emocore, o hard rock e até um rock "mais techno do que rock". Bandas que foram feitas mais "por puro marketing" do que pra atrair mais fãs de certo modo. Atualmente ainda tem um genero que PRA MIM vale a pena: O Alternative Rock, que não deixa de ser uma vertente do New Metal, mas tem boas musicas pra ouvir. É uma laranja madura no meio de tantas laranjas podres...

Mas analisemos: O Metallica é uma das bandas mais conceituadas do Rock Internacional. Se pegarmos a Banda antes do Black Album, do mesmo até a trilha de M:I2 e da trilha até o recente disco "Death Magnetic" vemos três bandas diferentes pra quem curte Metallica. Um som mais agressivo, melódico, mais voltado pro heavy metal, com músicas bastante envolventes pra uma adaptação completamente cara de pau para o "new metal" que conhecemos hoje. Vale uma banda como o Metallica, do peso e da tradição que tem, se adaptar aos tempos de hoje? Sinceramente, acho que não. Mas há fãs que curtem a banda justamente por ser quem é. Ou então interilgam ao passado e ouvem o que era no passado, como é o meu caso por exemplo.

Pra mim, o rock não morreu. Porque cada um tem um conceito do genero. Pra quem escuta aquela banda que fez sucesso há muitos e muitos anos, ela vai servir de influencia, vai ter bandas seguindo tal estilo e cada um vai plantando sua determinada vertente. Seja ela hard-rock, heavy metal, punk, death metal, metalcore, New metal, emocore, alternative rock, rock progressivo entre outras que esqueci de citar...

Mas cada um tem o conceito sobre o rock. Pra mim ele não só não morreu, como ele conquista fãs de várias idades por várias virtudes. E pra você, o rock deixou de existir?

Ou ele é imortal?

05 julho 2009

Empiniquem os Ouvidos!

Certo dias atrás eu estava lendo um dos blogs de um amigo meu (inclusive ele tá na lista dos recomendáveis, o Rede Monstro), e vi uma noticia um tanto... bizonha. O Ex-pugilista (?) Maguila resolveu se aventurar na carreira de cantor (!!!!!). Não, você não leu errado. Ele, que aposentou as luvas de boxe há algum tempo, quer investir na carreira artistica pra fazer sucesso e se tornar um cantor. Ou simplesmente pra continuar na mídia...

Eis abaixo, a integra da notícia:

Inspirado em Zeca Pagodinho e Almir Guineto, Maguila revela lado
sambista.


Ex-pugilista prepara cd de estreia e lança música autobiográfica

Aposentado, Maguila tenta a sorte como cantorA inspiração, ele garante,
vem dos grandes.


Sambistas de primeira, como Zeca Pagodinho, Almir Guineto e Arlindo
Cruz. Mas a voz é inconfundível. Voz de um mais vitoriosos pugilistas do boxe
brasileiro, que agora envereda por novos caminhos: a música. Aposentado desde
2000, Maguila resolveu apostar em um talento desconhecido do grande público.
Maguila conta que a ideia de gravar um CD surgiu por acaso, durante um programa
de calouros na TV. Ele fazia uma participação e, para sua surpresa, agradou aos
jurados. - Eu estava indo bem, ganhando do meu concorrente. Mas não quis falar
uma frase que haviam pedido para que uma quantia fosse doada para uma
instituição de caridade. Eu tenho uma ONG (“Amanhã Melhor”, em São Paulo), e
queria que a doação fosse para lá. Eles não aceitaram, mas me deram a chance de
gravar o CD – disse, em entrevista por telefone ao GLOBOESPORTE.COM.


Adilson José Rodrigues (Maguila)

Local e data de nascimento:Aracaju, 12 de junho de 1959

Carreira:Lutas: 85 / Vitórias: 77/ Vitórias por nocaute: 61 /
Derrotas: 7 / Empates: 1/ Desistências 0

Principais títulos:No início da carreira, Maguila foi treinado por Angelo Dundee, ex-técnico de nomes como Sugar Ray Leonard e Muhammad Ali. Em 1995, foi o primeiro brasileiro campeão mundial de peso pesado, pela Federação Mundial de Boxe (WBF). Além disso, foi campeão brasileiro, sul-americano, latino-americano, pentacampeão continental e campeão das Américas.

