31 julho 2009

Sua Resposta Vale Um Bilhão!

Indecisão.

Já reparou que muitas pessoas por aí não sabem bem o que querem? Além de outras dizerem que querem algo, mas não saber as consequencias daquela determinada coisa?

Sempre vem a pergunta: "Você sabe REALMENTE o que você quer?"

Não vou me privar do assunto, também sou indeciso em determinados pontos, e sei o que quero em outros. Mas muitos se deixam levar pela indecisão, ou pela busca pelo plástico, sem saber se aquilo é realmente o que busca, ou o que realmente quer.

Isso acontece bastante em relacionamentos ou quando você sai pra procurar um emprego, ou pra escolher uma carreira a seguir. São fatores onde uma atitude é bem determinante pra você ter um cotidiano mais saudável, ou mais terrivel e complexo. Não falo só de decisões erradas, mas de você desconhecer o que realmente aquilo significa. Como muitas pessoas que vejo por aí que procuram um namorado por exemplo, mas não sabem qual é a consequencia de um relacionamento. Como sofrer, se preocupar, discutir... não é simplesmente sair de mão dada, estar juntinho sempre, beijar na boca, sexo e etc. Sempre tem um outro lado que muitos desconhecem. Muitos só procuram o bom e acabam descobrindo o lado ruim no meio de tudo, daí, as pessoas tem inumeros "ex" namorados que juraram de morte por algum determinado motivo.

Outra, é quando você investe na sua vida profissional, quando você está pra escolher a carreira e tudo mais... Muitas pessoas escolhem caminhos errados ou por uma falsa impressão, acabam parando em cursos que não tem nada a ver com você. Ou a falta de alguma determinada atitude, faz com que você cresça uma pessoa má sucedida naquela determinada profissão. Alías, falta de algum tipo de atitude e de risco faz com que você não seja uma pessoa bem sucedida em vários campos. Culpa ou da indecisão, ou da imprecisão.

Situações como essa, nos faz levar a um leque de opções. Opções pela qual uma você vai chegar a lugar nenhum, e outra vai chegar a algum lugar, seja acertando em cheio, ou indo pra uma outra questão para chegar ao lugar certo. Muitas pessoas pensam demais na hora de escolher uma determinada opção (como eu as vezes) por exemplo. Refletir demais sobre as escolhas, consequencias e ver o caminho melhor para se seguir. Outra simplesmente chuta, porque o que importa não é a reflexão, e sim a impulsão. "Se não der, vou tentando até onde der".

São duas tentativas válidas, porém arriscadas. Em uma delas, você pode acabar bilionário e ser uma pessoa feliz com as decisões que você teve. Em outra, você pode perder tudo e simplesmente não ser tão feliz em determinadas escolhas. Muita gente arrisca no "tudo ou nada", outras pensam e jogam, outras fazem as duas coisas...

Mas toda tentativa de se chegar ao caminho certo é valido. Desde que você saiba como é esse caminho. Muitos não sabem nem onde estão pisando.

E você, sabe? Sabe o que quer?

Sua resposta vale um bilhão!

Novas Perspectivas...

Sempre que vou a São Paulo, sempre reflito sobre uma questão que me acompanha já há algum tempo: mudar de cidade e ir atrás de uma nova perspectiva de vida.

Sabe quando você já viu muita coisa na cidade onde mora e gostaria de conhecer ainda mais coisas, mais culturas, andar por lugares diferentes, ir a um ponto que você nunca foi, conviver com pessoas que tem visões DIFERENTES das pessoas que você vive no meio urbano atual? Além de uma experiencia de ter pisado em uma terra diferente? E de poder experimentar uma LIBERDADE que você não experimenta onde você mora atualmente? Pois é, eu me sinto assim as vezes.

Não, isso não significa que eu deteste a minha cidade. Eu gosto do lugar onde vivo. Mas as vezes vem o tédio de voce sempre ver a mesma coisa ou observar uma mesma holística sempre. Ou de você estar ligado a uma verdade que, de repente, não é a sua verdade. Ou de dar rolés pelo mesmo lugar sempre, não ter sempre um lugar diferente pra ir... Não sei se é por querer conhecer um ambiente totalmente novo, ou é por não querer estar em um ambiente de turismo/praia, ou é por questões de liberdade, já que familia não te dá tanta liberdade pra você fazer tudo o que gosta, mas em uma cidade diferente você pode ter essa oportunidade.

Além daquelas questões: "Vou viver sempre aqui?" "Nunca conhecerei outro universo?" "Como são as pessoas de lá?" "Por que as daqui são tão iguais?" entre outras coisas do tipo...

Porém, sempre tem uma consequencia. Uma coisa é você viajar e ir pra tal lugar pra quatro dias. Outra, é você morar naquele lugar e conviver com pessoas diferentes 24h, sentir aquela holistica sem o entretenimento, mas com o trabalho, com o cotidiano. Isso pode mudar quando chegar lá e sentir nos três primeiros meses, pra onde quer que eu vá. Para isso, existem as adaptações. Umas são bem sucedidas, outras...

Queria experimentar uma coisa nova, um cotidiano novo. Faria bem pra minha mente, pra minha vida, pros meus pensamentos... Você pode amadurecer e se tornar uma pessoa diferente em outro lugar, já que está mais livre. Posso arriscar e errar, me deprimir, mas eu quero arriscar! Sempre é bom conhecer coisas novas, e ficaria meio deprimido se vivesse sempre no mesmo lugar e só conhecesse as mesmas coisas, e estivesse em um lugar em que a verdade não é muito a sua. Mas isso vai de pessoa a pessoa. Eu por exemplo gosto de experiencias novas em lugares que nunca fui, além de morar em uma cidade diferente, coisa que nunca experimentei e gostaria de experimentar em breve...

Tudo graças a liberdade. E a uma Nova perspectiva... '-'


15 julho 2009

O Rock Morreu?

Era pra ter postado isso no dia internacional do rock. Mas como o tempo e o cansaço (e a preguiça) não permitiram postar isso anteontem, vai hoje mesmo.

Certo dia eu estava conversando com um grande amigo meu sobre gostos musicais. Ele me contava que agora seu gosto musical mudou, que escuta mais forró e MPB e veio com uma frase pela qual quero discutir aqui no blog: "O Verdadeiro Rock morreu. Hoje o gênero não existe mais."

Lembro que na época do colégio, esse meu amigo era viciado em Heavy Metal. Bandas como Slayer, Sepultura, Megadeth, Metallica, entre outras faziam parte da sua lista musical. Com o tempo, o gosto da criatura foi mudando, mudando e hoje ele praticamente não ouve mais rock. Se houve, é rock nacional mais direcionado pro MPB e pro Pop/Rock, como Skank, Ana Carolina, entre outras bandas que tocam na rádio. O Motivo pra ele ter largado os sons pesados e ido pros mais amenos? Comportamento e Mulheres. O Primeiro eu até entendo, mas o segundo é muito bizarro na minha opinião. Porque? Porque gosto musical não é termômetro pra conquista de pessoas do sexo oposto. Ou é. Vide as Marias Baquetas...

Mas voltando ao assunto: o rock realmente morreu? Ou ele é eterno dependendo do ponto de vista de quem escuta determinada vertente?

Pra quem curte rock mais antigo, progressivo, mais influente do "rock n' roll", certamente vai odiar as musicas que tocam hoje em dia. Quem curte um genero mais anos 90, talvez seja mais receptivo aos anos 80, mas vai ser reticente aos dias de hoje. Afora que nessa época, já ocorriam experimentações de combinar o rock com outros generos, como o techno, o hip hop, o rap (vide a combinação de RUM DMC e do Aerosmith com "Walk This Way") , entre outras inovações. Claro, há várias inovações boas, mas algumas evoluiram tanto que chegaram ao ponto de ofuscar o brilho do rock com determinados valores.

Como alguns sons que ouvimos hoje em dia: o emocore, o hard rock e até um rock "mais techno do que rock". Bandas que foram feitas mais "por puro marketing" do que pra atrair mais fãs de certo modo. Atualmente ainda tem um genero que PRA MIM vale a pena: O Alternative Rock, que não deixa de ser uma vertente do New Metal, mas tem boas musicas pra ouvir. É uma laranja madura no meio de tantas laranjas podres...