A música de trabalho escolhida conta a trajetória de Maguila dentro e
fora dos ringues. Composta por Paulinho Levi, “Vida de Campeão” exalta a
nacionalidade brasileira e a vida sem muitos caprichos que o boxeador enfrentou
até chegar ao sucesso nos ringues (
clique aqui para conferir). - Você ouviu a música? Muito bonita, né? E minha voz, ficou legal? – pergunta um curioso Maguila. O ex-boxeador conta como surgiu a letra, que, como ele diz, tem a sua feição.

Maguila e o anúncio da música "Vida de Campeão": "Um lançamento que é
uma porrada"- Eu estava no programa, e o Paulinho Levi me disse que ia fazer uma
música para mim, que seria a minha cara. E graças a Deus, estou cantando. A
letra não podia ter essa minha cara feia, mas tinha que ser samba. Samba é a
minha cara. Sempre gostei do Zeca Pagodinho, Almir Guineto, Arlindo Cruz. Então,
estou sempre na cola deste pessoal – garante.

O CD completo, porém, só sai em dois meses e terá toda sua renda revertida em doações para sua ONG. Mas, segundo Maguila, a resposta para a “Vida de Campeão” está sendo a melhor possível. - Muita gente que tive contato elogiou muito. Uma pessoa me disse que uma ouvinte de uma rádio ligou quando a música estava tocando e disse que era nota 10, que devia tocar mais. Com o CD pronto, Maguila planeja fazer shows pelo país e mostrar que tem, como sambista, o mesmo talento que tinha nos ringues.

Confira a letra de 'Vida de Campeão'

"Dei um soco na preguiça, Pra moleza não baixei a guarda.

Não calquei a tristeza, Encarei a minha estrada.

Derrubei todas as barreiras, O pessimismo mandei pra lona.

Nunca fui à faculdade, Mas de guerreiro, tenho diploma


Refrão: Sou lutador, sou de fé, sou brasileiro. Sou lutador, sou da
paz, eu sou guerreiro. Sou lutador, sou amor, sou coração. Sou lutador, vencedor
(brasileiro) e campeão.


Cada luta que travei me ensinou a ser fiel A não reclamar de nada,
aceitar o que vem do céu.


Fui com força e proteção pra vencer mais um duelo

O meu sangue é de raça pois sou verde e amarelo.

"Refrão"



Não cheguei a ouvir a música do maguila ainda. Mas pela voz dele, você que está lendo este blog, deve imaginar como ela deve ter ficado. Sinceramente não o vejo como cantor. Se ele quer ser sambista, tudo bem, mas que fique no surdo, ou no pandeiro, mas não cantando! Creio que ele não terá muito sucesso, mas sorte pra ele.


Agora, eu já cheguei a ouvir duas músicas de um outro artista inusitado do mundo da música: Roberto Justus.

Ano passado, ele lançou um cd com regravações de musicas de intérpretes muito famosos no mundo musical, como Frank Sinatra, Nat King Cole e Paul Mccartney. Confesso que ele tem mais voz que o nosso amigo Maguila, mas ainda sim, ele está mais pra cantor de karaoke do que pra cantor profissional. Ele canta bem? Sim, canta. Mas não tem a pinta de um cantor que vai decolar por aí, só por estar inserido na midia como apresentador de TV, além do (bom) publicitário que ele é, atraindo muitas empresas acerca do seu nome, ele não sabe compor musicas. E o cd foi apenas uma estratégia publicitária pra continuar divulgando sua imagem perante as empresas e as pessoas própiamente ditas.

E em vários cenários, não só o da música, vemos atores, cantores, empresários entre outras celebridades arriscando suas habilidades em inumeras coisas. Mas como estamos falando de música, há artistas que se deram bem neste ramo, ou simplesmente fracassaram. Cito dois atores como exemplo: Will Smith e Terence Howard. O Primeiro lançou alguns cds e até fez trilhas para o "MIB - Homens de Preto" e para a série "Fresh Prince of Bel Air", e até tem alguma voz. Mas como seu lado cantor acabou virando um fracasso, e o mesmo não canta mais hoje em dia, afora que não vejo nenhuma pessoa ouvindo os hits que fizeram sucesso com o seu nome. Já o ator que contracenou em "Homem de Ferro", atualmente está tentando se lançar no mundo da música. Se vai fazer sucesso? não sabemos. Mas é mais um se aventurando no âmbito musical em busca de novas rendas, marketing e é claro, midia.



Outros ainda tentam fazer sucesso, ou seguir o caminho inverso, como faz Beyoncé, Ice Cube, e alguns outros rappers que fazem ou fizeram sucesso há alguns anos. Lembram do Mark Whalberg (Atirador, Fim dos Tempos e etc)? Já foi cantor, mas não fez sucesso. Depois, virou modelo de marca de cuecas/samba canção e aí foi descoberto como ator. Coisas assim, de atores que viram cantores, ou vice versa, acontecem o tempo todo. Cada um tem o direito de fazer o que bem entende, mesmo que faça mal. Agora cabe a nós (?) ouvi-los ou não. Uns se dão bem, outros são realmente horriveis na profissão que resolveu se "aventurar" e só fazem isso apenas por hobby, campanhas publicitárias, mais clipping ou seja lá o que for. Se está falado, mesmo que execute aquela idéia mal, ele continuará sendo falado. E pobre nos nossos ouvidos que temos que ouvir essas coisas, quando elas realmente são ruins. Ao menos elas servem para dar risadas!

Antes de terminar o post, devo me lembrar da aventuração mais tosca que já ouvi no mundo da música: O Rap de Romário e Edmundo chamado "Rap dos Bad Boys". Sinceramente, essa eu prefiro nem comentar... Mas aí vai a letra pra vocês se recordarem um pouco (ou não, caso queiram passar por essa tosqueira, pulem pro final do post .D

Refrão:

le, le, le, ô le, le, le, á
com bad boys no seu time já pode comemorar.
Somos bad boys isso não tem nada a ver,
Cante com a gente esse rap que você vai aprender.

Esse é o recado dessa dupla bad boy,
eu sai lá do jacarezinho e eu sai lá de niteroí;
Romário e Edmundo pedem a paz para a nação
pare com a violência e não arrume confusão.

Ganhei o mundo, eu sou tetra campeão
sou Romário bad boy sou artilheiro do mengão.
Sou Edmundo bad boy de Niteroí
fiz a festa lá no vasco e no Palmeiras sou heroí.

Jogo bola porque gosto, jogo bola por amor
meu amigo edmundo vou ser seu professor;
Romário meu amigo sou Edmundo animal
posso aprender contigo tu é o mestre ideal.

Fazer gols é a nossa diversão e o point preferido
quiosque Viajandão,
Onde encontro a rapaziada
Tem muito futevoley e o pagode é da pesada

Refrão (2x)

Se liga minha gente no que agora eu
Vou falar esse time sangue bom pra
Vocês eu vou cantar

Ronaldo meu irmão, pedrão,Wilsinho, sírio, pato e piloto,
Rapozão e robertinho
Sou conhecido no asfalto e nas favelas,
To na barra da tijuca e morro do amor por ela.

Jacarezinho, favela onde nasci, vila da penha
joguei Bola e lá cresci, barreira do vasco, jacarepagua.
Freguesia e pau de ferro eu também passei por lá.

Saí do Brasil fui jogar na Holanda,
fui rei no PSV e no Barça na Espanha
Eu também sou bad boy arrebentei lá no vascão
nasci lá em niteroí, sou campeão pelo verdão.

Sou Edmundo conhecido animal,
faço gols em qualquer canto, cara feia não faz mal.

Refrão (2x)


Cantamos esse rap pra toda rapaziada
Futebol com violência, isso não nos leva a nada,
Vai pro baile, não arrume confusão
Porque tem muitas gatinhas te esperando no salão

Olha meu amigo, briga é coisa de otário,
Para quem não me conhece sou o MC Romário;
Essa tal de violência é coisa de outro mundo
se liga no conselho do MC Edmundo.

Refrão (2x)


Todo mundo


Refrão (1x)


Depois dessa sessão terror (ainda bem que não tem áudio no blog...) encerro aqui o meu post '-'
Caso lembrem de algum artista inusitado da musica que se aventurou e foi muito tosco e eu porventura esqueci, é só comentar!