Mas analisemos: O Metallica é uma das bandas mais conceituadas do Rock Internacional. Se pegarmos a Banda antes do Black Album, do mesmo até a trilha de M:I2 e da trilha até o recente disco "Death Magnetic" vemos três bandas diferentes pra quem curte Metallica. Um som mais agressivo, melódico, mais voltado pro heavy metal, com músicas bastante envolventes pra uma adaptação completamente cara de pau para o "new metal" que conhecemos hoje. Vale uma banda como o Metallica, do peso e da tradição que tem, se adaptar aos tempos de hoje? Sinceramente, acho que não. Mas há fãs que curtem a banda justamente por ser quem é. Ou então interilgam ao passado e ouvem o que era no passado, como é o meu caso por exemplo.

Pra mim, o rock não morreu. Porque cada um tem um conceito do genero. Pra quem escuta aquela banda que fez sucesso há muitos e muitos anos, ela vai servir de influencia, vai ter bandas seguindo tal estilo e cada um vai plantando sua determinada vertente. Seja ela hard-rock, heavy metal, punk, death metal, metalcore, New metal, emocore, alternative rock, rock progressivo entre outras que esqueci de citar...

Mas cada um tem o conceito sobre o rock. Pra mim ele não só não morreu, como ele conquista fãs de várias idades por várias virtudes. E pra você, o rock deixou de existir?

Ou ele é imortal?

05 julho 2009

Empiniquem os Ouvidos!

Certo dias atrás eu estava lendo um dos blogs de um amigo meu (inclusive ele tá na lista dos recomendáveis, o Rede Monstro), e vi uma noticia um tanto... bizonha. O Ex-pugilista (?) Maguila resolveu se aventurar na carreira de cantor (!!!!!). Não, você não leu errado. Ele, que aposentou as luvas de boxe há algum tempo, quer investir na carreira artistica pra fazer sucesso e se tornar um cantor. Ou simplesmente pra continuar na mídia...

Eis abaixo, a integra da notícia:

Inspirado em Zeca Pagodinho e Almir Guineto, Maguila revela lado
sambista.


Ex-pugilista prepara cd de estreia e lança música autobiográfica

Aposentado, Maguila tenta a sorte como cantorA inspiração, ele garante,
vem dos grandes.


Sambistas de primeira, como Zeca Pagodinho, Almir Guineto e Arlindo
Cruz. Mas a voz é inconfundível. Voz de um mais vitoriosos pugilistas do boxe
brasileiro, que agora envereda por novos caminhos: a música. Aposentado desde
2000, Maguila resolveu apostar em um talento desconhecido do grande público.
Maguila conta que a ideia de gravar um CD surgiu por acaso, durante um programa
de calouros na TV. Ele fazia uma participação e, para sua surpresa, agradou aos
jurados. - Eu estava indo bem, ganhando do meu concorrente. Mas não quis falar
uma frase que haviam pedido para que uma quantia fosse doada para uma
instituição de caridade. Eu tenho uma ONG (“Amanhã Melhor”, em São Paulo), e
queria que a doação fosse para lá. Eles não aceitaram, mas me deram a chance de
gravar o CD – disse, em entrevista por telefone ao GLOBOESPORTE.COM.


Adilson José Rodrigues (Maguila)

Local e data de nascimento:Aracaju, 12 de junho de 1959

Carreira:Lutas: 85 / Vitórias: 77/ Vitórias por nocaute: 61 /
Derrotas: 7 / Empates: 1/ Desistências 0

Principais títulos:No início da carreira, Maguila foi treinado por Angelo Dundee, ex-técnico de nomes como Sugar Ray Leonard e Muhammad Ali. Em 1995, foi o primeiro brasileiro campeão mundial de peso pesado, pela Federação Mundial de Boxe (WBF). Além disso, foi campeão brasileiro, sul-americano, latino-americano, pentacampeão continental e campeão das Américas.

A música de trabalho escolhida conta a trajetória de Maguila dentro e
fora dos ringues. Composta por Paulinho Levi, “Vida de Campeão” exalta a
nacionalidade brasileira e a vida sem muitos caprichos que o boxeador enfrentou
até chegar ao sucesso nos ringues (
clique aqui para conferir). - Você ouviu a música? Muito bonita, né? E minha voz, ficou legal? – pergunta um curioso Maguila. O ex-boxeador conta como surgiu a letra, que, como ele diz, tem a sua feição.

Maguila e o anúncio da música "Vida de Campeão": "Um lançamento que é
uma porrada"- Eu estava no programa, e o Paulinho Levi me disse que ia fazer uma
música para mim, que seria a minha cara. E graças a Deus, estou cantando. A
letra não podia ter essa minha cara feia, mas tinha que ser samba. Samba é a
minha cara. Sempre gostei do Zeca Pagodinho, Almir Guineto, Arlindo Cruz. Então,
estou sempre na cola deste pessoal – garante.

O CD completo, porém, só sai em dois meses e terá toda sua renda revertida em doações para sua ONG. Mas, segundo Maguila, a resposta para a “Vida de Campeão” está sendo a melhor possível. - Muita gente que tive contato elogiou muito. Uma pessoa me disse que uma ouvinte de uma rádio ligou quando a música estava tocando e disse que era nota 10, que devia tocar mais. Com o CD pronto, Maguila planeja fazer shows pelo país e mostrar que tem, como sambista, o mesmo talento que tinha nos ringues.

Confira a letra de 'Vida de Campeão'

"Dei um soco na preguiça, Pra moleza não baixei a guarda.

Não calquei a tristeza, Encarei a minha estrada.

Derrubei todas as barreiras, O pessimismo mandei pra lona.

Nunca fui à faculdade, Mas de guerreiro, tenho diploma


Refrão: Sou lutador, sou de fé, sou brasileiro. Sou lutador, sou da
paz, eu sou guerreiro. Sou lutador, sou amor, sou coração. Sou lutador, vencedor
(brasileiro) e campeão.


Cada luta que travei me ensinou a ser fiel A não reclamar de nada,
aceitar o que vem do céu.


Fui com força e proteção pra vencer mais um duelo

O meu sangue é de raça pois sou verde e amarelo.

"Refrão"



Não cheguei a ouvir a música do maguila ainda. Mas pela voz dele, você que está lendo este blog, deve imaginar como ela deve ter ficado. Sinceramente não o vejo como cantor. Se ele quer ser sambista, tudo bem, mas que fique no surdo, ou no pandeiro, mas não cantando! Creio que ele não terá muito sucesso, mas sorte pra ele.


Agora, eu já cheguei a ouvir duas músicas de um outro artista inusitado do mundo da música: Roberto Justus.

Ano passado, ele lançou um cd com regravações de musicas de intérpretes muito famosos no mundo musical, como Frank Sinatra, Nat King Cole e Paul Mccartney. Confesso que ele tem mais voz que o nosso amigo Maguila, mas ainda sim, ele está mais pra cantor de karaoke do que pra cantor profissional. Ele canta bem? Sim, canta. Mas não tem a pinta de um cantor que vai decolar por aí, só por estar inserido na midia como apresentador de TV, além do (bom) publicitário que ele é, atraindo muitas empresas acerca do seu nome, ele não sabe compor musicas. E o cd foi apenas uma estratégia publicitária pra continuar divulgando sua imagem perante as empresas e as pessoas própiamente ditas.

E em vários cenários, não só o da música, vemos atores, cantores, empresários entre outras celebridades arriscando suas habilidades em inumeras coisas. Mas como estamos falando de música, há artistas que se deram bem neste ramo, ou simplesmente fracassaram. Cito dois atores como exemplo: Will Smith e Terence Howard. O Primeiro lançou alguns cds e até fez trilhas para o "MIB - Homens de Preto" e para a série "Fresh Prince of Bel Air", e até tem alguma voz. Mas como seu lado cantor acabou virando um fracasso, e o mesmo não canta mais hoje em dia, afora que não vejo nenhuma pessoa ouvindo os hits que fizeram sucesso com o seu nome. Já o ator que contracenou em "Homem de Ferro", atualmente está tentando se lançar no mundo da música. Se vai fazer sucesso? não sabemos. Mas é mais um se aventurando no âmbito musical em busca de novas rendas, marketing e é claro, midia.