Caso queiram visitar o blog do meu amigo Leandro, é só clicar aqui: http://www.ouvintesbalburdianos.blogspot.com/

Depois eu volto pra falar mais besteira. JA MATA! *some*


30 junho 2009

O Fenomeno "Moonwalk" da Música

Como todo mundo já está cansado de saber, o idolo do pop Michael Jackson, faleceu na última quinta-feira (dia 25). Lembro que no dia eu tinha comentado com a minha mãe, a respeito de como vai ser procurada todas as músicas do cantor, além de discos, videos, ressucitarão entrevistas e mais entrevistas, polêmicas e praticamente tudo, mas tudo mesmo iria passar a falar sobre a história do astro pop. Dito e feito.

Passou-se quase uma semana da morte de Michael, e o que eu passei a ver foi inúmeras pessoas ouvindo MJ como não ouviam antes, buscando albuns e criando um monte de sites a respeito dele. Nada de errado até aí. Mas porque todo mundo resolveu ouvir as músicas dele só agora? Depois dele ter morrido? O Astro agora irá se tornar um ícone de destaque em vários sites musicais e se tornará uma lenda maior, assim como foi com Elvis Presley na década de 70, que quando veio a falecer, seu sucesso triplicou e ficou imortalizado, revelando fãs do rei do rock até hoje. Mas o que faz as pessoas ouvirem as músicas do cantor somente agora quando ele morre? Se ele não estivesse morrido, iria ser destaque como é hoje?

Claro que muitos ainda o ouviriam, mas não teriam tanto destaque. Até mesmo porque, Michael Jackson, assim como a Madonna, Roberto Carlos, Mick Jagger (?), Pelé (não é cantor, mas ao menos ele é rei), entre outros são icones acima de qualquer outro cantor ou alguma vertente que exista atualmente, chegam até a ser lendas no genero que participam. Mas porque não o destaque agora que eles ainda estão vivos? A Morte de um grande idolo dá dinheiro, mais mídia e marketing pra quem trabalha acerca dos trabalhos deles?

Sim e não. Aliás, estaria sendo hipócrita se dissesse que não. E estaria sendo ignorante se dissesse que sim. É um pouco dos dois.

Lembro-me de quando o Renato Russo morreu. Músicas do Legião Urbana entupiam a programação das rádios e as paradas de sucesso. Mas isso não se deve a morte do Renato. Até mesmo porque as letras e melodias da banda encantam muitas pessoas por aí até hoje. Dificil você não encontrar uma pessoa por aí ou algum amigo seu que não seja fã de Legião ou de Cazuza (outra pessoa que passou por esse "fenomeno" musical). Mas ao mesmo tempo, o momento inflamava pra que as pessoas ouvissem bem mais as músicas dos mesmos. Uns podem ser até fãs, mas outros apenas só simpatizavam, ou só passaram a ouvir porque o momento indicava para começar a ouvir. Aconteceu o mesmo quando Kurt Cobain se suicidou e agora acontece a mesma coisa. Mas eu prefiro comparar o fenomeno do MJ com o do Elvis, do que com a do Renato, do Cazuza, do Kurt entre outros que também morreram e deram destaque na imprensa. Michael, queiram ou não, é uma lenda da musica. Eu particularmente não escuto nenhuma musica dele atualmente, e nem curto o estilo musical dele, mas provavelmente será marcado por ser um artista que foi diferenciado em um monte de coisas, seja na dança, ou nas composições, ou nas causas humanitárias e tudo mais... Se ele vai ser imortalizado como foi Élvis só o tempo e as gerações futuras irão dizer. Mas que ele é uma lenda e uma referência na música, isso ele é.

Só acho curioso como a pessoa quando morre, muitas resolvem ouvir as musicas dela. Umas nem ouviram, outras ouviram pouco e do nada... viram fã. Coisas do mundo da música.

Mas há quem goste, e não recrimino os verdadeiros fãs de Michael. Mas é engraçado que tudo se surge justamente agora.

E quem ganha, acreditem, é quem fatura com a imagem do cantor. Além do mesmo é claro (mesmo já falecido).

No mais, deixem ele descansar. Mesmo sabendo que não deixarão tão cedo (pelo que vejo na imprensa e por outros lugares. Mas enfim...).

20 junho 2009

Formar pra quê?