Outros ainda tentam fazer sucesso, ou seguir o caminho inverso, como faz Beyoncé, Ice Cube, e alguns outros rappers que fazem ou fizeram sucesso há alguns anos. Lembram do Mark Whalberg (Atirador, Fim dos Tempos e etc)? Já foi cantor, mas não fez sucesso. Depois, virou modelo de marca de cuecas/samba canção e aí foi descoberto como ator. Coisas assim, de atores que viram cantores, ou vice versa, acontecem o tempo todo. Cada um tem o direito de fazer o que bem entende, mesmo que faça mal. Agora cabe a nós (?) ouvi-los ou não. Uns se dão bem, outros são realmente horriveis na profissão que resolveu se "aventurar" e só fazem isso apenas por hobby, campanhas publicitárias, mais clipping ou seja lá o que for. Se está falado, mesmo que execute aquela idéia mal, ele continuará sendo falado. E pobre nos nossos ouvidos que temos que ouvir essas coisas, quando elas realmente são ruins. Ao menos elas servem para dar risadas!

Antes de terminar o post, devo me lembrar da aventuração mais tosca que já ouvi no mundo da música: O Rap de Romário e Edmundo chamado "Rap dos Bad Boys". Sinceramente, essa eu prefiro nem comentar... Mas aí vai a letra pra vocês se recordarem um pouco (ou não, caso queiram passar por essa tosqueira, pulem pro final do post .D

Refrão:

le, le, le, ô le, le, le, á
com bad boys no seu time já pode comemorar.
Somos bad boys isso não tem nada a ver,
Cante com a gente esse rap que você vai aprender.

Esse é o recado dessa dupla bad boy,
eu sai lá do jacarezinho e eu sai lá de niteroí;
Romário e Edmundo pedem a paz para a nação
pare com a violência e não arrume confusão.

Ganhei o mundo, eu sou tetra campeão
sou Romário bad boy sou artilheiro do mengão.
Sou Edmundo bad boy de Niteroí
fiz a festa lá no vasco e no Palmeiras sou heroí.

Jogo bola porque gosto, jogo bola por amor
meu amigo edmundo vou ser seu professor;
Romário meu amigo sou Edmundo animal
posso aprender contigo tu é o mestre ideal.

Fazer gols é a nossa diversão e o point preferido
quiosque Viajandão,
Onde encontro a rapaziada
Tem muito futevoley e o pagode é da pesada

Refrão (2x)

Se liga minha gente no que agora eu
Vou falar esse time sangue bom pra
Vocês eu vou cantar

Ronaldo meu irmão, pedrão,Wilsinho, sírio, pato e piloto,
Rapozão e robertinho
Sou conhecido no asfalto e nas favelas,
To na barra da tijuca e morro do amor por ela.

Jacarezinho, favela onde nasci, vila da penha
joguei Bola e lá cresci, barreira do vasco, jacarepagua.
Freguesia e pau de ferro eu também passei por lá.

Saí do Brasil fui jogar na Holanda,
fui rei no PSV e no Barça na Espanha
Eu também sou bad boy arrebentei lá no vascão
nasci lá em niteroí, sou campeão pelo verdão.

Sou Edmundo conhecido animal,
faço gols em qualquer canto, cara feia não faz mal.

Refrão (2x)


Cantamos esse rap pra toda rapaziada
Futebol com violência, isso não nos leva a nada,
Vai pro baile, não arrume confusão
Porque tem muitas gatinhas te esperando no salão

Olha meu amigo, briga é coisa de otário,
Para quem não me conhece sou o MC Romário;
Essa tal de violência é coisa de outro mundo
se liga no conselho do MC Edmundo.

Refrão (2x)


Todo mundo


Refrão (1x)


Depois dessa sessão terror (ainda bem que não tem áudio no blog...) encerro aqui o meu post '-'
Caso lembrem de algum artista inusitado da musica que se aventurou e foi muito tosco e eu porventura esqueci, é só comentar!

Caso queiram visitar o blog do meu amigo Leandro, é só clicar aqui: http://www.ouvintesbalburdianos.blogspot.com/

Depois eu volto pra falar mais besteira. JA MATA! *some*


30 junho 2009

O Fenomeno "Moonwalk" da Música

Como todo mundo já está cansado de saber, o idolo do pop Michael Jackson, faleceu na última quinta-feira (dia 25). Lembro que no dia eu tinha comentado com a minha mãe, a respeito de como vai ser procurada todas as músicas do cantor, além de discos, videos, ressucitarão entrevistas e mais entrevistas, polêmicas e praticamente tudo, mas tudo mesmo iria passar a falar sobre a história do astro pop. Dito e feito.

Passou-se quase uma semana da morte de Michael, e o que eu passei a ver foi inúmeras pessoas ouvindo MJ como não ouviam antes, buscando albuns e criando um monte de sites a respeito dele. Nada de errado até aí. Mas porque todo mundo resolveu ouvir as músicas dele só agora? Depois dele ter morrido? O Astro agora irá se tornar um ícone de destaque em vários sites musicais e se tornará uma lenda maior, assim como foi com Elvis Presley na década de 70, que quando veio a falecer, seu sucesso triplicou e ficou imortalizado, revelando fãs do rei do rock até hoje. Mas o que faz as pessoas ouvirem as músicas do cantor somente agora quando ele morre? Se ele não estivesse morrido, iria ser destaque como é hoje?

Claro que muitos ainda o ouviriam, mas não teriam tanto destaque. Até mesmo porque, Michael Jackson, assim como a Madonna, Roberto Carlos, Mick Jagger (?), Pelé (não é cantor, mas ao menos ele é rei), entre outros são icones acima de qualquer outro cantor ou alguma vertente que exista atualmente, chegam até a ser lendas no genero que participam. Mas porque não o destaque agora que eles ainda estão vivos? A Morte de um grande idolo dá dinheiro, mais mídia e marketing pra quem trabalha acerca dos trabalhos deles?

Sim e não. Aliás, estaria sendo hipócrita se dissesse que não. E estaria sendo ignorante se dissesse que sim. É um pouco dos dois.

Lembro-me de quando o Renato Russo morreu. Músicas do Legião Urbana entupiam a programação das rádios e as paradas de sucesso. Mas isso não se deve a morte do Renato. Até mesmo porque as letras e melodias da banda encantam muitas pessoas por aí até hoje. Dificil você não encontrar uma pessoa por aí ou algum amigo seu que não seja fã de Legião ou de Cazuza (outra pessoa que passou por esse "fenomeno" musical). Mas ao mesmo tempo, o momento inflamava pra que as pessoas ouvissem bem mais as músicas dos mesmos. Uns podem ser até fãs, mas outros apenas só simpatizavam, ou só passaram a ouvir porque o momento indicava para começar a ouvir. Aconteceu o mesmo quando Kurt Cobain se suicidou e agora acontece a mesma coisa. Mas eu prefiro comparar o fenomeno do MJ com o do Elvis, do que com a do Renato, do Cazuza, do Kurt entre outros que também morreram e deram destaque na imprensa. Michael, queiram ou não, é uma lenda da musica. Eu particularmente não escuto nenhuma musica dele atualmente, e nem curto o estilo musical dele, mas provavelmente será marcado por ser um artista que foi diferenciado em um monte de coisas, seja na dança, ou nas composições, ou nas causas humanitárias e tudo mais... Se ele vai ser imortalizado como foi Élvis só o tempo e as gerações futuras irão dizer. Mas que ele é uma lenda e uma referência na música, isso ele é.

Só acho curioso como a pessoa quando morre, muitas resolvem ouvir as musicas dela. Umas nem ouviram, outras ouviram pouco e do nada... viram fã. Coisas do mundo da música.

Mas há quem goste, e não recrimino os verdadeiros fãs de Michael. Mas é engraçado que tudo se surge justamente agora.

E quem ganha, acreditem, é quem fatura com a imagem do cantor. Além do mesmo é claro (mesmo já falecido).

No mais, deixem ele descansar. Mesmo sabendo que não deixarão tão cedo (pelo que vejo na imprensa e por outros lugares. Mas enfim...).

20 junho 2009

Formar pra quê?

No último dia 17, o STF revogou uma lei onde deixava de obrigar o diploma de jornalista pra quem gostaria de exercer a função. Segundo o relator Gilmar Mendes:

"... danos a terceiros não são inerentes à profissão de jornalista e não poderiam ser evitados com um diploma. Mendes acrescentou que as notícias inverídicas são grave desvio da conduta e problemas éticos que não encontram solução na formação em curso superior do profissional. Mendes lembrou que o decreto-lei 972/69, que regulamenta a profissão, foi instituído no regime militar e tinha clara finalidade de afastar do jornalismo intelectuais contrários ao regime.

Sobre a situação dos atuais cursos superiores, o relator afirmou que a não obrigatoriedade do diploma não significa automaticamente o fechamento dos cursos. Segundo Mendes, a formação em jornalismo é importante para o preparo técnico dos profissionais e deve continuar nos moldes de cursos como o de culinária, moda ou costura, nos quais o diploma não é requisito básico para o exercício da profissão.

Eu, como um aluno do curso de Jornalismo, primeiro acho estranho isso ter acontecido. E segundo, acho isso uma bagunça.
Por que eu acho estranho? Simples: Pra quem cursa a área, e ainda não se formou, vale a pena se auto-declarar jornalista? Pra mim, não. Podemos exemplificar que temos o mesmo titulo que uma pessoa que está começando agora e a de que está terminando. Não há diferença. E com essa lei, ser um jornalista diplomado não significa absolutamente nada. É apenas um papel, um acontecimento, o fato de ter concluido o ensino superior, e só. Qualquer pé rapado pode se formar como jornalista, e ele vai ter a mesma chance que eu tenho de ter uma vaga na área. Afinal, algumas pessoas só querem ser aprovadas na área, não serem bem qualificadas para tal... Arrancaram praticamente a essência do curso.

Mas avaliando por um contexto, isso pode trazer problemas para a profissão. Dependeria de determinadas empresas e de como elas fariam pra contratar determinados profissionais. Se o diploma for realmente dispensável, ao menos tem que haver um critério justo para a empresa contratar a pessoa. Daí, algumas pessoas simplesmente vão correr atrás de ter uma nota melhor pra poder se destacar, já que ter ou não o diploma, não faz mais diferença. O que faz agora, é somente números e conceitos...

Ao menos, há outras vertentes que eu quero seguir, já que pra se especializar você precisa de bastante conhecimento. Mas eu não vou abandonar a minha área. Ao menos, isso vai servir como motivação pra você evoluir e se tornar competente naquilo que faz.

Mas aí eu me pergunto: Se formar pra quê? Se eu posso conseguir coisas sem ao menos concluir todas as etapas do curso? Posso ser Jornalista sem ao menos aprender todas as técnicas de LEAD, algumas vertentes jornalisticas, entre outras programações? O que me diferencia de quem ainda não fez o curso e quer fazer? Só um pouco de conhecimento? E se pra uma empresa somente isso não bastar?

Infelizmente, isso é lamentável...

15 junho 2009

Devaneios

Hoje, fazendo a minha prova de Fotojornalismo, me deparo com essa imagem ao lado. Um fotógrafo de política chamado Lula Marques, num congresso onde estava o presidente da Venezuela, Hugo Chaves, resolveu focar o rosto do presidente com dois dutos de ar-condicionado e resolveu fazer uma piadinha. Fizeram essa graça que vocês podem ver ao lado.

Isso me remete pensar que alguns fotógrafos da área são tão entediados de sempre fotografar a mesma rotina que as vezes apelam para o humor. E está certo! Deve ser terrivel você sempre fotografar as mesmas coisas, pessoas e jeitos do mesmo jeito. Como as imagens também são instrumentos de arte, assim como a escrita, tem que haver mesclagem. E convenhamos, na politica é uma coisa técnicamente dificil. Só perde pros fotógrafos de guerra, que só fotografam desgraça, corpos multilados e ainda correm o risco de sua imagem não parar na imprensa. Eu detestaria ser fotógrafo de guerra. Prefiro fotografar ambientes e coisas "urbanas". Ao menos você tem sempre a mesclagem e opções pra retratar tal fato.

Mas aí eu vejo pessoas dizendo que adoram fotografia. É uma arte e tanto. Mas quando você for ver, é simplesmente tirar 374823748293749238 fotos de si mesmo no banheiro contra o espelho e mais 749853495734857 fotos dos amigos na balada ou sei lá aonde. Tá certo que cada um tem seu modo de observar a fotografia, mas essa certamente não seria a minha opinião. Há gente por aí que é realmente bom nas fotos, fazem isso por hobby e por trabalho mesmo. Mas uns só tiram as mesmas fotos, o que é fútil e repetitivo, mas não deixa de ser fotografia...

Daí você se pergunta: Porque o nome do tópico é "Devaneios", se ele não falou de devaneio nenhum até agora? Calma, agora vem a melhor parte.

Assim como a imagem do nosso amigo Mickey Chaves, podemos criar qualquer tipo de pensamento com a foto. Ou com pessoas, ou com coisas, ou simplesmente com ambiente. Deixar no subjetivo e as pessoas criarem inúmeras sugestões sobre aquela foto que você tirou. Além de viajar nela e criar inúmeras teorias. Isso faz da fotografia ser legal. Seja do modo artistico, ou humoristico, ou cotidianal, são artes que valem a pena. Apesar do fato de ter certas vertentes que são fotos plasticamente iguais e desanimadoras. A não ser que você crie uma nova ideologia, ou apele pra criatividade como nosso amigo Lula Marques fez.

Ah sim, o Mickey Venezuelano adorou a imagem. Tanto que proibiu a entrada do mesmo na Venezuela. Mas ao menos não deu pra perder a piada! Hehe.

12 junho 2009

Perguntas Inconvenientes. Verdades mais ainda~

Por que as pessoas pra seguir um determinado gosto tem que ser "de tal jeito" pra ser reconhecida?

Por que as pessoas só procuram aquilo que é comodo pra elas? Nunca tentam seguir migalhas?

Por que as pessoas desistem de falar com você de uma hora pra outra? Em um dia, ela adora conversar com você, e depois... puf!

Ou então ela muda radicalmente de idéia e diz que você é um chato, melancólico entre outras coisas. Por que isso?

Por que somos subjetivos demais? Porque queremos ser subjetivos e não somos diretos ao ponto?

Por que escrevemos complicado pra esclarecer algo tão simples?

Por que só as coisas ruins acontecem rápido, e as boas quase nunca acontecem?

E quando elas acontecem, por que elas demoram muito a se formalizar?

Por que os kamikazes usavam capacetes?

Por que o Garotinho ainda quer se candidatar a governador do Rio, mesmo sabendo que a época das "molecagens" dele já passou?

Por que, uma pessoa mesmo sendo um tipo de pessoa legal, ou simplesmente atencioso, amigo e tudo mais sofre mais do que um tipo de pessoa FDP, aproveitador e que simplesmente só quer inflar o própio ego?

Por que estou fazendo tantas perguntas?

Por que o povo sempre arrum motivo, besta que seja, pra arrumar uma briguinha, pra hostilizar? pra matar?

Por que sei que, mesmo escrevendo deste jeito, as pessoas não entenderão o que eu realmente quero dizer?

Por que não vemos equilibrio? Só tendemos a ver muita emoção ou muita razão em determinadas coisas...

Por que a maioria das músicas que ouço por aí, só possui UM tema?

Por que só vemos problemas? Se a solução possa estar (ou não) na nossa frente?

Ou então no nosso subconsciente? Mesmo que não sabemos esclarecer com palavras o que queremos REALMENTE...

Por que algumas pessoa, são "maria-vai-com-as-outras"?

Por que em vinte temporadas, os simpsons sempre continuam com a mesma idade?

Por que algumas pessoas são tão egoístas ao ponto de não parar pra alguém e perguntar se precisa de algo?

Por que envenenamos pessoas com frases vazias de amor como "quero viver com você pra sempre" e "você é a mulher da minha vida" sabendo que nada disso pode ser verdade...

E por que em seis meses, tendo essa convicção (?) já pensam em casamento?

Por que pessoas quietas tendem a ser pessoas "retardadas" ao invés de apenas observadores?

Por que algumas pessoas desistem de outras assim, tão facilmente?

Por que surpresas não acontecem?

Porque boas aventuras não surgem?

Por que por mais que os dias mudem, tudo continua igual?

Alguém lê esse blog?

Por que só buscamos só os fragmentos, ao invés do frasco completo?

Por que as pessoas não são aceitas da forma como elas são, ao invés de sempre exigir esteriotipos e conceitos pré-definidos de alguém?

Por que em determinados momentos, somos tão bestas e não pensamos no racional?

Por que em determinados momentos, somos tão bestas e não pensamos um pouco no emocional?
Por que?

06 junho 2009

Watch the System...

Tá vendo essa imagem aí do lado? Pois é. Eu poderia dizer que sou exatamente assim. Observando o mundo na tela de uma TV, a vida das pessoas, como elas são felizes (ou não) além de observar outras formas de vida por ali. Garantindo certo conhecimento.