No último dia 17, o STF revogou uma lei onde deixava de obrigar o diploma de jornalista pra quem gostaria de exercer a função. Segundo o relator Gilmar Mendes:

"... danos a terceiros não são inerentes à profissão de jornalista e não poderiam ser evitados com um diploma. Mendes acrescentou que as notícias inverídicas são grave desvio da conduta e problemas éticos que não encontram solução na formação em curso superior do profissional. Mendes lembrou que o decreto-lei 972/69, que regulamenta a profissão, foi instituído no regime militar e tinha clara finalidade de afastar do jornalismo intelectuais contrários ao regime.

Sobre a situação dos atuais cursos superiores, o relator afirmou que a não obrigatoriedade do diploma não significa automaticamente o fechamento dos cursos. Segundo Mendes, a formação em jornalismo é importante para o preparo técnico dos profissionais e deve continuar nos moldes de cursos como o de culinária, moda ou costura, nos quais o diploma não é requisito básico para o exercício da profissão.

Eu, como um aluno do curso de Jornalismo, primeiro acho estranho isso ter acontecido. E segundo, acho isso uma bagunça.
Por que eu acho estranho? Simples: Pra quem cursa a área, e ainda não se formou, vale a pena se auto-declarar jornalista? Pra mim, não. Podemos exemplificar que temos o mesmo titulo que uma pessoa que está começando agora e a de que está terminando. Não há diferença. E com essa lei, ser um jornalista diplomado não significa absolutamente nada. É apenas um papel, um acontecimento, o fato de ter concluido o ensino superior, e só. Qualquer pé rapado pode se formar como jornalista, e ele vai ter a mesma chance que eu tenho de ter uma vaga na área. Afinal, algumas pessoas só querem ser aprovadas na área, não serem bem qualificadas para tal... Arrancaram praticamente a essência do curso.

Mas avaliando por um contexto, isso pode trazer problemas para a profissão. Dependeria de determinadas empresas e de como elas fariam pra contratar determinados profissionais. Se o diploma for realmente dispensável, ao menos tem que haver um critério justo para a empresa contratar a pessoa. Daí, algumas pessoas simplesmente vão correr atrás de ter uma nota melhor pra poder se destacar, já que ter ou não o diploma, não faz mais diferença. O que faz agora, é somente números e conceitos...

Ao menos, há outras vertentes que eu quero seguir, já que pra se especializar você precisa de bastante conhecimento. Mas eu não vou abandonar a minha área. Ao menos, isso vai servir como motivação pra você evoluir e se tornar competente naquilo que faz.

Mas aí eu me pergunto: Se formar pra quê? Se eu posso conseguir coisas sem ao menos concluir todas as etapas do curso? Posso ser Jornalista sem ao menos aprender todas as técnicas de LEAD, algumas vertentes jornalisticas, entre outras programações? O que me diferencia de quem ainda não fez o curso e quer fazer? Só um pouco de conhecimento? E se pra uma empresa somente isso não bastar?

Infelizmente, isso é lamentável...

15 junho 2009

Devaneios

Hoje, fazendo a minha prova de Fotojornalismo, me deparo com essa imagem ao lado. Um fotógrafo de política chamado Lula Marques, num congresso onde estava o presidente da Venezuela, Hugo Chaves, resolveu focar o rosto do presidente com dois dutos de ar-condicionado e resolveu fazer uma piadinha. Fizeram essa graça que vocês podem ver ao lado.

Isso me remete pensar que alguns fotógrafos da área são tão entediados de sempre fotografar a mesma rotina que as vezes apelam para o humor. E está certo! Deve ser terrivel você sempre fotografar as mesmas coisas, pessoas e jeitos do mesmo jeito. Como as imagens também são instrumentos de arte, assim como a escrita, tem que haver mesclagem. E convenhamos, na politica é uma coisa técnicamente dificil. Só perde pros fotógrafos de guerra, que só fotografam desgraça, corpos multilados e ainda correm o risco de sua imagem não parar na imprensa. Eu detestaria ser fotógrafo de guerra. Prefiro fotografar ambientes e coisas "urbanas". Ao menos você tem sempre a mesclagem e opções pra retratar tal fato.

Mas aí eu vejo pessoas dizendo que adoram fotografia. É uma arte e tanto. Mas quando você for ver, é simplesmente tirar 374823748293749238 fotos de si mesmo no banheiro contra o espelho e mais 749853495734857 fotos dos amigos na balada ou sei lá aonde. Tá certo que cada um tem seu modo de observar a fotografia, mas essa certamente não seria a minha opinião. Há gente por aí que é realmente bom nas fotos, fazem isso por hobby e por trabalho mesmo. Mas uns só tiram as mesmas fotos, o que é fútil e repetitivo, mas não deixa de ser fotografia...

Daí você se pergunta: Porque o nome do tópico é "Devaneios", se ele não falou de devaneio nenhum até agora? Calma, agora vem a melhor parte.

Assim como a imagem do nosso amigo Mickey Chaves, podemos criar qualquer tipo de pensamento com a foto. Ou com pessoas, ou com coisas, ou simplesmente com ambiente. Deixar no subjetivo e as pessoas criarem inúmeras sugestões sobre aquela foto que você tirou. Além de viajar nela e criar inúmeras teorias. Isso faz da fotografia ser legal. Seja do modo artistico, ou humoristico, ou cotidianal, são artes que valem a pena. Apesar do fato de ter certas vertentes que são fotos plasticamente iguais e desanimadoras. A não ser que você crie uma nova ideologia, ou apele pra criatividade como nosso amigo Lula Marques fez.

Ah sim, o Mickey Venezuelano adorou a imagem. Tanto que proibiu a entrada do mesmo na Venezuela. Mas ao menos não deu pra perder a piada! Hehe.

12 junho 2009

Perguntas Inconvenientes. Verdades mais ainda~

Por que as pessoas pra seguir um determinado gosto tem que ser "de tal jeito" pra ser reconhecida?

Por que as pessoas só procuram aquilo que é comodo pra elas? Nunca tentam seguir migalhas?

Por que as pessoas desistem de falar com você de uma hora pra outra? Em um dia, ela adora conversar com você, e depois... puf!

Ou então ela muda radicalmente de idéia e diz que você é um chato, melancólico entre outras coisas. Por que isso?

Por que somos subjetivos demais? Porque queremos ser subjetivos e não somos diretos ao ponto?

Por que escrevemos complicado pra esclarecer algo tão simples?

Por que só as coisas ruins acontecem rápido, e as boas quase nunca acontecem?

E quando elas acontecem, por que elas demoram muito a se formalizar?

Por que os kamikazes usavam capacetes?

Por que o Garotinho ainda quer se candidatar a governador do Rio, mesmo sabendo que a época das "molecagens" dele já passou?

Por que, uma pessoa mesmo sendo um tipo de pessoa legal, ou simplesmente atencioso, amigo e tudo mais sofre mais do que um tipo de pessoa FDP, aproveitador e que simplesmente só quer inflar o própio ego?

Por que estou fazendo tantas perguntas?

Por que o povo sempre arrum motivo, besta que seja, pra arrumar uma briguinha, pra hostilizar? pra matar?

Por que sei que, mesmo escrevendo deste jeito, as pessoas não entenderão o que eu realmente quero dizer?

Por que não vemos equilibrio? Só tendemos a ver muita emoção ou muita razão em determinadas coisas...

Por que a maioria das músicas que ouço por aí, só possui UM tema?

Por que só vemos problemas? Se a solução possa estar (ou não) na nossa frente?

Ou então no nosso subconsciente? Mesmo que não sabemos esclarecer com palavras o que queremos REALMENTE...

Por que algumas pessoa, são "maria-vai-com-as-outras"?

Por que em vinte temporadas, os simpsons sempre continuam com a mesma idade?

Por que algumas pessoas são tão egoístas ao ponto de não parar pra alguém e perguntar se precisa de algo?

Por que envenenamos pessoas com frases vazias de amor como "quero viver com você pra sempre" e "você é a mulher da minha vida" sabendo que nada disso pode ser verdade...

E por que em seis meses, tendo essa convicção (?) já pensam em casamento?

Por que pessoas quietas tendem a ser pessoas "retardadas" ao invés de apenas observadores?

Por que algumas pessoas desistem de outras assim, tão facilmente?

Por que surpresas não acontecem?

Porque boas aventuras não surgem?

Por que por mais que os dias mudem, tudo continua igual?

Alguém lê esse blog?

Por que só buscamos só os fragmentos, ao invés do frasco completo?

Por que as pessoas não são aceitas da forma como elas são, ao invés de sempre exigir esteriotipos e conceitos pré-definidos de alguém?

Por que em determinados momentos, somos tão bestas e não pensamos no racional?