Mas em contra-partida, estou sozinho dentro de um quarto, isolado, sem nenhum outro cômodo, sem nenhum acesso ao mundo externo. Talvez por querer ficar dentro dele e querer mais segurança. O Mundo viver melhor sem a minha presença no meio das pessoas que vivem nele. Ou estar preso pela não-aceitação, seja pessoal, profissional ou qualquer outra coisa. Ou Simplesmente coisas metafóricas. Bloqueio de idéias. Observar as idéias alheias e fazer balanços internamente. Mas não colocá-las para fora simplesmente porque não serão aceitas ou entendidas pelo mundo "padrão" que é.

Mas aí eu me pergunto: quem se importa?

A Sociedade padrão nunca vai parar pra olhar alguém que está quieto ou que simplesmente não é como todos. Em alguns casos, se aproveitam da situação, e a maioria ignora. Mas todos não se importam com o que você está sentindo ou pensando. Não importa. O Que importa é a a falsa felicidade e que devem ser feliz o tempo inteiro. Coisa que, como já disse, eu admiro, mas sinceramente acho pertubador. Ninguém é feliz o tempo inteiro.

Quem se importa se somos quietos? Alguém tentaria se aproximar só por seguirmos vertentes diferentes? Ou porque simplesmente somos complicados e ninguém tem coragem de entender o porquê e estar perto ou conversar pra "descomplicar" um pouco? Quem se importa?

O Fácil não atrai. Mas muita gente já quer coisas práticas. Relacionamentos práticos, dia-a-dia práticos, empregos práticos, tudo prático, sem dor. Coisas que precisamos da dor e do suor pra conseguir. Se temos coisas práticas, quem se importa com o complicado? Com o difícil?

São coisas que paro pra me questionar. E também me questiono se alguém notaria o porque de eu mesmo ser misterioso e complicado. Afinal, quem se importa? Coisas práticas existem aos montes por aí...

Enquanto isso, eu observo. É a única coisa que posso fazer de bom no momento. Melhor do que esperar o "nada".

Ninguém se importa mesmo....

05 junho 2009

Well...

Bem, como vocês podem perceber, fiquei uns dias sem escrever absolutamente nada. Não por falta de conteúdo, formulei uns três, quatro posts que poderiam aparecer no blog. Mas por achar todos eles superficiais demais e repetitivos, eu decidi por não postá-los. Se for pra fazer posts mal-feitos ou mal-pensados, prefiro não postá-los e esperar ter uma ótima idéia pra colocar o que penso/sinto/vejo por aqui de forma coerente e interessante. E bem, isso pode levar algum tempo, ou pode acontecer seguidamente.

Afora que, tive dias desanimadores. Dias que não senti vontade de fazer nada. Dias que falar com alguém era inútil, porque até pra isso estava sem ânimo, mesmo querendo conversar com alguém. Dias que parei pra questionar todas as minhas vontades e planos pro futuro, mas logo voltei ao normal. É bom fazer auto-críticas sobre o que fez ou deixou de fazer, pois assim você reflete no que deve fazer a seguir. Mas as vezes o desânimo atrapalha...

Voltando ao blog, penso agora em escrever mais sobre mim. Não só visões minhas sobre outras coisas em geral, mas meu cotidiano mesmo. Fazendo jus ao nome do blog, é sempre bom relatar um pouco do seu dia-a-dia, e de como vejo o ambiente e os pensamentos que as pessoas compartilham por aí... Tô precisando mesclar. Além de temas mais jornalísticos, já escrevi alguns aqui e de repente, escrevo coisas novas sobre o assunto. Um bom conteúdo se baseia bem pela variedade, e nem tanto pela repetição... (até porque tudo aquilo que é repetido cansa...)

Bem, por enquanto é isso. Depois, eu volto com alguma coisa mais legal. Espero que a preguiça não volte a me consumir como antes sobre o blog...

Até! o/

19 maio 2009

Disco Riscado

Olhando os posts antigos do meu blog, as vezes me sinto como um disco riscado. Por mais que eu tenha alguma idéia útil pra alguém e queira expressar o meu ponto de vista sobre aquilo que eu vejo e observo, acho que a essência não muda. Ou eu não diversifico os assuntos que escrevo por aqui.

Até em outros contextos gerais eu me sinto assim. Ouvindo meu mp4, ou discutindo assuntos aleatórios, ou até mesmo conversando com amigos, tenho a sensação de que repito as mesmas informações toda hora, e isso incomoda bastante.

Quanto a música, ao menos eu consigo diversificar os meus gostos. Não aponto eles pra uma determinada vertente, e sim, pra várias vertentes. Ao menos, nisso eu posso dizer que "ouço (quase) tudo". Claro, não gosto de coisas fuleiras, e sim, de música boa. Sons que façam bem ao meu ouvido, e ao meu cotidiano quando estiver nas minhas andanças básicas na rua. É legal, ao menos em um momento de stress, você pode tacar um foda-se e ouvir uma musiquinha pra descontrair. Ou até mesmo em momentos de felicidade, tristeza, ou em momentos aleatórios mesmo. Música faz um bem danado pra mente...

Já idéias são mais complicadas. Emoções idem. As vezes me pego reclamando da mesma coisa, me vejo indignado com a mesma coisa. Afora o fato de você querer debater sempre sobre um assunto ou sobre uma determinada vertente por exemplo. Como um grande amigo meu que vive falando de história e é uma coisa legal pra se debater. Mas SÓ falar de história passa a ser pertubador. É como se você não tivesse variedade alguma.

Não é ruim discutir o que gosta, é bom pra alma e pra mente. Mas discutir SEMPRE só aquilo que gosta soa cansativo, previsivel... Sempre é bom uma inovação, uma mudança, ou ao menos um desvio de foco de tudo aquilo que você já disse antes. Ou então você estará repetindo uma coisa que todo mundo já sabe, ou que já descobriram que você é aficçionado por aquilo. Mas que você não sabe discutir outro assunto...

Ao menos, vou começar a variar aqui no blog. Talvez esse seja o motivo de algumas vezes não conseguir por nada aqui. Ontem mesmo pensei em incluir dois posts, mas desisti por achar que estou "mudando o assunto na mesma essência".

Ao menos mesclar é bom. Ou então fica um disco riscado. E todo mundo enjoa do seu trabalho...

Enfim~

08 maio 2009

As (Três) Palavrinhas da Discórdia.

"Eu te amo".

Qual é o significado dessas três palavrinhas atualmente?

Qual é o peso dessas palavras mágicas para uma pessoa? Nenhuma? Pouco e irrelevante? Bastante considerável?

Pra muitos, que dizem "te amo" para os amigos, até significa. Representa carinho, representa apreço por aquela pessoa. Mas pra alguns, elas não tem mais sentido nenhum. Geralmente, essas palavras é um passaporte de entrada pra algum determinado sentimento. Pras pessoas que acham isso atualmente, podem ficar confusas, porque essas três palavras que antes causavam impacto, hoje deixam as pessoas intrigadas. Afinal, se aquela pessoa está dizendo isso, é porque ela sente bastante apreço (ou não) por você. Mas que apreço é? Um carinho exclusivo de sentimento? Um apreço compartilhado de amizade? Você é a unica pessoa que está causando esse tipo de conclusão naquela pessoa? Ou é simplesmente uma palavra em que você é importante, mas que ao mesmo tempo, você é só "mais um"? Porque não um simples "eu te adoro" do que essas palavras?

Como disse em outro post, essas palavras também tem o dom de envenenar a pessoa. De espalhar uma verdade boa e absoluta, pra qualquer um. E no fim, ser traído por elas. Afora o fato de que essas pessoas "amam" um monte de gente. Se você tem um pensamento parecido, até pode entender o recado, mas se você é uma pessoa romantica, e ainda acredita nos valores antigos do "eu te amo", pode ficar bastante confuso, e até chateado. Até porque, como saberemos que determinado alguém gosta da gente de uma forma além de uma simples amizade? Que palavras usariamos, já que essas três já são utilizadas pra qualquer pessoa que você tenha um pouco de apreço? É uma coisa realmente intrigante...

E piora ainda mais quando alguém disfarça certas atitudes. Vira-se uma agulha no palheiro. Mas também, depende de quem diz. E pode confundir também.

Exemplo: Se um grande amigo seu, que nutre um sentimento interno maior, diz pra você que "te ama", e você pensa que aquilo é um determinado carinho apenas, e que não sente nada por ele, você irá retribuir, mas provavelmente ele irá confundir as estações. Porém uma pessoa que você goste muito, mas muito mesmo, diz que te ama, mas que ele só te vê simplesmente como uma amiga, te diz essas mesmas palavras, você irá se empolgar. Mas depois, irá se decepcionar e se deprimir, já que aquilo que você ouviu, não era aquilo que você pensava que fosse... Viu como as palavras envenenam?

Mas cada um tem a sua verdade sobre elas. Eu tenho as minhas, você que está lendo provavelmente deve ter as suas e por aí vai. Mas elas sempre deixam qualquer um pirado, mesmo que signifique alguma coisa, podendo ser intenso, ou compartilhado.

Varia...

(...)

Ah, e antes que perguntem, essa mão e esse papel não são meus xD
É uma figura ilustrativa pra dar um tempero no tópico.~

07 maio 2009

A Histeria Suína, e as Imprensas em fúria.

A Gripe suína, pra muitos, é um fator de preocupação pra algumas pessoas. Umas, até usam a tal gripe como um sinal dos tempos. E pra mim?

É uma grande bobagem.

É engraçado você olhar a TV, ou a Internet e ver casos e casos falando de pandemias, de criação de medicamentos, de governos fazendo alarde, entre outras coisas. Claro, é sempre bom prevenir do que remediar, mas há motivo pra tanta histeria?

Ontem mesmo, foram confirmados quatro casos no Brasil. Mas duas destas pessoas passam bem. Aliás, muitas pessoas que contraíram essa gripe, já estão em fase final de cura ou já estão curadas. Me pergunto: é realmente um vírus perigoso, que pode dizimar muitas pessoas da face da terra? Ou é simplesmente um meio de propagar o terror via imprensa, aumentar muito uma coisa que no fim... nem é tão perigosa. Claro, o Apocalipse é uma grande forma de se vender jornal. A Folha Universal VIVE fazendo isso o tempo inteiro. A Super-interessante e outras revistas e canais de TV, também. Conscientização tem que haver, realmente, porque se nada é feito, coisas ruins podem acontecer. Mas pregar o fim do mundo ou vender teorias da conspiração na imprensa, é algo muito fácil de se fazer. Afora editar coisas e transformar uma verdade e outra. Esse é o lado ruim do Jornalismo.

Vejam a profecia Maia, em 2012. Quem não garante que se houver algum desastre, qualquer desastre que seja, seja epidêmico, climático ou alguma guerra interna ou "escaladas" que nunca acontecem, vai ser o principio do fim e que nostradamus previu tudo? Sempre é ele que prevê algum desastre. E claro, a imprensa vai, e acha uma outra citação dele de que o pior está por vir. SEMPRE acontece isso. Talvez essa profecia nem se cumpra, e seja um ano como todos os outros, como foi em 11 de Agosto de 1998 e aquelas coisas de bugs do milênio, "de 2000 não passarás" e etc. Tudo isso virou notícia, assim como está sendo com a Gripe Influenza "A" (nome tosco dado pela OMS para a Gripe Suína).

Mas voltando a gripe, realmente devemos nos preocupar? Realmente deve ser feita essa histeria toda que estão fazendo por causa de uma possível (?) pandemia que pode matar muitos?

Cuidado, pois o sensacionalismo jornalístico pode até ser mais mortal do que a própia doença...

(...)

Ah sim, agora eu também tenho Twitter! Caso queiram dar uma olhada, é só dar uma clicada ali na área de links. Só me perdoem se estiver mal atualizado. Eu ainda estou tentando domar aquele site, mas um dia eu chego lá! xD

04 maio 2009

Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças. . .

Sempre que esse filme passa na TV, sempre paro pra prestar atenção nele. É bom e te faz refletir sobre o passado, afora escolhas feitas e decisões tomadas.

Quem em algum momento, não pensou em apagar certas pessoas da memória? Simplesmente porque elas te fizeram mal, ou a convivência se tornou tão hostil, ao ponto de querer ignorar e existência dela pra todo o sempre? Muitas. Podem ter certeza.

Muitas pessoas gostariam de apagar da memória um passado ruim. Claro que, isso ajudaria a tirar um peso das costas de todos, já que inúmeras atitudes nossas, coisas que fazemos ou coisas que deixamos de fazer, está diretamente proporcionado a esse passado, ou a essa pessoa. Ou a fatos, ou a atitudes que poderiamos ter tomado e no fim, não tomamos. Ou até mesmo quando queremos apagar da memória momentos com uma certa pessoa que achamos que poderia ser X, e no fim, se tornou Y. Arrancar da mente esses pensamentos e memórias pode ajudar a tirar um fardo da nossa mente, mas na minha opinião, não resolveria. Até pioraria, observando melhor.

Você deve estar espantado e se perguntando: Porque?

Simples: Quando "retiramos" memórias e simplesmente esquecemos, podemos nos concentrar melhor em outras coisas e perder outros receios, certo? Sim, mas perdemos um pouco da nossa essência que obtemos hoje. Vem a mente um outro filme: "Efeito Borboleta". Mas aí, não fala de simplesmente apagar memórias, e sim, refazer atitudes. Mas uma atitude mudada, ou uma peça mexida de lugar, nos faz seguir por um outro caminho. Por exemplo, podemos ter amigos diferentes de que nós temos hoje em dia, ou termos visões diferentes da vida e do nosso cotidiano que temos hoje.

Mas voltando ao tópico de "apagar lembranças", as vezes podemos apagar uma pessoa por achar que ela teve um conceito ruim. Mas as vezes, podemos encontrar coisas que não viamos antes nela. Voltando ao passado e parando pra refletir, podemos avaliar o que a gente poderia ter visto melhor antes de querer simplesmente esquecer. Há pessoas que merecem ser esquecidas, e há pessoas que não merecem. Ou, de uma pessoa ruim, pode nos criar uma atitude a levar a um certo caminho, pra conhecermos novas pessoas, talvez novas pessoas ruins, ou até pessoas boas, que façam parte da nossa vida por bastante tempo. Ou até mesmo pessoas que possam nos surpreender. Nós estamos em processo constante de encontrar surpresas. Seja ela boas ou até mesmo ruins. . .

Podemos esquecer coisas do passado, mas ele as vezes é util pra entendermos o que nós somos no presente, e o que podemos ser no futuro. Por mais que obtivemos passados ruins, não os apagaria. Deixaria lá, simplesmente. Fez parte, mas as vezes das coisas ruins, aprendemos ou levamos a coisas boas, por mais incrivel que isso pareça ser. A mesma coisa com pessoas, umas merecemos deixar pra lá mesmo. Outras, até rever conceitos. Mas nunca mexeria no passado, por mais desastroso que ele possa ter sido.

Mas ainda há pessoas que procuram uma borracha assim mesmo. Enfim... Cada um é cada um.

(...)

Talvez eu tenha fugido um pouco dos assuntos do filme. Caso não tenham gostado do post, assistam porque é um filme muito bom, na minha opinião. Daí, vocês podem entender melhor o que eu humildemente quis explicar aqui. Mas acho que deu pra expressar bem o que quis dizer...

Só me perdoem se eu não postar muito nesses dias, ou não fazer bons posts. Tô precisando de um pouco do mel da inspiração. Alguém aí tem o pote?

Ficarei agradecido. xD

03 maio 2009

Palavras. Onde Vocês estão?

Estranho. Há dias atrás você tem inúmeras coisas pra escrever, inúmeras ideias pra expor, um monte de coisa que poderia ser dita por aqui. Só que todas essas ideias... desapareceram.

Talvez seja o fato de estar repetitivo com as palavras. Ou de não ter verbos melhores pra colocar no blog. Vem a melancólica sensação de você querer dizer sobre tudo. Mas no fim, acabar não dizendo nada. É triste.

Tem dias que é melhor pensar e fazer balanços. Rever os acontecimentos ou olhar um pouco a sua volta. As vezes é ruim ficar pensando muito, ou voltar no passado e resgatar mágoas antigas, ou experiências antigas pra colocar aqui, pra debater, refletir, ou tentar entender. Mas até pra isso, faltam palavras a serem ditas. Algumas coisas, prefiro deixar na minha cabeça. Talvez algum dia eu as coloque aqui ou em outro lugar, só pra eu ler. Ou caso queira desabafar um pouquinho. Mas hoje não. Não consigo...

Enquanto isso. Vou pensando ou viajando nos complexos da minha nada mole vida. Talvez algum dia, alguma hora, saia um coelho da cartola e consiga colocar aqui algo que vale a pena.

Em certos momentos, palavras não adiantam pra você se expressar. Meia dúzia de gestos ou sinais nas entrelinhas podem ser melhores do que simplesmente ser direto. Anyway...