Por que em determinados momentos, somos tão bestas e não pensamos um pouco no emocional?
Por que?

06 junho 2009

Watch the System...

Tá vendo essa imagem aí do lado? Pois é. Eu poderia dizer que sou exatamente assim. Observando o mundo na tela de uma TV, a vida das pessoas, como elas são felizes (ou não) além de observar outras formas de vida por ali. Garantindo certo conhecimento.

Mas em contra-partida, estou sozinho dentro de um quarto, isolado, sem nenhum outro cômodo, sem nenhum acesso ao mundo externo. Talvez por querer ficar dentro dele e querer mais segurança. O Mundo viver melhor sem a minha presença no meio das pessoas que vivem nele. Ou estar preso pela não-aceitação, seja pessoal, profissional ou qualquer outra coisa. Ou Simplesmente coisas metafóricas. Bloqueio de idéias. Observar as idéias alheias e fazer balanços internamente. Mas não colocá-las para fora simplesmente porque não serão aceitas ou entendidas pelo mundo "padrão" que é.

Mas aí eu me pergunto: quem se importa?

A Sociedade padrão nunca vai parar pra olhar alguém que está quieto ou que simplesmente não é como todos. Em alguns casos, se aproveitam da situação, e a maioria ignora. Mas todos não se importam com o que você está sentindo ou pensando. Não importa. O Que importa é a a falsa felicidade e que devem ser feliz o tempo inteiro. Coisa que, como já disse, eu admiro, mas sinceramente acho pertubador. Ninguém é feliz o tempo inteiro.

Quem se importa se somos quietos? Alguém tentaria se aproximar só por seguirmos vertentes diferentes? Ou porque simplesmente somos complicados e ninguém tem coragem de entender o porquê e estar perto ou conversar pra "descomplicar" um pouco? Quem se importa?

O Fácil não atrai. Mas muita gente já quer coisas práticas. Relacionamentos práticos, dia-a-dia práticos, empregos práticos, tudo prático, sem dor. Coisas que precisamos da dor e do suor pra conseguir. Se temos coisas práticas, quem se importa com o complicado? Com o difícil?

São coisas que paro pra me questionar. E também me questiono se alguém notaria o porque de eu mesmo ser misterioso e complicado. Afinal, quem se importa? Coisas práticas existem aos montes por aí...

Enquanto isso, eu observo. É a única coisa que posso fazer de bom no momento. Melhor do que esperar o "nada".

Ninguém se importa mesmo....

05 junho 2009

Well...

Bem, como vocês podem perceber, fiquei uns dias sem escrever absolutamente nada. Não por falta de conteúdo, formulei uns três, quatro posts que poderiam aparecer no blog. Mas por achar todos eles superficiais demais e repetitivos, eu decidi por não postá-los. Se for pra fazer posts mal-feitos ou mal-pensados, prefiro não postá-los e esperar ter uma ótima idéia pra colocar o que penso/sinto/vejo por aqui de forma coerente e interessante. E bem, isso pode levar algum tempo, ou pode acontecer seguidamente.

Afora que, tive dias desanimadores. Dias que não senti vontade de fazer nada. Dias que falar com alguém era inútil, porque até pra isso estava sem ânimo, mesmo querendo conversar com alguém. Dias que parei pra questionar todas as minhas vontades e planos pro futuro, mas logo voltei ao normal. É bom fazer auto-críticas sobre o que fez ou deixou de fazer, pois assim você reflete no que deve fazer a seguir. Mas as vezes o desânimo atrapalha...

Voltando ao blog, penso agora em escrever mais sobre mim. Não só visões minhas sobre outras coisas em geral, mas meu cotidiano mesmo. Fazendo jus ao nome do blog, é sempre bom relatar um pouco do seu dia-a-dia, e de como vejo o ambiente e os pensamentos que as pessoas compartilham por aí... Tô precisando mesclar. Além de temas mais jornalísticos, já escrevi alguns aqui e de repente, escrevo coisas novas sobre o assunto. Um bom conteúdo se baseia bem pela variedade, e nem tanto pela repetição... (até porque tudo aquilo que é repetido cansa...)

Bem, por enquanto é isso. Depois, eu volto com alguma coisa mais legal. Espero que a preguiça não volte a me consumir como antes sobre o blog...

Até! o/