(...)

Well, como puderam perceber, eu mudei a cor do blog. Queria dar uma inovada e tirar aquele verde-azulado-degradê por uma cor mais bonita. Acho que ficou bom.

Também adicionei links ali do lado. Caso queiram conferi-los, é só clicar ali, e have fun.

E não achei cor decente pro meu last fm. Vinho com preto fica tão... estranho... =O

29 abril 2009

Escrevendo por Linhas Tortas. . .

Um dia destes, andei olhando uma comunidade do orkut sobre blogueiros. Acho que não só ela, mas alguns dos meus relacionáveis também.

Percebi a forma como elas redigem seus blogs. A maneira em como as pessoas querem transmitir uma certa verdade. E claro, 90% dessas pessoas transmitem verdades pela subjetividade.

Me pergunto: porque as pessoas sempre buscam o subjetivo pra camuflar suas própias opiniões? Ou, em alguns casos até, usam de uma verdade pra esconder outra verdade?

Porque as pessoas gostam de escrever de forma complicada? Usando palavras complicadas e abusando da subjetividade?

Respostas são muitas. Pode ser pra se mostrar culto demais, pode ser pra camuflar opiniões pra apenas os certos a entenderem, pode ser estilo própio da pessoa, ou simplesmente ela pode estar espalhando migalhinhas por aí pra que a pessoa siga e descubra o que ela tá tentando de mostrar. Depende da pessoa. Depende de quem está lendo.

Umas até escrevem fácil demais. Apenas querem mostrar fatos concretos e conceitos puramente jornalísticos. Claro, blogs não foram feitos apenas pra serem diários ambulantes de cada um, também podem ser feitos para informar. Mas as vezes há assuntos bons de serem lidos. Outras vezes, é como você tocar um disco riscado numa vitrola: a faixa se repete interminavelmente. Ou como disse anteriormente, podem ser verdades pra esconder outras verdades. Isso acontece muito na vida também.

Pode ser um disco riscado também, falar muito de si mesmo o tempo todo. Ou pior, do mesmo assunto toda hora. Não que falar de si não seja bom. É. Ajuda você a tirar o peso que existe da própia consciencia e poder externá-lo pra alguém. Claro que algumas pessoas preferem guardar pra si própias as dores que afetam a consciencia, sejam elas do presente ou do passado, numa casinha de vidro. Mas falar um pouquinho de si é bom! Só é ruim quando você acaba insistindo com o mesmo assunto, palavras e holísticas. Sempre é bom mesclar naquilo que iremos dizer ou não. Ou então, viramos uns chatos falando de futilidades o tempo todo.

Também vejo por aí, e não só em blogs, muitas pessoas escrevendo por linhas tortas. E também vejo muitos "crentes" querendo compreender a vida, ou simplesmente a essência daquela pessoa que está ali. Talvez, no fim, todos que escrevem ou pintam uma arte surreal, só querem ser compreendidos, ou simplesmente admirados. Não é muito dificil perceber isso. Mas é muito fácil a má interpretação.

Mas no fim, acho que essa é a melhor forma de se entender as coisas. Indo pelo óbvio é chato, indo pelo subjetivo, dá emoção. Aquela adrenalina de você tentar descobrir o que aquela pessoa quer te mostrar. Ou ler nas entrelinhas o que ela quer repassar pra você. São coisas legais de se ver!

É bonito escrever por linhas tortas. Mas ao mesmo tempo, é intrigante. . .

27 abril 2009

Veneno


Quando sentimos algo de coração, sempre tentamos ser o mais sincero possível. Expressamos honestamente aquilo que queremos sentir, e tentamos provar (ou simplesmente provamos) o doce aroma de uma determinada situação.

Só tem um problema: As vezes somos enganados pelos nossos própios paradigmas. E todo sabor doce que desfrutamos hoje, acaba se tornando um veneno mais tarde. Claro, nem sempre é possivel controlar o incontrolável. Mas há coisas que podemos evitar de serem ditas, mesmo que queremos dizer. Nunca se sabe o que o destino pode aprontar...

É como no amor por exemplo. Quantos casais hoje vocês ouvem dizer que "você é a mulher da minha vida"? "Quero ficar pra sempre com você"? "Quero me casar com você"? "O Nosso amor é eterno" e etc etc etc? Não, não julgo quem diz, mas indo pelo lado cético, nada é eterno e tudo é controlável. Ainda mais quando dizemos palavras delicadas como essas. Quem está apaixonado e quem gosta muito dessa pessoa, provavelmente dirá estas palavras. Umas até irão se controlar, e outras, como quem vos fala, vai esperar o momento certo pra poder dize-las de fato. Afinal, palavras como estas você não fala pra qualquer pessoa que está tendo um relacionamento contigo. Principalmente quando entra a palavra "casamento" na jogada. Um dos piores erros em um relacionamento é prometer aquilo que você provavelmente não irá cumprir. Você não pode prometer a eternidade pra essa pessoa. Pode prometer a vivência por anos, que é algo mais possivel. Claro que, se durar anos e for eterno, vai ser muito bom. Mas você sairia dizendo pra qualquer pessoa que tem um caso que ela é a sua alma gemea?

Quanto ao casamento, é uma coisa que você só vive uma vez e por muito tempo. Já vi pessoas que se casam por esporte e tem N filhos de N casamentos anteriores. Onde está a essencia do casamento hoje em dia? Pra muitos, ela inexiste. Casamento é aquilo que foi feito pra cair, é o ápice de uma subida de uma montanha russa. Daí, é só queda... Casamento na sociedade de hoje é uma figura de chacota. Tanto que casamento, por um contexto, é uma coisa fácil de ser consumada. Uns nem querem namorar, já querem partir pra dentro do casório, aliança e bens materiais de outra pessoa. Outras usam a chacota do casamento como desculpa para não se envolverem. E acontece o que? Vão ficar. Vão procurar inflar os própios egos e fazerem amor consigo mesmos. Infelizmente muitas pessoas vivem mais pra uma vida em si e somente pra si, do que viver em um conjunto, em um casal. Mas a essencia realmente inexiste hoje?

Não, não inexiste. Existe se você construir o casamento com os tijolos certos. Tudo começa quando você começa a montar o relacionamento, depois parte pro namoro e continua empilhando os seus tijolinhos. E claro, você construindo com a cal certa, o cimento certo, com os ajudantes certos. Sim, isso é dificil. Mas você queria o que é fácil?

As pessoas não param pra pensar que essas coisas inexistem pelo erro que elas cometem no meio do processo. Da falta de comprometimento, de se envolver com a pessoa errada por carência e chamar essa pessoa de mulher da sua vida. De assumir compromissos sem conhecer como é realmente o outro lado. Coisas assim só se dá pra fazer tendo absoluta certeza de que aquela pessoa é a que realmente merece essas palavras, e que realmente merece esse contexto do casamento. Mas nesses casos, pouquissimas pessoas possuem verdades absolutas, certeza naquilo que dizem e sentem. Só achismos. E isso que faz o veneno ser mais danoso em nós e no nosso cotidiano em geral.

Mas coisas venenosas não existem só no amor. Existe na confiança em geral. As vezes dizemos coisas pra gente que não presta e acabamos nos enganando sériamente. As vezes vendemos palavras preciosas pra falsos mercadores, e no fim, são essas mesmas palavras preciosas que nos matam. Ou matam um determinado objetivo que temos. E graças a essas pessoas falsas, temos receio de ceder essas mesmas palavras preciosas a algum mercador é do bem. Alguém com boa índole e com confiança. Porque pra pessoa, são todos agentes de opinião. Podem ser verdadeiras, podem ser falsas. Nunca se sabe o que pode vir dessa pessoa. Daí é melhor resguardar essa pedra preciosa no seu própio cofre à sete chaves. Receio do sabor do veneno que corremos o risco de tomar novamente. Até porque nunca se sabe. Afora termos controle com aquilo que temos pra dizer, ou pra expressar. Palavras são bonitas, mas podem ser subjetivas, podem enganar a quem está se fornecendo elas. Podem enganar a quem mesmo a quem o fornece. Palavras causam impacto, e sentimentos também.

E podem nos envenenar. Se não tivermos controle e não jogarmos com as peças certas...

23 abril 2009

Migalhas...

Migalhas.

Resto de coisas que acabam sobrando quando você acaba de se alimentar. Teoricamente, migalhas são sobras. Mas migalhas também podem ser pistas. Pistas essas pra persuadi-lo a andar até um certo ponto. Ou pra descobrir coisas que poucas pessoas saberiam descobrir. Claro, migalhas são pequenas e dificil de serem notadas. E, obviamente, pouca gente para pra observa-las de perto. Em um contexto literal, elas não tem grande valor, são apenas restos. Mas no contexto figurativo, são pedaços de personalidade que uma pessoa deixa por aí. Seja em fóruns, no msn, no orkut, no trabalho, numa conversa corriqueira do telefone, no boteco... Algumas pessoas deixas as migalhas dela de próposito, mas aí eu não considero migalhas. Diria que é um pacote de pão inteiro pra que qualquer pessoa pegue e possa devorar. Ou que alguma outra pessoa possa chegar e consumir facilmente ali. Diria que em um supermercado, voce encontra esses tipos de pessoas, já que existem pacotes iguais, e qualquer um pode chegar, pegar, comprar e consumir. São coisas de fácil acesso.

Mas você está se perguntando: onde entram as migalhas nisso?

As melhores coisas da vida, assim como as melhores pessoas, nunca deixam pistas obvias. Elas simplesmente deixam migalhinhas por aí pra que você vá seguindo, catando de pedaço em pedaço, juntando peça por peça para que você consiga chegar naquele ponto de entender o que a pessoa do outro lado está pensando. Ninguém entrega uma grande verdade assim, de bandeija. Qualquer pessoa que queira agir com estratégia, vai esconder essa verdade. Mas essa pessoa deixa pistas pra que você chegue nessa afirmação. Claro, umas pessoas facilitam mais, outras dificultam mais, outras codificam mais, outras camuflam uma verdade com outra verdade... Mas aí, depende de cada um seguir essas pistas ou não. Se for interessante, faça uma investigação! Se não for, simplesmente passe batido... Mas é sempre bom descobrirmos o que outras pessoas pensam. Não o que elas pensam de nós, até pode ser o caso. Mas entender e prestar atenção nas pessoas a nossa volta. Afinal, o cotidiano muitas vezes faz sentido quando conhecemos as pessoas que nos acercam. Ou quando ligamos pra pontos que nem tinhamos idéia de que eles existiam, bastava só prestar atenção e olhar direito...

Andando por aí, vendo o dia a dia de muita gente, você percebe que elas vivem espalhando migalhas por aí. Sinais da personalidade que devem ser notadas. Ou simplesmente fatores que a pessoa deixa pra que você encaixe um quebra-cabeça. Um quebra-cabeça que muitos evitam em tentar...
Mas para a pessoa que as espalha, meio que inconscientemente, saber que você é entendido, mesmo que você não tenha deixado nenhum fator escancarado pra ninguém, é gratificante. Uns não creem mais que podem ser entendidos, outros tem certa esperança.
A Esperança de que as migalhas que você espalhou, estão sendo seguidas. E bem entendidas...

20 abril 2009

The Memory Remains~



Certa vez, eu olhei um blog de uma amiga minha, que tá nos recomendáveis daqui do lado, e vi ela falando sobre Nostalgias, coisas passadas, enfim. Essas coisas.

Me lembrei de algo interessante. De como em alguns momentos a gente para pra relembrar uma coisa inesquecivel que fez na infancia, ou do que comeu, do programa que viu, e etc. Bate uma sensação gostosa. Uma saborosa melancolia de você tentar resgatar aquilo que já viveu.

Quem é que não sente saudade dos biscotinhos Fofy? Dos Comandos em Ação? Do Atari? De algum programa aleatório na TV?

Todos nós por algum momento, nos relembramos de alguma coisa. Mas inevitávelmente também existem lembranças ruins. Coisas que você considerava como "águas passadas" retornarem pra atormentar você. Lembranças ruins são aprendizados, mas infelizmente, temos medo de repetir o erro. Ou Repetimos, ou pensamos demais e não agimos por nada. Afora que em certas vezes, nem precisamos pensar nele, ele aparece simplesmente pra assombrar sem mais nem menos. É phouda. Mas claro, há formas de se livrar desses fantasmas. Só que alguns (como eu) têm mais dificuldade.

Também há nostalgias de lembrarmos dos nossos avós. Sinto saudade deles. Meus avós moravam em Duque de Caxias e, quando era chibizento, adorava passar o fim de semana com eles. Saia bastante com meu avô e minha avó adorava ouvir as baboseiras que eu falava. Acho que peguei muito desse lado "receptor" dela. Fora que eu sempre via os meus primos, via filmes e etc. Era muito lekau. Pena que eles já se foram. Mas eles estão olhando por mim em algum lugar, assim como meu irmãozinho =~

Muitas pessoas também são nostálgicas quando a escola. Eu não. Passei coisas na escola que gostaria de esquecer, sinceramente. Mas sempre há lados bons. Já vi amigos se recordarem com satisfação da época do ensino fundamental, dos amigos, dos papos, dos professores que durmiam em sala ou que cediam o própio carro pra ir pro buteco. Afora aquelas saudades com bairros onde moravam, origens, histórias pra contar e etc.

Mas claro, muitos grupos sociais se formam de determinadas lembranças. Como alguns que ouvem bastante rock das antigas e outros que curtem toda a saga de Star Wars. Outros se formam à base dos clássicos VHS e do resgate a acervos históricos de telejornais e periódicos semanais. Cada um aproveita a nostalgia da sua maneira.

É uma coisa boa recordar as coisas. Tudo. Afinal, os fatos, as pessoas, os sucessos e outras coisas até passam. Mas a memória permanece. E Graças a ela, podemos reviver tudo o que já vivemos. É bonito isso...

19 abril 2009

Pesos & Levezas.

Nossa consciencia funciona como uma balança. Sempre equilibrando coisas ruins e coisas boas, sempre equiparando o branco e o preto, nossas felicidades e nossas culpas. . . Acho que no fim, mesmo que inconscientemente, fazemos isso o tempo inteiro. Mas conscientemente, acabamos levando tudo pro lado mais pesado.

E porque não levamos tudo pelo contexto da leveza? Levezas e facilidades pra mim, e pra muita gente por aí, é algo que assusta. Nos sentirmos bem ou até mesmo tranquilos no fundo gera uma intranquilidade. Pesos são como grandes testes pra sabermos se somos merecedores de algo em específico, mas Levezas são facilidades estranhas em alguns momentos. Eu paro pra perguntar pra você que está lendo: já fez prova de vestibular federal e passou sem nenhum esforço? Ou então pra algum concurso público? Bem, se você respondeu não, é porque você sentiu o peso da vontade de querer ser aprovado e estudar lá, daí se dedicou horas e horas por isso. Tem certas coisas "leves" que não vem boas certo?

Por incrivel que pareça, a dor é um sinal melhor do que a leveza propiamente dita. Porque ela é um sinal de vitalidade, de que você tá suando a camisa pra ter aquilo, ou pra ter alguém, ou pra chamar a atenção de alguém, ou pra ser aceito em algum lugar. Todo peso traz valores, pois o peso tem o impacto. Significa que algo te chacoalhou e que voce parou pra notar que você está ali, no chão, vivendo e tomando porrada. Mas claro, depois das porradas, vem os valores. Na Leveza, sentimos somente a brisa na nossa face, não significa presença e sim, ausência. Voamos quando nos sentimos leves, ficamos abobados e no fim, aquilo que idealizamos não traz valor nenhum. Até mesmo a facilidade. Você daria valor a uma coisa que você nem se esforçou para conseguir?

Mas há levezas que foram feitas pra serem boas, e há pesos que foram feitos para serem ruins. Mas geralmente, esses opostos acabam se atraindo, já que quem vive com pesos na consciencia, quer se sentir leve pra aliviar a pressão. E quem se sente leve demais, quer sofrer dor, quer se sentir pesado, machucado, dolorido.

Mas aí, no fim de tudo, você se pergunta: Levezas são ruins? Pesos são bons? Nem sempre.

O que é bom é a certeza. É a manutenção da balança equilibrada entre o esforço e a tranquilidade. Além da própia segurança. Afinal, você já teve pesos na consciencia por ter dito algo errado ou tomado a decisão errada alguma vez. Assim como você já teve a certeza e o equilibrio de estar dizendo a coisa certa e não se arrependeu. É a consciência tranquila. Por mais que opiniões incomodem, você não sentirá culpa e nem arrependimento. Acontece em certos momentos, assim como a consciência pesada.

Na vida, tudo tem de haver equilibrio. Até mesmo nas coisas leves e pesadas. E cada um tem o seu valor em algum momento. Basta ver.